porto alegre é assim!
Facpa! Topas?
um passeio!
um bairro!
um personagem!
uma festa!
bons tempos!
uma sugestão!
bom e de graça!
ruas por onde ando!
Na Cozinha!
arquivo
Arquivo das últimas edições
Edição 1 Edição 8
Edição 2 Edição 9
Edição 3 Edição 10
Edição 4 Edição 11
Edição 5 Edição 12
Edição 6 Edição 13
Edição 7  
newsletter
Receba no seu e-mail as atualizações do site
nome:
e-mail:
 
cruz credo!
A gente torce para que ninguém precise, mas sabe como é, né?
Bombeiros:
Brigada Militar:
Polícia Civil:
SAMU:
Pronto Socorro
IML:
Tele-Cheque:
Polícia Rod. Fed:
Polícia Rod. Est.:
193
190
194
192
3289 7999
3288 2654
0800 517686
3375 9700
3339 6799
contato
Entre em contato com o site
Porto Alegre é Assim!
nome:
e-mail:
mensagem:
 
contato
Porto Alegre é Assim!
recomenda:
Capital Gaúcha
Prefeitura de Porto Alegre
Câmara Municipal
ABIH-RS
Abrasel-RS
é assim mesmo!
José Luiz Prévidi

Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, Estado fronteiriço ao Uruguai e Argentina, é uma cidade que os visitantes gostam de duas formas: muito, demais, ou a definem igual a dezenas de outras pelo mundo. Alguns a consideram sem atrativos – paciência.
Pelo menos nós, do Porto Alegre é Assim!, queremos dar a real para todos – moradores, visitantes, apaixonados ou indiferentes. E queremos torná-la ainda mais uma cidade diferente porque temos a certeza de que é “inteligente”, a começar pela sua história, suas opções de vida, o trabalho apaixonado, a saudade dos que vivem longe, os personagens, até suas músicas, belíssimas.
Tenham uma idéia do que vamos defender nestes espaços: algo em torno de um milhão e meio de habitantes vivem em 476 quilômetros quadrados, cercados por 40 morros e com 72 quilômetros da orla do Guaíba. Na área urbana o porto-alegrense tem a opção de 400 praças e nove belíssimos parques. Por um detalhe, que pode ser resolvido nos próximos anos, ainda não existe uma árvore plantada para cada morador. No entanto, já temos mais de um milhão de árvores adultas ou em crescimento.
Nos orgulhamos de nossas churrascarias, restaurantes, hotéis, bares, shopping centers (são 15), lojas convencionais, ruas e avenidas, ah!, de tudo, até mesmo do pôr-do-sol no Guaíba (rio ou lago?), "o mais belo do mundo".
Vocês poderão conferir sempre as novidades do Porto Alegre é Assim! e inclusive mandar sugestões. E também mandar suas reminiscências, independentes de recentes ou longínquas.
O seu contato é fundamental para o nosso trabalho.
Obrigado!

topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

Sociedade Amigos de Porto Alegre
Para quem não conhece bem o Rio Grande do Sul é bom contar que nas cidades litorâneas há movimento, mesmo, apenas nos meses de verão. E gaúchos de todas as regiões se transferem para lá, atrás do mar e do sol. Tem de tudo nesta época, até camelôs, ladrões, assaltantes e bandidos de um modo geral.
Uma das características são os clubes, em praticamente todas as praias. Começam com a mesma denominação – Sociedade Amigos da praia tal. A SACC, por exemplo, é de Capão da Canoa; SAT, de Tramandaí; SABA, de Atlântida. E por aí vai.
Muitos dos que moram em Porto Alegre adoram a cidade no verão. Por várias razões: o trânsito flui, os bares, restaurantes, churrascarias e cinemas sempre estão com lugares disponíveis e, principalmente, o sujeito que é chato, mesmo, vai pra praia. Pelo menos no verão o tipo também se transfere.
O jornalista e escritor Luis Fernando Verissimo conta um pouco: A SAPA - Sociedade Amigos de Porto Alegre - foi criada pelo publicitário Jesus Iglesias. Lá pela década de 70, quando Porto Alegre era ainda mais calma.
Para ser membro bastava acreditar, como o Jesus, que não havia melhor lugar no estado para se veranear do que Porto Alegre.
“Sua vantagem sobre os outros balneários era enorme: tinha uma infra-estrutura que nenhum outro tinha, mais cinemas, mais restaurantes - e esvaziava no verão, ao contrário dos outros, que enchiam. Ficava perto do mar (está bem, não tão perto, não se podia ter tudo), mas ventava menos e o risco de queimaduras ou bicho-do-pé era menor...”.
 A SAPA não tinha sede e, “que eu saiba, nunca se reuniu formalmente. Quer dizer, seus  membros  também não precisavam se incomodar com estatutos, atas, eleições de diretoria, etc., além de só conhecerem engarrafamentos na freeway de ouvir falar, e dar risada”. 
E encerra: “O Jesus, infelizmente, já morreu. A única desvantagem da SAPA não existir formalmente é que não há um lugar onde colocar a placa que o seu fundador merece”.
É bom esclarecer que este texto do Verissimo faz parte do guia Porto Alegre é Assim!, que sai neste ano.

(continua)

topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
Jaime Cimenti*

Já foi na Shiga?
Já foi na Praça Província de Shiga? Não? Então vai. O que estás esperando?
Assim que possível, vai! Uma overdose de palavras, sons, imagens, e-mails, telefonemas, buzinas, notícias desgraçadas e o escambau, pega teus quinze minutos mínimos e necessários "zen" e vai lá. De repente mereces.  Escala a Cristóvão, logo depois da esquina com a Marechal José Inácio da Silva entra no portão da Shiga. Ela foi oferecida ao povo gaúcho pela Província de Shiga-Japão, Estado-Irmão, em comemoração ao convênio de fraternidade assinado entre os dois estados.
O que é o estudo, hem? Olha, sempre que posso vou lá. Subo pelas trilhas, sinto o perfume de jasmim-do-cabo e sento numa grande pedra, ao lado da cachoeirinha. De tarde a pedra fica na sombra, fresquinha. As águas do tempo escorrem entre as pedras e os bambus.
Fecho os olhos para pensar em nada. Pretensioso para caramba, tento mergulhar em profundo estado de consciência pura. Os ruídos dos veículos da Plinio, da Marechal e da Cristóvão não me perturbam. Nada me perturba quando estou na Shiga.
Só me perturba a beleza das gurias que vão tirar fotos lá. Relaxa o ombro, arruma o cabelo, pensa numa coisa boa, diz algum fotógrafo. A menina  vai entregar um sorriso lindo, de aparelho. Uma criança vai te perguntar se pode colocar a mão na água. Pode, com cuidado para não escorregar, vais responder. Shiga, a melhor porção-Japão de Porto.
Grande pequeno triângulo verde de Higienópolis transmitindo fraternidade, beleza e inspiração. Mais bonita ainda no inverno, com suas azaléias, cerejeiras, ameixeiras e extremosas e outras delicadezas florais. Vai lá, meu! Terça a domingo, 9h às 12h, 13h30min às 18h.
Campai, longa vida para nós e para a Praça.

* É advogado e jornalista, colunista de literatura do Jornal do Comércio.

 

topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

Santana, o bairro dos negros alforriados
Um arraial chamado São Miguel tornou-se o bairro Santana, próximo ao centro de Porto Alegre. Era um banhado, cortado pelo Arroio Sabão. Tinha poucas casas distribuídas pela rua principal, a Santana, que chamava-se Rua dos Pretos Forros, escravos que haviam sido alforriados.
Onde hoje está o mais belo parque da cidade, a Redenção, havia um prado e por isso habitantes de outras regiões começaram a se mudar para a zona. Isso lá por 1860, por aí. Em 1865, o Visconde da Boa Vista, governador da província, decide construir outras ruas, que cortavam a Rua dos Pretos Forros.
No final do século XIX, foi construído o Prado da Boa Vista, na Rua Boa Vista. Tinha um tamanho acim das necessidades da época, tanto que depois da mudança para a zona norte, parte se transformou no campo de futebol do Sport Club Americano, que foi campeão da cidade em 1924, 28 e 29.
Neste tempo, a Rua dos Pretos Forros já havia mudado seu nome para 28 de Setembro, data da Lei do Ventre Livre. Pouco depois passou a chamar-se rua Santana, em homenagem a um dos primeiros nomes da capital, o de Sesmaria do Morro Santa Ana. Recebia também nova nomenclatura a Rua Boa Vista, então Vicente da Fontoura.
Logo após estas mudanças, a rua Santana é ampliada, ultrapassando o Riacho, através de uma ponte. Criou-se a linha de bondes da Companhia Carris Urbanos, para o Partenon – claro, através do Bom Fim e da rua Santana.
Nas décadas de 60 e 70 o Carnaval da Santana era famoso, tanto que as escolas saíam do desfile oficial e para lá iam desfilar de novo, sem preocupações. Brincavam apenas.



topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
Jayme Copstein*

A “missão” de Fortini
O velho Archymedes Fortini, do qual já quase ninguém mais fala, marcou o jornalismo antigo. É nome de rua no Centro da cidade por ter sido benfeitor da Santa Casa de Porto Alegre e do Hospital da Criança Santo Antônio. Não pára aí sua contribuição à cidade: entre as muitas outras, está o monumento ao Expedicionário no Parque Farroupilha.
Conheci Fortini quando fui trabalhar no Correio do Povo, em 1968. Já passava dos 80 anos, mais de 60 deles trabalhando no velho “Róseo”. Não fora para casa, para curtir a aposentadoria, porque não quisera.
Em 1945, ao comemorar o cinqüentenário do Correio do Povo, Breno Caldas achou que devia recompensá-lo pelos serviços prestados. As relações de Fortini com os banqueiros da época tinham sido decisivas para angariar o financiamento que preservou o jornal da falência, quando Caldas Júnior morreu em 1913.
No dia de Santo Antônio, do qual era devoto, Fortini foi chamado ao gabinete de Breno Caldas, para receber a notícia: seria aposentado com os vencimentos integrais e ganharia uma viagem à Itália, incluída no roteiro a tão sonhada romaria ao túmulo do santo da sua predileção. 
Fortini só balbuciou um “obrigado” e voltou para a redação sem comentar nada com os colegas. Dali a instantes, o secretário da redação, Paulo de Gouvêa, avisou Breno Caldas que Fortini chorava copiosamente, debruçado em sua mesa, sem atender a ninguém.
Breno foi à redação e perguntou:
– O que há, Fortini?
A resposta foi um furacão. Fortini, que sempre tratava o diretor por senhor, levantou-se com o dedo indicador em riste e voltou ao “tu” dos tempos em que Breno Caldas era moleque e de vez em quando era trazido pela mãe para visitar o jornal.
– Tu não podes fazer isso comigo. Se teu pai fosse vivo, tu ias ver uma coisa...
Fortini, baixinho, Breno Caldas, de estatura elevada, a ameaça, vindo de baixo para cima, tornava a cena engraçada. A redação inteira parou, entre comovida e divertida, à espera do desfecho.
Breno Caldas, fingindo severidade, mal contendo o riso, disse entre dentes:
– Então, tu queres mesmo é trabalhar, não é?     
Fortini retomou imediatamente o cerimonioso “Sim, senhor, doutor Breno!”.
“Pois bem”, continuou Breno Caldas. “Vais trabalhar como nunca na tua vida. Primeira missão: Itália. Me traz uma reportagem completa sobre o túmulo de Santo Antônio. Ai de ti que tu não tragas. Olho da rua!”
Feliz da vida, Fortini respondeu solene: “Sim, senhor, doutor Breno!”
Na volta da missão trouxe o material que reuniu em livro – O poder da fé em Santo Antônio – após tê-lo publicado nas edições dominicais do Correio do Povo. E continuou trabalhando por mais 20 anos, até seis meses antes de morrer, em 13 de junho de 1973. Por coincidência, dia de Santo Antônio, o santo da sua devoção.

* Jornalista, radialista e escritor, cronista do www.coletiva.net


topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

Acampamento Farroupilha
A Semana Farroupilha é sobretudo uma grande festa pública, dos gaúchos. Desde que foi oficializada, em setembro de 1964, o governo do Estado dedica-se as comemorações, verdadeira tradição. A celebração da independência farroupilha é feita também com almoços, jantares, bailes, shows, conferências, acampamentos, palestras e exposições, organizadas na capital e em todo o interior, com o apoio do Movimento Tradicionalista Gaúcho, através de centenas de Centros de Tradição Gaúcha.
A Guerra Farroupilha constituiu apenas um entre inúmeros movimentos armados liberais, federalistas e separatistas por todo o Brasil, inicialmente, contra o regime português e, depois de 1822, contra o Estado imperial.
A revolução dos Farrapos, contra o regime imperial, foi um movimento elitista, segundo os historiadores, "promovido pelos grandes criadores, que não contou com a unanimidade dos fazendeiros". Outros movimentos liberais federalistas e liberais separatistas enfrentaram a Regência e o início do II Império: Ceará (1831-32); Pernambuco (1831-35); Minas Gerais (1833-35); Bahia (1837-38); Grão-Pará (1835-40), Maranhão (1838-41); Rio Grande do Sul (1835-45).
Os comerciantes, a população urbana, os colonos alemães, entre outros, optaram pelo Império, levando a que os Farrapos perdessem rapidamente o controle das grandes cidades e, sobretudo, do litoral.
Porto Alegre resistiu por três vezes ao cerco farroupilha.
Mesmo assim, a principal homenagem ao movimento acontece na capital gaúcha, com o tradicional Acampamento Farroupilha, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho. Dezenas de CTGs e entidades instalam-se na área no início de setembro até o dia 20, a data máxima. Cerca de 800 mil pessoas participam do evento. No dia 20, feriado estadual, acontece o Desfile Farroupilha, na avenida Perimetral.
É a maior festa do Rio Grande do Sul.


topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!

Fernando Albrecht*

Histórias do Palácio Piratini
Quando assumiu como governador, Olívio Dutra disse que não usaria a ala residencial do Palácio Piratini e continuaria morando no seu modesto apartamento da Assis Brasil. Rendeu-se lá pelas tantas do mandato. Jair Soares jurava que ouvia as vozes dos famosos fantasmas durante a madrugada. Synval Guazzeli chamava seu assessor de imprensa preferido de "Flecha Ligeira", por motivos óbvios. Era uma tartaruga.
O Palácio Piratini tem tantas histórias que certamente uma delas teria a ver comigo.
Em meados dos anos 60, após a Revolução de 1964, pouco antes de entrar na Zero Hora, eu morava na Duque de Caxias, altura do Alto da Bronze. Trabalhava no Banco da Província e tirava Jornalismo na Ufrgs. Uma eme de dar dó. Bateu um inverno rigoroso, o pior da década, e eu não tinha um mísero cobertor digno deste nome.
Um dia, fui jantar no apartamento de uma amiga minha, em um prédio também na Duque, esquina com a Marechal Floriano. Sabedora da situação, até porque ela já tinha passado muito frio na minha humilde morada durante um combate de Eros, me deu um cobertor de primeiro mundo.
Embrulhei o dito cujo em rolo e me fui satisfeito para casa.
Era alta madrugada, chovendo. Na época, qualquer militar de cabo para cima se achava salvador da pátria, com direito a ser truculento. Quando passei na frente do Palácio, o brigadiano que montava guarda me parou, apontando sua arma. E botou o dedo no cobertor.
- Desenrola!
Certamente achava que o cobertor escondia algum fuzil. E tive que desenrolá-lo na calçada, encharcando meu rico presente por causa da boçalidade de um guardinha metido a besta. Pra quê? Pra nada, como dizem os versos do poeta pernambucano Ascêncio Ferreira sobre as bravatas dos gaúchos.

* É colunista diário do Jornal do Comércio, apresentador da Band AM de Porto Alegre e do site www.fernandoalbrecht.com.br, onde foi publicada esta história.


topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

O filme
Porto Alegre comemora em 26 de março mais um aniversário. São 235 anos de vida que seus habitantes têm muito orgulho de comemorar, das mais variadas formas, durante uma Semana. Uma das mais aguardadas homenagens é o filme Porto Alegre – Meu Canto no Mundo, um documentário que conta, basicamente, a história de seu povo.
Uma ficha técnica com o que há de melhor na produção cinematográfica do Rio Grande do Sul. Confira:
Montagem: Rogério Ferrari
Roteiro: João Knijnik e Jaime Lerner
Assistente de Direção: Alan Mendonça
Direção de Fotografia: Jaimer Lerner
Música Original: Daniel Sá
Edição de Som: Pedro Figueiredo
Produção Executiva: Cícero Aragon
Direção: Cícero Aragon e Jaime Lerner



topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

O bom buffet
O DaDo Garden Grill é um bom restaurante no Shopping Praia de Belas. O cardápio é composto basicamente por carnes e saladas, e ainda um espaço para pastas.
O Grill é um jardim com uma arquitetura moderna que oferece quatro alternativas de buffet para almoço ou jantar:
Buffet saladas, buffet de pratos quentes e massas, buffet de grelhados e assados, além de um buffet de sobremesas.
Contatos: 51 3233 0696

Almoço
Buffet livre em dias da semana - R$ 20,90.
Buffet livre nos sábados, domingos e feriados - R$ 23,90.

Jantar
Buffet livre em dias da semana - R$ 18,90.
Buffet livre nos sábados, domingos e feriados - R$ 20,90. Sobremesa em dias da semana - R$ 4,50.
Sobremesa nos sábados, domingos e feriados - R$ 5,50.


topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

1906 – Uma Macchina Veloz na Cidade
Organizada pela Secretaria Municipal da Cultura, a mostra apresenta 14 painéis fotográficos, que registram os primeiros automóveis em Porto Alegre. Entrada franca até 11 de março, na Usina do Gasômetro – Galeria dos Arcos.
Na Sala P.F. Gastal (no terceiro andar da Usina) um ciclo de filmes sobre a chegada dos carros nas cidades.
Em 1906, a capital gaúcha assistiu um desfile inusitado – uma “máquina veloz”, para aqueles que estavam acostumados a pilotar carroças puxadas por animais. Era um De Dion Bouton, fabricado na França, trazido por Januário Grecco, imigrante italiano que estabeleceu-se como comerciante de alimentos e, em poucos anos, destacou-se como representante de Francisco Matarazzo.

Os filmes:

Os Sete Amores (1925) – com Buster Keaton. Terça, às 17 horas, e quinta, às 19 horas.

A Turba (1925) – de King Vidor. Quarta, às 20h30min.

o homem moscaO Homem Mosca (1923) – com Harold Lloyd. Quarta, às 19 horas, e quinta, às 17 horas.

Aurora (1927) – de F.W. Murnau. Quarta, às 17 horas, e quinta, às 20h30min.



topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

Borges de Medeiros É uma das mais importantes avenidas de Porto Alegre. Atravessa o centro da cidade. Em 20 de setembro de 1935 foi inaugurado o Parque Farroupilha e a Exposição do Centenário Farroupilha. Também foi aberta oficialmente a Avenida Borges de Medeiros.
É uma homenagem – justa? – a um advogado e político nascido em Caçapava em 1863 e falecido em Porto Alegre, em abril de 1961. Foi presidente do Rio Grande do Sul por 25 anos, durante a República Velha. Antônio Augusto Borges de Medeiros é representante da primeira geração republicana. Depois da morte de Júlio de Castilhos em 1903 tomou conta do Partido Republicano Rio-grandense.
Em 1892, quando surgiu o Superior Tribunal de Justiça do Estado, foi escolhido para desembargador, cargo que renunciou pouco depois por considerá-lo incompatível com sua atividade política.
década de 40Borges de Medeiros também atuou no levante constitucionalista de 1932, aonde apoiou os paulistas, no movimento legalista.
Borges de Medeiros elegeu-se deputado federal à Assembléia Nacional Constituinte de 1933, fazendo oiposição ao Governo federal. No ano seguinte, foi candidato à Presidência da República, em eleição comandada pelo Congresso Nacional. Foi um vareio: teve 59 votos contra 174 de Getúlio Vargas.
Avenidas com o nome do político existem em todo o RS e em capitais brasileiras.


topo leia os textos anteriores
histórias da rua da praia!
da Redação

Horizontes, uma belíssima música, interpretada por Vitor Hugo e Ângela Jobim.
A música é de Flávio Rocha e fez parte da antológica peça teatral Bailei na Curva, sucesso dos anos 80 em todo o RS.

Escute!


topo leia os textos anteriores
Todos os direitos reservados © 2007 - palegre.com webdesign por Gustavo Previdi