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| José Luiz Prévidi |
Há alguns anos tive a idéia de fazer um site sobre Porto Alegre.
Na década de 80, com dois sócios, criamos o Rua da Praia – Jornal do Centro e nos divertimos muito. Em pouco mais de um ano de circulação, fizemos grandes matérias. Uma entrevista, de quatro páginas, com Sérgio Zambiasi foi antológica. Uma série sobre o trabalho dos travestis nas ruas ajudou a quebrar alguns tabus. Tínhamos, por exemplo, os textos do colunista Renato Maciel de Sá Júnior. Entre muitos outros.
Com outros parceiros participei de um projeto chamado Jornal de Porto Alegre. Cada edição era uma festa. Literalmente. Um dos colunistas era o Roberto Andrade e ele fechava a Cervejaria Berlim para que os amigos comemorassem.
Fora estes, sempre colaborei com jornais e revistas. Hoje, sou um dos colunistas do Jornal da Capital.
No final de 2006 descobri um endereço disponível e o Gustavo, webdesigner de primeira, começou a desenhar o Porto Alegre é Assim! E o conteúdo? Puxa, tinha que ser – ou ter a pretensão – diferente de tudo que existia. Não que eu não goste dos sites sobre Porto Alegre. Nada disso. Gosto de vários, mas tinha que ter diferenciais.
Digo que dá uma trabalheira danada editar este espaço, porque é praticamente todo baseado em pesquisa. E não há muita bibliografia sobre a cidade. Mas já tinha concluído que não adiantaria somente publicar fotos e mais fotos da cidade.
Foram 15 atualizações em 2007. Pouco? Sim, mas é um volume considerável de informações. Confira no Arquivo, no lado esquerdo da página.
Em 2008 vamos nos organizar mais e tornar as atualizações mais constantes. O trabalho vai ser extremo, dificílimo, mas com muito prazer.
Que todos sejam muito felizes em 2008.
Como escreveu Ferreira Gullar, "o importante não é ter razão, é ser feliz".
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| Da redação |
Dos leitores
Ricardo Stricher – Sugiro que assistam a um clip do Youtube sobre Porto Alegre. Apenas um minuto, mas muito bonito, com música do grande camarada Nei Lisboa. O endereço é http://www.youtube.com/watch?v=DYCTyuU31-g
Ricardo Stricher 2 – Consultem o site abaixo e vejam como era a nossa vida de outrora (nem tão outrora assim). Um registro histórico imperdível. Porto Alegre de anteontem: http://www.tramz.com/br/pa/pa.html
Ademir Elias – Não sabemos onde fica a rua Dilamar Machado, mas no centro tem a travessa Mario Cinco Paus. Que beleza.
Jorge Loeffler – Belo trabalho sobre Porto Alegre, minha cidade natal.
Fui criado na Professor Ivo Corseuil e não sei a razão de haverem denominado rua Professora Cecília Corseuil a uma ruazinha lá na Glória.
É mais uma dessas coisas que soe ocorrer.
Lembro que jogava basquete com a gurizada na cancha no Parque Ararigbóia, a qual ficava bem na frente da casa do pai do marido da governadora.
Este porém se juntava com os filhos do dono do cartório Trindade e, na Rua da Praia, ficavam tempo imenso a falar sobre cinema americano.
Resultado: ele virou Economista e eu Comissário de Polícia.
A diferença é que a mulher dele deve ter 1,80, ao passo que "minha professora" é bem mais baixa e obviamente, mais bonita.
Chega de falar da própria e da vida alheia.
Esta tua página é um primor.
Lembro que já faz um bom tempo, ao acessá-la encontrei fotos de inúmeras árvores floridas, o que para meu gosto é uma das coisas mais belas que Deus pode colocar ao nosso dispor.
Alexandre Schossler (da Alemanha) – Bah, eu vou parar de ler este teu site sobre Porto Alegre! Dá uma vontade desgraçada de voltar. E eu não posso voltar agora. Abraços.
Iracema C. Bastos – Não concordo contigo que não se pode " ir ao Centro", pois, moro no Centro desde 1958.
Vou ao Mercado, compro em lojas do Centro, vou a Rua Voluntários, Julio de Castilhos, Riachuelo, etc. Aliás, freqüento mais aos cinemas do Centro (Casa de Cultura Mario Quintana) que aqueles localizados nos Shoppings.
Temos uma vida cultural intensa no centro de Porto Alegre: Teatro São Pedro, Solar dos Câmara, etc., etc.
Prévidi, adoro o Centro de Porto Alegre.
Pesquisa – Porto Alegre é bem vista pelos visitantes, de acordo com pesquisa divulgada no início de dezembro. O levantamento revela que a cidade é considerada boa ou ótima por 68,29% dos entrevistados, enquanto 96,4% afirmaram que pretendem retornar um dia. No entanto, o turismo não é o motivo principal de visita à Capital. A maioria, 38,29% dos entrevistados, vieram devido à negócios e trabalho, 18,89% por visita a familiares e só 14,86% por lazer.
O tempo médio de permanência na cidade é de quatro dias e meio. O gasto diário varia de R$ 228 a R$ 41. O "Perfil do Turista Nacional na Cidade de Porto Alegre" foi feito pela Secretaria Municipal de Turismo, em parceria com a UFRGS e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis-RS. Foram entrevistados 397 visitantes – pessoas residentes fora de Porto Alegre e que pernoitaram na cidade, durante o período de 20 a 26 de outubro.
Foto do Ricardo Stricher, num parque da cidade.
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| Da redação |
Novidades da cidade
Foi muito legal percorrer a cidade com o prefeito José Fogaça. Ele comandou um tour com jornalistas no último dia 19. Na real, uma prestação de contas das principais obras em andamento. Fomos no ônibus da Linha Turismo. Durante o percurso de cerca de 35 quilômetros, realizado durante duas horas pelas principais ruas e avenidas, Fogaça destacou mais de 30 ações da prefeitura, somando investimentos na ordem de 700 milhões de reais.
O ônibus partiu do Largo da Epatur, na Cidade Baixa, em direção ao Centro. Logo no início do passeio, foram apontados projetos de revitalização da Orla do Guaíba, como a reforma e os projetos culturais da Usina do Gasômetro, e o programa Viva o Centro, desenvolvido para promover a convivência social e viabilizar o potencial econômico da região. Também recebeu destaque o Centro Integrado de Passagem Escolar da Empresa Pública de Transporte e Circulação, na rua Uruguai, representando a etapa inicial do TRI- Passagem Integrada, que permitirá ao usuário o desconto de 50% no valor da segunda viagem. Outros destaques foram o Caminho dos Antiquários, a loja da Secretaria Municipal da Fazenda, criada para oferecer serviços mais qualificados ao contribuinte, a Praça Revolução Farroupilha, que está sendo restaurada em parceria com o Trensurb, e o Centro Popular de Compras, que vai abrigar 800 estandes de comércio popular, eliminando os vendedores ambulantes da área central da Capital.
"Todas as obras demonstram que o governo trabalha com dois grandes focos, o da área social, para criar mecanismos que garantam o acesso aos serviços básicos e promovam a qualidade de vida da população, e o foco do desenvolvimento econômico, criando uma nova frente de expansão que vai mudar a fisionomia da cidade nos próximos anos", observou Fogaça.
O prefeito também destacou a implantação da Unidade de Triagem Aparecida das Águas, vizinha ao Condomínio Santa Terezinha, onde trabalham cerca de 40 pessoas com garantia de renda média de R$ 450 cada uma. Fogaça ressaltou o exemplo de Governança Solidária Local, já que o projeto recebeu investimentos do setor privado, possibilitando a implementação de ações em parceria com o município. Ainda na área de limpeza urbana, foram apontadas ações da coleta de lixo, com caminhões monitorados via satélite, serviços de capina, ampliação em 70% da coleta seletiva e a instalação de oito mil novas lixeiras na cidade nos próximos dez meses.
No caminho do aeroporto, o ônibus percorreu a Avenida Farrapos, onde está sendo construído o Viaduto Leonel Brizola. A obra aponta alternativas de crescimento econômico com a revitalização da área, pois facilita o acesso aos bairros Humaitá, Navegantes e Anchieta, e a ligação entre a Terceira Perimetral e a BR-290. Também receberam destaque a construção do Sítio do Laçador, a criação da linha de ônibus T11, que liga a cidade de norte a sul, e os investimentos no Complexo Cultural do Porto Seco, com a construção de oito novos barracões para as escolas de samba, garantindo 350 vagas de trabalho.
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| Da redação |
Auxiliadora
Para a Porto Alegre do século XIX, as terras onde hoje está o bairro Auxiliadora eram bem distantes do Centro. Mas tinha uma vantagem: os porto-alegrenses passavam por uma estrada, que cortava a região, para chegarem a um povoado vizinho. Mas vamos recuperar os nomes originais: Pela Estrada da Aldeia se chegava a Freguesia da Aldeia dos Anjos – ou seja, pela atual avenida 24 de outubro se chegava a Gravataí.
Quase no século XX, foram instalados os moinhos de vento, nas terras de Antônio Martins Barbosa. Foi natural a mudança para Estrada dos Moinhos de Vento. Em 1893 uma linha de bonde percorria a região. No ano seguinte foi instalado o Prado da Independência. Muita gente começou a se mudar para aquelas terras e o Auxiliadora vai se tomando bairro.
Em 1912 começa o processo de loteamento das terras. Quatro anos depois, foi iniciada a construção da capela de Nossa Senhora Auxiliadora, e aí definitivamente o bairro passa a ter o atual nome. A capela tornou-se paróquia em 1919.
Em 1933 resolveram trocar o nome para o atual, 24 de Outubro. Nesta data aconteceu o golpe militar que depôs o presidente Washington Luís, em 1930.
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| Jayme Copstein* |
Alberto André
Jayme Copstein*
Alberto André agora é nome perpetuado em uma travessa da cidade. A homenagem faz justiça à sua história como jornalista e à sua dimensão como líder de classe e defensor dos direitos humanos e liberdade de expressão.
Pode-se argumentar que, ao tempo do Estado Novo, André foi funcionário do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda, mas oxalá todos os censores fossem como ele, poupando jornais de empastelamento e prevenindo colegas sobre sua prisão iminente. Era a contrapartida de se dizentes “jornalistas” que vazavam para a polícia política matérias do desagrado das ditaduras vigentes, como aconteceu muitas vezes com o Diário de Notícias e, mais recentemente, com o Correio do Povo, na apreensão da histórica edição de 20 de setembro de 1972.
A atuação de Alberto André, ao longo do regime de 64, pautou-se pelo mesmo diapasão: coragem sem temeridade para fazer o possível e, principalmente, evitar o dano maior. Era o objetivo das suas visitas aos colegas presos como contestadores do regime, pois, como o presidente da Associação Riograndense de Imprensa que pacificara a categoria, transitava por toda a parte com acatamento e respeito.
Qualquer ditadura, por mais feroz que seja, sabe de sua transitoriedade e que acabará prestando contas de seus atos. A impunidade reinante no Brasil não invalida esta certeza porque a História é o juízo final de qualquer época.
André lidava com tal medo, facilmente confundido com generosidade, de quem usurpa o destino de uma sociedade. Algo parecido com a Síndrome de Estocolmo. A visita e as manifestações de solidariedade aos jornalistas presos era a muda advertência que fazia, com seu testemunho, de que o futuro é inexorável e está começando a cada momento. Nas vezes que eu o acompanhei, vi comandantes de quartel, com seu porte atlético adquirido nas academias militares, assegurar àquela figura frágil, de pouco mais de um metro e sessenta de altura, que “seu companheiro” estava a salvo de qualquer excesso físico ou moral e assim seria devolvido à liberdade.
O caso que tenho como o mais marcante, protagonizado por André, me foi contado por Érico Veríssimo, fevereiro de 1968, quando o entrevistei para a revista Cláudia.
Pouco depois de instaurado o regime militar, em 1964, aconteceu o encarceramento do escritor e diretor da Biblioteca Pública de Porto Alegre, Reinaldo Moura, dentro do mesmo ridículo da ordem de prisão para o dramaturgo grego Sófocles ou a apreensão do romance “O vermelho e o negro”, de Stendhal. É que na esquina da Borges com Andradas, batizada a partir dos anos 80 de Esquina Democrática, fora distribuído um manifesto mimeografado contra a ditadura, cuja datilografia podia ser identificada sem margem de erro como saída de uma Royal portátil que a Livraria do Globo vendia aos balaios, em suaves e intermináveis prestações.
O que estava por trás da prisão de Reinaldo Moura? Naquele Armagedon patusco, de vizinho denunciando vizinho porque desagradava volume do aparelho do som, era difícil descobrir. Alguém que lhe cobiçasse o cargo? Inveja pura e simples do seu prestígio como intelectual? Desafeição pessoal? O pretexto para prendê-lo é que era dono de uma Royal daquelas e, portanto, o autor do manifesto.
Érico foi logo comunicado da prisão pela família de Reinaldo. Imediatamente entrou em contato com André, que marcou audiência com o general Justino Alves Bastos, recém-empossado no comando do III Exército.
Foram os dois ao quartel-general. Recebidos na ante-sala pelo tenente ajudante-de-ordens de Justino, começaram a se entreolhar, preocupados com a demora em serem atendidos, pois haviam chegado na hora marcada. Após angustiante espera, o ajudante-de-ordens solicitou que passassem ao gabinete. As portas se escancararam e mostraram o comandante e a oficialidade do III Exército de pé, aplaudindo as duas personalidades, Justino ainda estampando um largo sorriso de boas-vindas.
Reinaldo foi libertado em seguida. Já era um homem doente e faleceu no ano seguinte.
* Jayme Copstein é jornalista e radialista. Colabora no www.coletiva.net
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| Da redação |
A nossa árvore
A noite dos porto-alegrenses está mais iluminada desde 11 de dezembro. Foi acesa a árvore de 40 metros na Usina do Gasômetro, em uma festa com shows musicais e queima de fogos. Um público de aproximadamente 11 mil pessoas lotou o local para ver o evento que marcou o início do projeto Usina de Natal.
A Orquestra de Flautas Villa Lobos, formada por 35 crianças da Vila Mapa, abriu a noite, antes do pôr-do-sol. Os comunicadores da RBS Ico Thomaz, Neto Fagundes, Gugu Streit, Mauri Grando e Mr. Pi comandaram a festa e anunciaram as atrações. Depois, foi a vez de Os Fagundes subirem ao palco, tocando sucessos do grupo e um repertório especial de Natal.
O momento mais esperado da noite emocionou o público. A árvore de Natal, com altura equivalente a um prédio de 12 andares, e a iluminação do prédio e da chaminé da Usina do Gasômetro, foram acesos após uma contagem regressiva. Um show pirotécnico de mais de quatro minutos completou o espetáculo.
A iluminação da árvore é acesa todos os dias, às 21 horas. O projeto Usina de Natal terá uma intensa programação cultural aberta ao público, até o dia 6 de janeiro.
O projeto é uma iniciativa do Grupo RBS e da Prefeitura de Porto Alegre, e o patrocínio é das Casas Bahia e da TAM.
Confira alguns números e curiosidades da árvore:
· A árvore terá aproximadamente 2 milhões de pontos de luz.
· A iluminação de toda a decoração equivale a 500 mil lâmpadas comuns.
· A árvore estará decorada com 200 figuras, sendo 100 delas estrelas.
· A estrela da árvore de Natal terá 16 pontas, na cor verde, com seqüência de luzes com movimentos em todos os sentidos.
· A decoração do projeto consumirá 200KVA, através de geradores movidos a biodiesel.
· A BSS, empresa responsável pela criação, executou o projeto artístico em 9 dias.
· A chaminé do Gasômetro será decorada com 400 strobles.
· A Usina do Gasômetro será decorada com 250 strobles, além de cordas luminosas nos contornos, cantos e janelas.
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Fernando Albrecht* |
A praga do panetone
Fernando Albrecht*
De alguns anos para cá, a já pouca criatividade dos brindes de Natal concentrou-se nos panetones. E nos mais ruins. Ficou na dúvida sobre o presente para dar? Dá panetone. Ou agenda. Se bem que essa é mais útil, embora parcialmente substituída pela agenda no celular. Dura o ano inteiro, pelo menos.
Nem avestruz consegue comer mais de um sem criar uma úlcera panetônica. É um caso sério. As lojas estão abarrotadas de latas ou embalagens de panetone. A lata, pensando bem, pode ser aproveitada para, digamos, guardar café. Ou erva-mate. Mas as pessoas estão com tantas latas que, se usadas para guardar erva de chimarrão, daria para abastecer todo o exército farroupilha de 35 e ainda sobraria para a revolução de 1893.
Não está longe o dia - ou o Natal - em que o país estará de tal forma abarrotado de panetones que será preciso uma força-tarefa para dar um fim ao bolo carcamano.
Deve ter mendigo embaixo de viaduto com pilhas monstruosas do produto até o teto. E aí, fazer o quê com eles? Queimar? Negativo. Dará uma poluição tal que os astronautas da Estação Espacial ISS se alarmarão com a coluna de fumaça bem em cima do Rio Grande do Sul.
Se você der um panetone para um cão, mesmo vira-lata, ele se suicida. Nem galinha come mais esse troço. Nem formiga. Ou barata. Se enterrarem, o lenço freático vai ficar contaminado.
Água mineral com gosto de panetone, só faltava essa. Talvez essa guloseima borrachenta pudesse ser usada em rodovias, mas há controvérsias.
Deve estragar o asfalto.
Outro dia um cara perguntou aos porteiros do seu prédio o que queriam de Natal. Os três se entreolharam, e o mais velho falou pela turma:
- Doutor, qualquer coisa, menos panetone!
* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br
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| Da redação |
Praça Província de Shiga
Não precisa de muita explicação para que todo visitante conheça a praça. Tem uma área de 3.860 metros, nas avenidas Cristóvão Colombo e Plinio Brasil Milano. Foi inaugurada em outubro de 1983.
A obra foi financiada pelo governo japonês, através de um convênio dos estados irmãos entre Shiga e o RS. O projeto é do arquiteto paisagista Kunie Ito, que a caracterizou como um jardim japonês.
A praça tem lago, cascata, quiosque e elementos típicos do paisagismo do Japão.
Chega de conversa e confira as fotos do repórter Ricardo Stricker.
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| Da redação |
Natal na praça da Alfândega
O Natal Iluminado da Praça da Alfândega foi inaugurado no dia 19, com um concerto dos Meninos Cantores de Nova Petrópolis e a presença do prefeito José Fogaça. A Banda Municipal, presença obrigatória. Apresentou clássicos natalinos e outras músicas, com a presença da soprano Nelly Baldauf. O Coral Infanto-juvenil e a banda de Nova Petrópolis se apresentaram nas sacadas do prédio do Correio do Povo.
No Natal Iluminado da Praça da Alfândega, a vegetação, a alameda que se estende até o Cais do Porto e cerca de 12 prédios históricos receberam iluminação especial, que valoriza o patrimônio natural, histórico e arquitetônico daquela área central.
A programação vai até o dia 6 de janeiro.
Não perca, não se paga nada!
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| Da redação |
Travessa Mário Cinco Paus
Não há quem não estranhe o nome desta via central de Porto Alegre. Para quem não sabe, por ser uma rua no centro da cidade, é antiga. Do início do século passado.
Pesquisei muito para saber quem foi o sujeito. Tentei em dois sebos comprar o livro do historiador Sérgio da Costa Franco, sobre as ruas de Porto Alegre. Já entrando em desespero, mandei e-mails para vários jornalistas. Pouca informação, mas engraçadas.
Responde o jornalista Fernando Albrecht: Foi grande jornalista no final do século XIX início XX. Era família tradicional. O Sérgio da Costa Franco deve saber mais dele. Se quiseres uma contribuição: parece que o tataravô dele chamava-se Mário Um Pau; aí veio o filho, Mário Dois Paus, e assim por diante até chegar nele.
Zé Simão deu a largada: Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha 'Morte ao Tucanês'. Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Porto Alegre tem uma rua chamada Travessa Mario Cinco Paus. Uau! Então ele tem de usar luva no lugar da cueca. Rarará! Mais direto impossível! Viva o antitucanês! Viva o Brasil!
Adão Oliveira filosofa: Só sei que ele não usava cueca. Usava luva!!!
Danilo Ucha definiu: O jornalista mais polêmico de Porto Alegre.
E o Eugenio Bortolon? Leia: Ninguém sabe, fui no Google, e em outros lugares. Não achei o livro do Sérgio da Costa Franco sobre ruas de Porto Alegre. Dizem que ali tem explicações. Só sei que Zé Simão diz que gostaria muito de conhecer este cinco paus. Rá, rá, rá...
O André Machado tinha o livro do Sérgio da Costa Franco, “mas se perdeu numa mudança”.
Outra, do blog do Gaúcha Hoje: Piada contada pelo Paulo Sant'Ana no programa:
- Macedo, já ouviu falar da travessa Mário Cinco Paus?
- Já. É aquele que fica atrás da Prefeitura, junto ao prédio da Previdência.
- Pois eu não sei quem foi o Mário Cinco Paus, mas dizem que não usava cuecas. Ele colocava uma luva no lugar delas.
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| Clábio Gomes* |
Peito de Peru Recheado com Rúcula e Tomate
INGREDIENTES:
1 peito de peru grande inteiro
4 colheres (sopa) de shoyu
2 colheres (sopa) de mostarda
1 maço de rúcula limpo
4 tomates médios sem pele e sem sementes cortados em gomos
4 colheres (sopa) de óleo
Sal e pimenta-do-reino a gosto
MODO DE PREPARO
1. Limpe o peito de peru, abra-o como um bife e coloque em uma assadeira com 23 x 33 cm.
2. Em uma tigela, misture o shoyu, a mostarda e o sal e espalhe nos dois lados do peito de peru. Deixe marinar por 30 minutos.
3. Junte a rúcula e os tomates em uma tigela e tempere-os com o óleo, o sal e a pimenta-do-reino. Em seguida, coloque as folhas de rúcula e os tomates temperados por cima do peito de peru, enrole e amarre com um barbante.
4. Leve ao forno médio, pré-aquecido, por 1 hora, ou até a carne ficar assada.
Rendimento – 6 porções
Preparo: 30 minutos + o tempo para marinar a carne + o tempo de forno
ACOMPANHAMENTOS
Aspargo ao forno
Ingredientes:
1 lata de aspargo - 6 ovos - 6 colheres (de sopa) de leite - 6 colheres (de sopa) de queijo parmesão ralado - 1 pedaço de limão ralada - margarina - sal e pimenta a gosto.
Preparo:
Retire os aspargos da lata, escorra-os e elimine as partes mais duras.
Bata as gemas e adicione aos poucos o leite, a raspa de limão, o queijo ralado e os aspargos cortados.
Tempere com sal e a pimenta a gosto.
À parte, bata as claras em neve bem firme e junte-as à mistura de aspargos,
mexendo delicadamente.
Unte uma fôrma refratária com margarina. Leve ao forno moderado e asse
durante + ou - 20 minutos.
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Arroz com passas
Ingredientes:
3 xícaras (de chá) de arroz - 3 xícaras (de chá) água fervente - 70 gr. de passas pretas
50 gr. de passas brancas - 5 colheres de óleo de milho - 1 limão - 30 gr. de margarina - sal e pimenta a gosto.
Preparo:
Aqueça o óleo numa panela. Junte o arroz, refogue-o sem deixar corar e tempere com sal e a pimenta. Regue com o suco do limão e acrescente as passas.
A seguir despeje a água fervente.
Deixe cozinhar até ficar o arroz cozido.
Adicione a margarina e mexa com o garfo.
* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br
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