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| José Luiz Prévidi |
Temos o irrestrito apoio do vereador Guilherme Barbosa, do PT de Porto Alegre, para terminar com o absurdo desperdício de água, que é lavar calçadas com mangueira. Quem passear pelas ruas da capital gaúcha, nas primeiras horas da manhã, constatará essa triste prática. Em qualquer rua se encontra uma pessoa “varrendo” folhas, por exemplo, com a água da mangueira.
Sabemos que a atividade parlamentar no Brasil é complicadíssima, ainda mais quando se trata de uma iniciativa legislativa. Um projeto de lei, por exemplo. Mas o vereador e nós, porto-alegrenses da Facpa, não desistimos. O vereador, como ex-dirigente do DMAE, fica indignado quando vê alguém lavando calçadas com água tratada. E começou a articular a elaboração de um projeto para coibir o abuso.
É sempre bom lembrar que a Prefeitura de Paris gastou alguns milhões de euros para que as pessoas não deixassem que as ruas fossem tomadas por cocô de animais domésticos.
Aqui, na capital gaúcha, bastou uma lei, que prevê multa para quem não recolhe dejetos, pronto!, dono de cachorro está sempre com uma sacolinha de plástico para ajudar na limpeza das ruas. E não sei de ninguém que tenha sido multado por não cumprir a legislação.
Na segunda quinzena de abril foi noticiada, discretamente, a apresentação de projeto, do deputado Giovani Cherini, do PDT do RS, disciplinando a lavagem de calçadas e carros.
Aí recebemos novo e-mail de Guilherme Barbosa:
“Já estamos debatendo o projeto de lei proibindo a lavagem de calçada com água tratada. Você já deve ter tomado conhecimento que o Dep. Cherini tem projeto semelhante, inclusive proibindo também a lavagem de carro, com mangueira. Portanto, mais abrangente. Caso a lei estadual seja votada e receba a sanção da governadora, ainda da nossa, o assunto fica resolvido, tendo em vista a hierarquia das leis. Saudações”.
Ótimo! Um projeto simples e direto do deputado Cherini.
Dispõe sobre a proibição do uso de água tratada canalizada na lavagem de calçadas e veículos automotores no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul.
Art. 1º Fica proibida a utilização de água tratada canalizada para lavagem de calçadas e veículos automotores no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul.
Parágrafo único. Para fins desta Lei, define-se água tratada como aquela fornecida pelas companhias de abastecimento público de água, dentro de parâmetros químicos e biológicos indicados para o consumo humano.
Art. 2º A limpeza de calçadas somente deverá ser feita através de varredura e recolhimento de detritos, ou através da utilização de baldes, panos molhados ou escovão, sendo expressamente vedada lavagem com água tratada canalizada exceto em casos que sejam imprescindíveis à eliminação de material contagioso ou outros que tragam dano a saúde.
Art. 3º Excetuam-se do disposto nesta Lei as secretarias e os órgãos da administração pública direta e indireta, os Poderes Legislativo e Judiciário, o Ministério Público, bem como os estabelecimentos prestadores de serviços de lavagem de veículos devidamente autorizados junto ao poder público.
Art. 4º Esta Lei poderá ser regulamentada para garantir a sua execução.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões, em 3 de abril de 2007.
Deputado Giovani Cherini
Vamos aguardar. Sabem que o processo legislativo é demorado, burocrático. E sempre aparece alguém contra. Mas tenhamos paciência.
Na próxima edição vamos ouvir o atual diretor-geral do Departamento Municipal de Água e Esgoto – DMAE –, Flávio Presser.
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| da Redação |
Renato Ritter pisou no pé da cidade
Conheço a família Ritter há muitos anos. É tradicional do trade turístico. Administram dois excelentes hotéis em Porto Alegre. São lideranças da hotelaria gaúcha. José Reinando Ritter, por exemplo, é presidente da seccional RS da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. Ricardo Ritter é presidente do Porto Alegre Convention & Visitors Bureau, entidade que busca atrair grandes eventos para a cidade.
Quinta, 26 de abril, coluna Painel Econômico do jornalista Danilo Ucha, no Jornal do Comércio de Porto Alegre, chama a atenção uma nota – Hotelaria.
Está escrito pelo responsável e respeitado jornalista:
Conversei com um dos mais tradicionais hoteleiros da cidade, Renato Ritter, e ele explicou que 2006 “foi o pior ano para a hotelaria gaúcha”. Por quê? Segundo ele, “pela perda de importância de Porto Alegre, pelo fato de que os gaúchos viajam pouco e porque pouca gente vem do Brasil ou do exterior para o Rio Grande do Sul”.
Mais adiante:
Estávamos ouvindo palestra do diretor da RGE, Luis Henrique Ferreira Pinto, que anunciou a mudança da sede da empresa de Porto Alegre para Caxias do Sul. “É isso aí – disse Ritter – tudo sai de Porto Alegre”.
Com todo o respeito que o sr. Renato Ritter merece, são comentários que poderiam ter ficado apenas em pensamento, mesmo que expressassem a verdade. Poderiam ter sido feitos ao jornalista, mas com a ressalva de que eram em “off”. Simples.
No entanto, são comentários, no mínimo, discutíveis. A própria Secretaria Municipal do Turismo pode contestá-los. Até mesmo o Porto Alegre Convention tem dados diferentes – mais animadores. De repente, o sr. Renato Ritter estava, naquele almoço, desiludido com alguma situação pontual.
Na edição seguinte da coluna de Danilo Ucha uma informação:
Com a meta de aumentar em 20 por cento a realização de eventos, a Associação Brasileira de Empresas de Eventos e o Porto Alegre Convention & Visitors Bureau promovem, às 8h30min, café da manhã com organizadores, promotores e fornecedores do setor, no Blue Tree Towers Porto Alegre.
A luta continua!
E logo que chegarem as carteirinha do Fã-Clube de Porto Alegre – Facpa – o sr. Renato Ritter irá receber a sua!
Bem-vindo ao Facpa! (JLP)
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| da Redação |
Jardim Botânico
Se o dia estiver bonito, o Jardim Botânico é um agradável passeio, mesmo para aqueles que não são fanáticos pelo verde. Próximo ao centro da cidade, os 30 hectares da área foi aberto ao público em 1958 com a exposição das primeiras coleções de palmeiras e outras espécimes. A partir de 1974 foram criadas coleções botânicas de espécies organizadas por formações florestais, famílias botânicas e grupos temáticos. Atualmente, é considerado um dos cinco maiores jardins botânicos do Brasil, pela diversidade das coleções de plantas.
Na área está o Museu de Ciências Naturais, que dedica-se a pesquisa sobre a biodiversidade, incluindo a fauna e a flora e os ecossistemas terrestres e aquáticos.
Com três mil metros quadrados, tem laboratório, gabinetes, salas de exposições e de coleções científicas, com um acervo constituído por mais de 432 mil exemplares de animais e plantas.
No Viveiro, o Jardim Botânico produz mais de 120 espécies nativas, ornamentais e medicinais. Os preços variam de dois a quarenta reais.
O Jardim Botânico fica na rua Salvador França, 1427.
Para visitá-lo você pode optar pelas seguintes linhas:
- Ônibus Jardim Botânico - Linha 40
- Ônibus Petrópolis/PUC - Linha 476
- Ônibus Linha T2
- Ônibus Linha T11
- Lotação Jardim Botânico
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| da Redação |
Centro
Porto Alegre começou onde hoje está o Centro. Em razão do Guaíba, é claro. As pessoas foram chegando e se instalaram, se organizaram, traçaram as primeiras ruas. Muitos livros foram editados para contar a história da cidade e do Centro.
É praticamente impossível contar a história do Centro. Por isso, vamos focar alguns pontos interessantes.
Uma das histórias mais fantásticas – e jamais explorada pelas administrações, como ponto turístico – é a do muro que cercava a cidade. Depois de uma certa hora, o portão era fechado e ninguém entrava ou saía. Os invasores/saqueadores foram sempre temidos. Até hoje a praça Conde de Porto Alegre é conhecida como praça do Portão.
Era chamado de Portão Colonial, o marco da entrada da cidade. Foi construído em 1773 quando José Marcelino de Figueiredo trouxe a capital da Capitania de São Pedro. A vida da cidade passou a acontecer a partir do Largo do Portão. Fora do perímetro da cidade – ou seja, além do portão – se construiu a Santa Casa de Misericórdia, por exemplo. A Praça do Portão passou a denominar-se em 1873 Praça General Marques e, em 1912, Conde de Porto Alegre.
Pelourinho?
Isso mesmo, em dezembro de 1810 foi instalada oficialmente a Vila de Porto Alegre. O símbolo de autonomia era exatamente um pelourinho. Ficava ali na frente da Igreja das Dores, na rua da Praia.
Jamais houve uma exploração turística do local.
Outra: a rua Duque de Caxias é uma das mais antigas e tradicionais. Chamou-se rua Formosa, no século XVIII, e rua Alegre, no início do século XIX. O primeiro nome oficial, no entanto, foi o de rua da Igreja, devido ao fato de a Igreja da Matriz ter sido, durante um certo tempo, a única da cidade.
Originalmente conhecido como “Altos da Praia”, o local onde foi construída a Igreja da Matriz acabaria sendo chamado de Praça da
Matriz, onde está o Palácio Piratini, iniciado em 1784, e da Casa da Junta. Destes três prédios - os principais da cidade e concentrados na mesma rua - o único que se manteve de pé desde a sua construção, em 1790, foi o da Casa da Junta, que sediou inicialmente o Fisco e, de 1835 a 1967, a Assembléia Legislativa.
Mesmo depois de construídas as igrejas das Dores e do Rosário, a rua da Igreja ficou assim conhecida. Só em 1869, por determinação da Câmara Municipal, passou a chamar-se rua Duque de Caxias.

A primeira planta da cidade, de 1833, feita por Livio Zambeccari.
Está no Acervo Museo Del Risorgimento, em Bologna, na Itália.
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| da Redação |
Antônio Álvares Pereira Coruja
Nasceu em Porto Alegre em 31 de agosto de 1806 e faleceu no Rio de Janeiro a 4 de agosto de 1889. Foi professor primário e estudioso do linguajar do gaúcho. Era deputado provincial em 1835 e envolveu-se na Revolução Farroupilha; foi preso em 1836 e enviado para o Rio de Janeiro, de onde nunca mais saiu - da cidade, é claro.
Fundou no RJ o Colégio Minerva, de grande reputação. Foi um dos grandes escritores didáticos do Brasil imperial, publicando gramáticas, aritméticas, resumos de História, além de críticas e estudos sobre sua Província. O velho Coruja morreu ignorando a existência do folclore, mas fixou elementos preciosos de etnografia nos seus livros. Escreveu um clássico: Reminiscências de Porto Alegre, em 1881.
Publicou várias obras – a primeira em 1852 Coleção de Vocábulos, inicialmente na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em 1838, publicou Lições de História do Brasil e o Manual do Estudante de Latim. Seu último trabalho foi Ano Histórico Sul Riograndense, publicado no Rio em 1889.
Hoje, no Museu da Caixa Econômica Federal tem uma litografia do professor Coruja por ser o primeiro depositante da instituição, em quatro de novembro de 1861.
Antônio Álvares Pereira agregou a seu nome o apelido Coruja que recebeu na infância. Segundo contava, guri pobre, ganhou a designação porque foi para a aula com uma roupa de cor indefinida, que um colega definiu como sendo "de coruja".
Seus últimos tempos foram horríveis, porque meteu-se com um sócio, que o deixou sem dinheiro algum. Viúvo, e tendo falecido o único filho, passa os últimos meses de vida quase na miséria.
O professor Coruja tinha um prazer especial em relembrar as coisas de Porto Alegre. Não deixou de lado especialmente as coisas da vida diária, os nomes da ruas, as figuras e a cultura popular.
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| da Redação |
Festival Brasil Sabor
A segunda edição do Festival Brasil Sabor acontece até 20 de maio e terá a participação de aproximadamente 1.500 restaurantes em 26 estados brasileiros, envolvendo 150 cidades, em uma ação de promoção e valorização da gastronomia brasileira.
É uma promoção da Abrasel, Sebrae e Ministério do Turismo. O evento tem como objetivo demonstrar que além de seus belos roteiros turísticos e de sua valiosa cultura, o Brasil possui uma riqueza de dar água na boca: a gastronomia.
Como na primeira edição, as casas participantes oferecerão, simultaneamente, ao público, a preços diferenciados, durante todo o período do festival, um prato específico para o evento, que represente da melhor maneira a especialidade da casa e que leve em consideração as características e tradições de cada região ou estado.
A relação dos restaurantes de Porto Alegre está em http://www.brasilsabor.com.br/festival/restaurantes/todos/72
Confira e bom apetite!
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Fernando Albrecht* |
A história de um eclipse
Na comemoração do Dia do Índio, alguém lembrou as tribos carnavalescas da Capital – Tapuias, Comanches, Goitacazes e outras. Sem gozação. No passado, eram fortíssimas, com seus esforçados integrantes usando cocares feitos de espanadores. Teve um ano que os Comanches tiveram como tema de samba-enredo "Ascensão e Queda do Império Inca". E falavam tupi-guarani. No início dos anos 60, os desfiles eram na Borges de Medeiros. Aí, inventaram os carros alegóricos.
Num destes desfiles, uma tribo resolveu parar o veículo (empurrado a muque) na esquina com a Andradas, para ser filmada pelo caminhão de externa da TV Piratini. Na pose, esqueceram de segurar a viatura carnavalesca, e o bicho inventou de descer a avenida.
Restou à indiada correr atrás do prejuízo - só foram alcançá-lo na altura da Guaspari.
Num outro desfile, aconteceu uma maravilhosa. O tema era em torno do Sol (um homem) e a Lua (uma mulher). Quando o Sol dançava, a Lua se fingia de desmaiada e vice-versa. O problema é que o Sol tinha bebido demais e lá pelas tantas em vez de amanhecer, apagou.
- Acorda o Sol - berrou o aflito cacique.
Desesperada com o fiasco, a Lua dançava cutucando o Sol, pra ver se ele acordava. E nada. Vai daí que a certa hora a Lua encheu o saco e passou a dar pontapés no astro.
Quando um pegou em cheio os países baixos o sujeito acordou e, mesmo adernado, completou o ritual.
Foi a primeira vez que se viu um eclipse alcoólico no Sol.
* É colunista diário do Jornal do Comércio, apresentador da Band AM de Porto Alegre e do site www.fernandoalbrecht.com.br, onde foi publicada esta história.
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| da Redação |
Galpão Crioulo
A Churrascaria Galpão Crioulo, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, foi criada em 1984. Dois anos depois, um incêndio destruiu tudo. A nova sede é a que persiste até hoje. Nesses 21 anos de existência a churrascaria passou por diversas modificações. Para melhor.
O rodízio é um dos melhores da cidade, com cortes magníficos. Um dos destaques são as comidas campeiras. A Galpão Crioulo apresenta um buffet de comidas campeiras como o Arroz de Galpão, o Arroz Carreteiro, o Feijão Mexido, o Quibebe e o Feijão Campeiro.
Os shows tradicionalistas são apreciados por turistas de todo o país.
Confira no
Parque Maurício Sirotsky Sobrinho
Estância da Harmonia
Fone/Fax (51)3226 8194 / 3226 9369
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| da Redação |
Best Jump
O The Best Jump 2007 - 39º Concurso de Saltos Internacional Cidade de Porto Alegre começa na quarta, dia 2, e segue até domingo, dia 6, na Sociedade Hípica Porto-Alegrense. São cerca de 300 conjuntos brasileiros e latino-americanos.
O evento já é uma referência junto aos praticantes e amantes de hipismo e estabelece um patamar de qualidade ao conjunto que disputa a competição. Com 36 provas e uma premiação de cerca de 140 mil reais, grandes atletas do hipismo nacional e internacional participam da competição. Entre os nomes confirmados, estão Karina Johannpeter, Denis Gouvêa, Vitor Alves Teixeira, Bartolomeu Bueno de Miranda Neto e Rodrigo Sarmento, grande campeão do The Best Jump do ano passado.
A prova Warm Up, conhecida como "Carro-Cavalo", abre oficialmente o torneio na quarta, às 17 horas.
A entrada é franca.
Informações pelos (51) 3264.1099 / 3264.1326 / 3264.1640 / 3265.4939
A Hípica fica na avenida Juca Batista, 4931, em Belém Novo.
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| da Redação |
Plínio Brasil Milano
É nome de uma importante avenida da cidade e ele é o Patrono da Polícia Civil.
Plínio Brasil Milano nasceu no Alegrete, em 7 de outubro de 1908, e deixou de viver em 22 de dezembro de 1944, em Montevidéu.
Diplomado pela Faculdade de Direito de Porto Alegre, em 1932, foi colaborador na reorganização do aparelho policial do RS. Foi titular em várias delegacias. Como delegado do DOPS, organizou o Serviço de Contra-Espionagem. Funcionava eficientemente e terminou, no Rio Grande do Sul e no Brasil, com uma rede de espionagem nazista. Ainda na DOPS, criou cursos para aprimoramento de funcionários, a biblioteca, um museu de armas, um refeitório e a revista Vida Policial.
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| Clábio Gomes* |
Carreteiro de pinhão
Ingredientes:
1/2 kg de pinhão, 1/2 kg de arroz, 1 cebola, 1 tomate, 1 pimentão, 3 dentes de alho
temperos a gosto.
Preparação:
Cozinhar o pinhão,
Picar o pinhão em pedaços pequenos e colocar na panela para fritar.
Esmagar o alho e picar juntamente com a cebola, pimentão e tomate.
Colocar a cebola e o alho picados para fritarem.
Juntar o arroz e deixá-lo fritando um pouco.
Colocar água fervendo até dois dedos acima do arroz.
Provar o sal e cozinhar em fogo baixo.
* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br
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| da Redação |
Anoiteceu em Porto Alegre
Mais uma dos Engenheiros do Hawaii. É do CD O Papa é Pop, de 1990.
Confira.
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