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A luta continua!
José Luiz Prévidi

O bordão é antigo, mas vale para terminar com o absurdo desperdício de água, que é lavar calçadas e carros com mangueira. Em qualquer rua se encontra uma pessoa “varrendo” folhas, por exemplo, com a água da mangueira. Ou mesmo lavando uma Brasília 78. Um absurdo, tratando-se de água tratada e pronta para que a gente possa beber. Até com flúor.
O diretor-geral do Departamento Municipal de Água e Esgotos, o nosso Dmae, Flávio Presser, diz que o problema é saber a quem caberá a fiscalização. No Correio do Povo, no início de maio, ele explica: “O grande instrumento para o racionamento da água é a aplicação da tarifa progressiva. As pessoas só mudam o comportamento quando fazem o cálculo do custo-benefício”.
Parêntesis: enviei cinco perguntas ao diretor Presser e não tive resposta
Agora eu explico: Na frente do meu edifício tem uma bela casa de dois andares. Sei lá o motivo, mas as pessoas na noite fazem xixi no portão da garagem do cara. Principalmente nos finais de semana. E um dos filhos do dono da casa adora nos finais de semana lavar o portão e a calçada com mangueira.
Outro dia não me contive e fui falar com ele.
- Rapaz, tu estás lavando a calçada com essa água que a gente bebe. Pô, é uma sacanagem tua.
- Com toda a consideração que tenho por ti, digo que é o meu pai que paga a conta e eu ainda ajudo. Quer dizer, ninguém tem nada a ver com isso.
Mudei de assunto. É impossível conversar com alguém que pensa assim.
Mas, felizmente, o vereador Guilherme Barbosa está nesta luta e o deputado estadual Giovani Cherini apresentou projeto disciplinando a lavagem de calçadas e carros. E a proposta está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia.
Estamos de olho!
A luta continua!!

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facpa! topaz?
da Redação

FACPAN: será que existe?
É muito difícil que exista um Fã-Clube de Porto Alegre do Norte. É uma cidade nova, criada em 13 de maio 1986, localizada no Vale do Araguaia e faz parte da Amazônia Legal. Ah, sim, no Estado do Mato Grosso. Está a 1.125 quilômetros de cuiabá. É banhada pelos rios Tapirapé e Xavantinho, sonhos de todos os pescadores, com fartura de piaus, pacús, pintados, pirarucus e tucunarés. A região também é conhecida como rota do Rali dos Sertões, que passa pela cidade no mês de agosto.
A economia da co-irmã é baseada na pecuária, mas o cultivo do algodão e, principalmente do girassol, tem um bom espaço. Inicialmente a safrinha do girassol era plantada para o aproveitamento dos resíduos na preparação do solo para cultivo da soja. Agora a cultura tomou proporções maiores. Na safra 2004/2005 foram colhidas 34 sacas de sementes de girassol por hectare.
Além do óleo, no município é produzido também o farelo do girassol que serve como suplemento alimentar para o gado. Em Porto Alegre do Norte está localizada uma empresa esmagadora que gera até 100 empregos diretos. Como compra a safra dos produtores do leste mato-grossense, a empresa chega a gerar cerca de três mil empregos indiretos na região.
Se encontra pouca informação da cidade. E quando se encontra são conflitantes. Mas fazendo uma média pode-se afirmar que são 10 mil norte-porto-alegrenses – 51 por cento na área rural. Tem 3492,25 quilômetros quadrados.
As origens de Porto Alegre do Norte estão ligadas ás de Luciara, cidade criada por Lucio Pereira da Luz. Aí seus vaqueiros José Domiciano, Dionel e José Barula subiram o rio Tapirapé até chegarem ao lugar onde hoje está Porto Alegre do Norte. Ali estabeleceram seus ranchos.
Também há divergências: alguns moradores afirmam que os fundadores foram Domingão e Alexandre Quirino de Souza. Tanto que a Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus chama-se Alexandre Quirino de Souza.
O primeiro nome da localidade foi Cedrolândia, devido à grande quantidade de cedro, planta típica da Amazônia usada na construção de móveis. Com o passar do tempo à povoação se concentrou ás margens do rio Tapirapé passando a ser chamada de Beira Rio.
Os comerciantes chegavam de canoas, depois de cinco dias de viagem rio acima. Comemoravam a venda de suas mercadorias com festas no povoado. Para eles era um “porto bastante alegre”, passando a ser assim conhecida.

Deram uma mancada: a Lei 5.306, de 11 de junho de 1981, criou o distrito com nome de Porto Alegre. O município mesmo foi criado pela Lei 5.010, de 13 de maio de 1986, com o nome de Porto Alegre do Norte. O “do Norte” foi acrescido por motivos óbvios.
Conseguimos descobrir dois hotéis: o Brasil e o Carajás. O primeiro está na rua São Pedro, 738; o outro na avenida Betumarco, 795.
Isto não significa que o Porto Alegre é Assim! os recomenda – bem entendido.

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histórias da rua da praia!
da Redação

Igrejas
Todas no Centro da cidade. Um bom passeio para o final de semana

Catedral
Na avenida Duque de Caxias, na praça Marechal Deodoro (praça da Matriz)
O antigo prédio da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Madre de Deus de Porto Alegre, construído entre 1779 e 1820, foi derrubado em 1920 dando lugar à atual Catedral Metropolitana. As obras começaram no mesmo ano e foi concluída em 1972. Possui uma das maiores cúpulas do mundo e os vitrais da fachada, representando a catequização dos índios, foram produzidos nas oficinas do Vaticano.

Nossa Senhora das Dores
Na rua da Praia, com entrada também pela rua Riachuelo.
Começou a ser construída em 1808 e levou 97 anos para ser concluída. A obra possui várias linhas do barroco português e sua fachada tem estilo alemão. As estátuas da fachada representam a fé, a esperança e a caridade, e a escadaria é também um dos destaques.
A santa padroeira da Igreja aparece em duas imagens: uma de 1820, com rosto de porcelana, e outra da segunda metade do século XVII, com espada e diadema de prata.

Nossa Senhora da Conceição
No início da avenida Independência.
É um dos templos católicos de Porto Alegre de maior valor artístico pela beleza barroca do seu interior. Em 14 de fevereiro de 1880, foi autorizada a bênção da capela-mor da Igreja, e no dia 8 de dezembro realizou-se a primeira missa solene. No consistório da Igreja está guardada a imagem de São Francisco, o primeiro padroeiro da capital gaúcha.

Nossa Senhora do Rosário
Na rua Vigário José Inácio.
Uma das mais antigas da cidade. No teto uma pintura, representando a glorificação do rosário, do alemão Lorenz Heilmaier, da Academia de Belas Artes de Munich, que também  pintou os vitrais e o painel do frontal. É interessante: Nossa Senhora do Rosário faz entrega de um terço a escravos que se encontram de um lado, aparecendo do outro lado indígenas e moradores portugueses.

 

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histórias da rua da praia!
da Redação

Vila Assunção
Os porto-alegrenses descobriram a Vila Assunção na década de 40. Era uma praia de veraneio. Muitos moravam nos bairros e tinham casa em Assunção para passar os dias quentes do verão. A principal avenida é a Pereira Passos, que era o caminho de acesso a chácara de José Joaquim Assunção.
O seu Assunção tinha uma charqueada. Depois montou uma olaria, puxada a burro, mas depois foi a primeira da cidade a ser movida a vapor. Tinha também algumas pedreiras e destas saíram as pedras para o cais do porto de Porto Alegre.
Ele tinha um sonho: instalar em suas terras uma destilaria de álcool, mas não chegou a concretizá-lo. Por desentendimentos com o Governo, que tinha o projeto de transformar a pedreira da Ponta do Dionísio, onde hoje está o Veleiros, em propriedade do Estado.
Seu Assunção morreu em 1918 e a viúva, dona Felisbina, fez um acordo no final da década de 30 com a empresa Di Primo Beck, que urbanizou a região, calçando, levou água e luz. Uma parte do loteamento ficou para Felisbina.
Sabe-se lá o motivo, mas as ruas fazem referêcia aos tupi-guaranis.


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histórias da rua da praia!
Jayme Copstein

Nelson Cardoso
Foi o jornalista Felipe Vieira, da Band, que me ligou para dar a notícia, no fim da tarde. Havia falecido Nelson Cardoso, um dos grandes nomes do rádio antigo e pioneiro da televisão no Rio Grande do Sul.
Sempre que isso acontece, olho para trás, para o longo caminho percorrido. Instantaneamente me vêem à lembrança cenas daquele passado distante, na metade final dos anos 40, quando Nelson e eu, pouco mais que meninos, começávamos nossa carreira em Porto Alegre, escrevendo programas para a Rádio Farroupilha, cujo prefixo, então, era PRH.2. Logo em seguida, ele projetou seu nome como criador e redator de coisas inesquecíveis, como Banca de Sapateiro, Qual o Nome Desta Mulher, Páginas da Vida e mais uma infinidade de outras obras-primas.
Seu personagem mais popular foi o sapateiro da banca, criado inicialmente por Walter Ferreira e depois continuado até o fim por Walter Broda. Tinha no contraponto Pinguinho e Alda Cotrim, ela sucedida mais tarde por Marisa Fernanda, na pele da dengosa dona Clarinda.
Mas se essas foram as figuras mais marcantes do seu repertório, Nelson Cardoso criou também bordões que se perpetuaram, como “trabalhas na casa? Descontas INPS?” Ou então, o gostoso “fritador de bolinhos em caçarola de matéria plástica”, para fustigar políticos demagogos, cujo discurso cheio de voltas não diz coisíssima alguma.
Na TV Piratini, tempo ainda do preto e branco, quando o videotape ainda era delírio dos fanáticos de ficção científica, foi o produtor e realizador do Grande Teatro Philips, que aos domingos apresentava teatro de excelente qualidade, com adaptações de Tolstoi, Dostoiewsky, Balzac, Priestley, Machado de Assis, Eça de Queiroz e tantos outros. Pena que a precariedade técnica da época não guardou os registros da sua obra.
Os despojos de Nelson Cardoso foram incinerados no Crematório Metropolitano. É da contingência humana. A sua contribuição, entretanto, para um rádio e uma televisão que divertisse e instruísse os ouvintes e telespectadores, ficará para sempre, a não ser que sejamos derrotados no desafio que nos é imposto nos dias que correm: a batalha contra a ignorância, a falta de ética e a mediocridade.

* Jayme Copstein é jornalista e radialista. Colunista do www.coletiva.net


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da Redação

Feiarte
Foi uma grande festa no estacionamento do Centro Poliesportivo da PUC (avenida Cristiano Fischer, esquina avenida Ipiranga) a terceira edição da Feira Internacional de Artesanato, a Feiarte. É a maior Feira Internacional de Artesanato realizada no Brasil. A maior.
Participam mais de 200 expositores e mil artesãos de 30 países, entre eles Argentina, Bolívia, Equador, Índia, Indonésia, Paquistão, Peru, Quênia, Rússia, Senegal, Tibet, Turquia, Vietnã e Zimbabwe, além de representantes de 24 estados brasileiros.
Serão apresentados trabalhos de escultura em sucata, gravuras em bico de pena, trabalho em porongo calado e madeira, rendado, bijuterias em elementos naturais, trabalhos em dobradura de arame, móbiles em cerâmica, luminárias em PVC, bijuterias em vidro, trabalhos em papel machê e artesanatos em geral.
A edição da Feiarte, em 2006, teve 65 mil visitantes e contou com a presença de 35 países e 18 Estados brasileiros. Segundo o Instituto de Pesquisas Datacenso, a feira obteve 94% no grau de satisfação geral, e atingiu 97% de aprovação na organização, na opinião dos visitantes.


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Fernando Albrecht*

Jeito gaúcho
Às vezes, bate um certo desalento sobre o modo gaúcho de ser. Dois casos emblemáticos, um contado hoje. Em 1970, uma pequena agência de publicidade, a Inter Propaganda, precisava imprimir um folheto caprichado para a Metalúrgica Silber, de Cachoeirinha, que precisava estar numa exposição em São Paulo em três semanas. A melhor gráfica gaúcha pedia 30 dias úteis só para a prova. Ou saia o folheto ou a conta. Desespero na Inter. Aí, alguém teve uma idéia luminosa: ligar para a Litográfica Ipiranga, em São Paulo. A telefonista atendeu e transferiu imediatamente a ligação para o diretor industrial da empresa. Não para a secretária, assessor ou algum aspone. Direto para o rei da cocada preta. O publicitário quase chorou quando explicou seu drama e a exigüidade dos prazos.
- Certo, gaúcho, não se preocupe. Se vocês não quiserem vir aqui, eu vou aí. Com a arte-final na mão, imprimimos tudo em cinco dias, posto exposição.
Entre viagem a São Paulo, correções na arte-final, impressão e entrega na feira, levou-se cinco dias. E pela metade do preço pedido pela gráfica gaúcha.
Outro caso emblemático do jeito gaúcho de ser também é do início dos anos 70. Chegou a Porto Alegre para um roteiro de negócios um alto executivo da então poderosa Brinquedos Estrela chamado Samuel. Carioca, ele nunca tinha posto os pés em Porto Alegre. Por três dias, visitou televisões, empresários, fornecedores e, entre e uma outra rodada, fez questão de conhecer também a vida noturna porto-alegrense. Findo o périplo, embarcou de volta para o Rio de Janeiro no diretão que a Varig tinha, acompanhado pelo publicitário gaúcho da SGB Propaganda que foi seu cicerone na Capital. O gaúcho ficou vermelho durante quase todo o vôo. O executivo falou mal da gauchada que não foi fácil, e de forma tão veemente que os demais passageiros achavam que a bronca era com ele. E desabafava:
- Não dá pra entender vocês gaúchos, juro. A gente propõe um negócio, marca-se o dia e a hora da resposta, e o que acontece? O cara não está ou manda a secretária dizer que não está, ou que está em reunião, o diabo a quatro. Em vez de dizer sim, ou não, que seja, fica nessa conversinha mole fugindo da decisão.
E dê-lhe graveto no ouvido do publicitário. Para completar, o carioca reclamou que o hotel em que ele estava hospedado impediu que uma amiga subisse com ele para sua suíte. Tudo deu errado. Foi duro ouvir as verdades.

* É colunista diário do Jornal do Comércio, apresentador da Band AM de Porto Alegre e do site www.fernandoalbrecht.com.br, onde foi publicada esta história.


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da Redação

Al Dente
O Al Dente Ristorante é figurinha carimbada no Guia 4 Rodas. Há 15 anos.
Merece sempre uma visita, com bastante calma e com disposição para pratos divinos.
O Scaloppi ai Cinque Funghi é um dos lançamentos - escalopes de filé acompanhados de espaguete vermelho aos cinco cogumelos (Funghi Porcini, Funghi Chileno, Champignon, Shimeji e Hiratake), ao molho de champagne e nata com ervas de provence e manjericão.
As visitas ao restaurante podem se multiplicar. Várias razões. Algumas: Ravioli Perfumado - Massa recheada com ricota e espinafre ao molho de tomate e manjericão; Fettuccine do Mar - Fettuccine Verde ao molho de abobrinha, tomate cereja, Camarões e ervas de provence; Spaghetti Justinho - Spaghetti ao molho de legumes, champignons e orégano.
Os gnocchis são um capítulo a parte: Gnocchi ai Quattro Formaggi - Nhoque de batata ao molho de quatro queijos; Gnocchi Al Dente - Nhoque de batata ao molho misto; Gnocchi al Sugo di Polpa; Nhoque de batata ao molho de carne de panela; Gnocchi Cavedon - Nhoque de batata com carne moída, champignons e molho de tomates; Gnocchi Stracotto - Carne de panela acompanhada de nhoque de batata.
Vá!

Rua Mata Bacelar, 210 – 3343 1841 – aldenteristorante@aldenteristorante.com.br


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da Redação

10 fotos de Salis
No Café do Porto – rua Padre Chagas, 293 – acontece a exposição de fotografias Porto Alegre 2007, do fotógrafo Eurico Salis. São 10 trabalhos, 50x60cm, e ficará aberta ao público até 22 de maio. São prédios históricos da cidade, restaurados nos últimos anos, e que transformaram-se em centros culturais, como o Santander, a Casa de Cultura Mario Quintana e o Margs. Algumas das fotos farão parte do livro Porto Alegre - Cenas Urbanas, Paisagens Rurais, em fase de produção por Salis.

Di Cavalcanti
No Museu da UFRGS –  avenida Osvaldo Aranha, 277.
Até 13 de maio, das 10 às 20 horas.
Entrada franca.
Di Cavalcanti, um dos mais expressivos nomes da pintura brasileira, é um dos destaques da programação que o Centro Cultural Banco do Brasil trouxe para Porto Alegre. A mostra tem 100 obras do artista, e é a primeira vez que estas obras, cedidas do acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP, circulam pelo país.
Os desenhos foram produzidos por Di Cavalcanti, de 1921 a 1952, período áureo de sua produção, além do livro Fantoches da Meia -Noite, ilustrado em 1921.
O pintor foi uma das figuras centrais da Semana de Arte Moderna de 1922 e o mais importante cronista da sociedade brasileira no modernismo do século passado, Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Mello nasceu no Rio de Janeiro em 6 de setembro de 1897 e faleceu, na mesma cidade, em 26 de outubro de 1976.



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da Redação

Vigário José Inácio
O segundo pároco da Igreja Nossa Senhora do Rosário foi o vigário José Inácio de Carvalho e Freitas. Nascido na cidade, dirigiu a paróquia por 29 anos. Faleceu em 1877, com 68 anos. Em seu tempo, Porto Alegre se tornou sede de Bispado e tomaram posse os dois primeiros bispos, Dom Feliciano José Rodrigues Prates (1853) e Dom Sebastião Dias Larangeira (1861). Das três Igrejas da época, a do Rosário foi a mais popular. Em 1870, por exemplo, na Igreja das Dores houve 163 batizados; na Catedral 66; e na do Rosário 377.
No período do vigário José Inácio foram construídas no território da sua paróquia as capelas do Carmo, Menino Deus, Conceição, Bom Fim, São João, Navegantes, Santo Antônio do Partenon e São José do Partenon.
Não só os descendentes de africanos e portugueses, mas também os alemães eram freqüentadores da Igreja do Rosário.
Em1865, os alemães fundaram um coral misto, que cantava na Igreja depois da missa dominical. Pouco depois um sacerdote jesuita encarregou-se de rezar missa em alemão. Em 17 de dezembro de 1871 desligaram-se da Igreja do Rosário e fundaram a Capela de São José, que inicialmente se encontrava na Rua do Bragança, atual Marechal Floriano, e desde 1913 está na nvenida Alberto Bins.
O vigário José Inácio está enterrado no cemitério da Santa Casa, e no seu túmulo há um belo monumento.

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Clábio Gomes*

Frango Crocante

Ingredientes:
1,5 kg de peito de frango cortado em cubos pequenos
2 colheres (sopa) de manteiga
1 cebola média picada
1 xícara (chá) de molho de tomate
1 1/2 xícara (chá) de requeijão
2 pacotes batata-palha (300 g)
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Preparo:
Tempere os peitos de frango com sal e pimenta-do-reino. Em seguida, frite-os em uma panela com a manteiga até dourarem. Acrescente a cebola e refogue por mais 1 minuto.
Acrescente o molho de tomate, 1 xícara (chá) de água e o sal. Deixe cozinhar por 15 minutos, ou até a maior parte do caldo secar. Retire do fogo e transfira para um refratário de 30 cm de diâmetro.
Espalhe por cima o requeijão e leve ao forno alto por 3 minutos, ou até o requeijão derreter.
Retire do forno, distribua a batata-palha e sirva imediatamente.
Rendimento – 6 porções
Preparo: 30min.
Guarnição: Arroz Branco e Salada Mixta ou Verde

* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br


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da Redação

Anoiteceu em Porto Alegre
Mais uma dos Engenheiros do Hawaii. É do CD O Papa é Pop, de 1990.
Confira.


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