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| José Luiz Prévidi |
Sete Maravilhas! – primeira parcial
De Porto Alegre, do RS, do Brasil e do mundo chegam diariamente votos de pessoas interessadas em escolher as Maravilhas da capital gaúcha.
Até hoje foram 6.935 votos.
Para quem não sabe, é simples votar: logo aí embaixo, na seção “Facpa – Fã-Clube de Porto Alegre” há um grande banner. É só se identificar e escrever a sua Maravilha. Quantas vezes quiser. O mesmo processo está a disposição no www.previdi.com.br, no final das Notícias do Dia.
Vamos lá, chega de conversa!
As 7 Maravilhas de Porto Alegre mais votadas até 8 de junho (pela ordem):
- Guaíba/pôr-do-sol
- Parque da Redenção
- Mercado Público
- Estátua do Laçador
- Estádio Olímpico (“avalanche da geral”)
- Catedral Metropolitana
- Estádio Beira-Rio
- Rua da Praia
- Brique da Redenção
- Cais do Porto
Estas fotos são do Alfonso Abraham, o Espanhol. Fantásticas!
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| Da redação |
Parceria legal
A Secretaria de Turismo do RS será apoiadora institucional do Prêmio Porto Alegre Turismo e do Congresso Latino-Americano do Mercado Editorial – CLAME 2008, eventos de iniciativa da Secretaria de Turismo de Porto Alegre, o segundo em parceria com a Câmara Rio-Grandense do Livro e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. O apoio foi confirmado ao secretário Luiz Fernando Moraes, pelo titular da Setur, José Heitor Gularte. O CLAME 2008 ocorrerá de 30 a 31 de outubro e trará à capital gaúcha, na abertura da Feira do Livro de Porto Alegre, editores, distribuidores, universidades e bibliotecas da América Latina para uma agenda de debates em torno de temas atuais do setor e também para fomentar negócios.
No encontro, os secretários definiram também a realização de um cruzamento entre os projetos das duas pastas para este ano visando a montagem de um calendário de ações conjuntas na promoção do Estado e da capital gaúcha. A iniciativa deverá fortalecer a parceria existente entre as duas esferas, como vem ocorrendo na participação em feiras nacionais e internacionais.
No recente Salão Internacional de Turismo, em Lima, a Setur viabilizou a infra-estrutura que permitiu a Porto Alegre e Gramado participarem do encontro como representantes do Estado. A capital gaúcha também contará com este apoio no 3° Salão Brasileiro de Turismo, de 18 a 22 de junho, quando estará no estande contratado pela Setur no Parque Anhembi, em São Paulo.

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| Da redação |
Porto Alegre rural
As fotos deste passeio parecem mais de uma pequena cidade do interior do Brasil. Mas, não, estamos em Porto Alegre.
O trabalho é do repórter fotográfico Ricardo Stricher.
Tente identificar alguns locais. Como o maior bairro da cidade.
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| Da redação |
Lomba do Pinheiro
O Eixo Lomba do Pinheiro - Restinga está na região leste da cidade, e faz divisa com Viamão, tendo como marco o Parque Saint'Hilaire. Estende-se ao longo de duas vias principais, as estradas João de Oliveira Remião e a João Antônio Silveira, no Bairro Restinga. Estas duas vias são partes integrantes da denominada Via do Trabalhador que constitui a mais importante ligação norte-sul.
A Lomba do Pinheiro originou-se de uma ocupação de caráter rural em terras que aos poucos foram se subdividindo em lotes de pequenas dimensões. O mais antigo dos assentamentos da área é a Vila Esmeralda, que já em 1954 estava instalada. Entretanto, é no início da década de 70 que se consolidou um processo irreversível de ocupação mais intensiva com a implantação de vários núcleos habitacionais. Esta região constitui atualmente o maior aglomerado de vilas populares e loteamentos clandestinos e irregulares do município abrigando, já em 1989, quase 20.000 habitantes, somente nas imediações das estradas João de Oliveira Remião, Afonso Lourenço Mariante e Dolores Duran.
Sua população está distribuída principalmente nos núcleos conhecidos como Jardim Franciscano, Nova São Carlos, Viçosa, Herdeiros, Esmeralda, Triângulo, São Francisco, São Francisco do Boqueirão, Chácara das Peras, Jardim Lomba do Pinheiro, vilas MAPA I e II, Vila Pinhal e Panorama.
Uma análise da evolução urbana da Lomba do Pinheiro permite afirmar que os diversos espaços foram sendo ocupados, a partir das linhas de cumeada dos conjuntos de morros, cujas declividades não impunham restrições à urbanização. Ao redor destas ocupações, a presença de um significativo patrimônio natural caracteriza a paisagem local.
Na Estrada João de Oliveira Remião, caminho natural para as ocupações do extremo sul e para a Restinga, encontram-se os principais pontos de interesse, as principais atividades econômicas e as maiores densidades da área, ao contrário da Estrada João Antônio da Silveira, que apesar de muito importante como via de acesso à Restinga, tem ainda um entorno de ocupação rarefeita.
Caingangues na Lomba
Há quatro anos, o Espaço de Sustentabilidade Caingangue, na parada 25 da Lomba do Pinheiro, tem permitido que 37 famílias indígenas ali residentes preservem a cultura do povo Caingangue. "O espaço ajudou a consolidar os laços de parentesco e a rearticular seus aspectos sociais, religiosos e políticos", lembra a antropóloga Ana Elisa de Castro Freitas, coordenadora de políticas Públicas para os Povos Indígenas da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana.
Em uma área de cinco hectares foram construídas 23 casas, uma escola, um posto de saúde, uma unidade fitoterápica, um centro cultural e um centro de inclusão digital, em convênios com órgãos públicos e iniciativa privada. A organização interna fica por conta dos próprios índios, que fazem questão de manter viva a cultura dos ancestrais.
Na escola, de até 3ª série, os alunos têm ensino bilíngüe com professoras da própria tribo. No posto de saúde, um laboratório fitoterápico é gerenciado pelo Cuiã, o líder espiritual que prepara medicamentos com ervas, como manda a tradição. "A gente briga para que o tratamento seja diferenciado, porque a lei diz que o tratamento do índio deve ser diferenciado", diz o cacique Claudir Pény da Silva.
Os cerca de 120 caingangues têm como fonte de renda o artesanato, técnica que conservam ao longo de gerações. O artesanato, vendido nas feiras do Parque Farroupilha, voltou a ser produzido devido ao reencontro das famílias, que antes estavam dispersas pela cidade, no Espaço de Sustentabilidade. "Antes de virmos morar aqui, mal tínhamos dinheiro para comer. Agora temos, graças ao artesanato", diz Teresinha de Paula Ribeiro, que mora há um ano no local. Para conseguirem matéria prima, os índios têm acesso às unidades de preservação da prefeitura, de onde retiram somente o cipó, o que não destrói a natureza. |
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| Jayme Copstein * |
Ópera dos Vivos
“Ópera dos Vivos”, série de incidentes curiosos e até hilariantes, alguns, colhidos nas redações dos jornais, teve lançamento em Porto Alegre no dia 4 de junho, na Livraria Cultura. Não apenas uma sessão de autógrafos, mas um encontro de amigos. O livro, com prefácio de Sérgio da Costa Franco, “orelhas” de Antônio Goulart, capa de Marco Cena, editoração de Antônio Suliani e o abençoado apoio de Frei Rovílio Costa, que só pela semeadura de livros já teria assegurado seu lugar à direita do “velho” Javé, não tivesse ele outras virtudes para alçá-lo às bem-aventuranças dos céus.
Não se trata de mera coleção de anedotas. Tenho em amorosa lembrança muitos de seus personagens com os quais convivi, ou li a respeito, ou ouvi falar, cujas façanhas e atribulações me convenceram da genialidade de uma frase de Alexei Adjubei, antigo diretor do Pravda: “Jornal é como criança. Faz-se igual em qualquer lugar do mundo.”
O “Ópera” teve sua primeira sessão de autógrafos em 26 de janeiro, na Feira do Livro do Cassino, em Rio Grande, cidade onde tudo o que ele conta começou e onde tudo o que ele contou também vai terminar. Mas não pensem em bairrismos extremados para não serem injustos: tem andanças de Nova York ao Sudeste Asiático, e mais geografia não foi incluída por se tratar apenas de um livro, não uma enciclopédia.de jornalismo.
Por esse motivo, muitas lembranças ficaram fora do volume, mas seguem vagueando pela minha memória, à espera de uma improvável continuação. Entre elas, a da figura de Mario Quintana na redação do velho Correio do Povo, descrevendo a tristeza de uma tarde de chuva como “um passarinho doente a pipilar os pingos das goteiras”.
A quem desejasse desvendar o enigma que gera os poetas, bastaria observar Quintana para descobrir que é receita de um único ingrediente: deslumbramento irrestrito pela vida, por si só suficiente para imunizar a alma contra a feiúra das invejas e dos ressentimentos. Era a raiz daquele transe permanente, como aconteceu certa vez, em que apenas dizendo – “Vê só que versos bonitos” – mostrou a Paulo de Gouvêa, secretário de redação, também poeta e cronista, um soneto – “Prece” – copiado à mão em uma lauda do jornal:
“Durma, de tuas mãos nas palmas sacrossantas, / O meu remorso. Velho e pobre, como Jô, / Perdendo-te, a melhor de tantas posses, tantas, / Malsinado de Deus, perdi... Tu foste a só! // Ao céu, por teu perdão, a minha alma, que encantas, / Suba, como por uma escada de Jacó. / Perdi-te... E eras a graça, alta entre as altas santas, / A sombra, a força, o aroma, a luz... Tu foste a só! // Tu foste a só!... Não valho a poeira que levantas, / Quando passas. Não valho a esmola do teu dó! / – Mas deixa-me chorar, beijando as tuas plantas,// Mas deixa-me chamar, humilhado no pó: / Tu, que em misericórdia as Madonas suplantas, / Acolhe a contrição do mau... Tu foste a só!”
Paulo também se fascinou com o soneto e o passou a Heitor Berutti, titular da coluna “Bric-a-Brac”, assinada com o pseudônimo de Nilo Tapecoara.
– Vê que versos bonitos – ele repetiu, acrescentado: – São do Mário Quintana.
No outro dia, Quintana descia do “andar de cima”, para reclamar da publicação de “Prece!”, que abria a coluna do Berutti:
- Mas isto é do Bilac, Paulo! É do Bilac! Não disse que era meu, só falei que era bonito!
É de se supor que, em algum momento, iconoclastas apressados acusem Mário Quintana de plágio. Mas é só olhar o Bric-a-Brac na edição seguinte do velho Correio Povo, para ver “Prece” republicada, no alto da coluna, com a autoria retificada: Olavo Bilac.
* Jayme Copstein é jornalista e radialista. Colabora no www.coletiva.net. É colunista do jornal O Sul e apresentador do programa 'Paredão', na Rádio Pampa. Seu livro mais recente é "A Ópera dos Vivos", editado em janeiro deste ano.
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| Da redação |
Sensacional!!
Acreditem, mas o mito Chuck Berry estará em Porto Alegre no dia 21 de junho.
No Pepsi On Stage.
Ingressos à venda na bilheteria do Teatro do Bourbon Country.
Horário de atendimento: das 14 às 22 horas de segunda a sábado.
Telentrega Opus
(51) 8401.0555
Horário de atendimento: 9h às 19h de segunda a sexta.
Preços:
Cadeiras Setor A - R$ 150,00
Cadeiras Setor B - R$ 125,00
Cadeiras Setor C - R$ 100,00
Mezanino em Pé - R$ 125,00
Pista - R$ 80,00
Camarote para 6 pessoas - R$ 1.200,00
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Fernando Albrecht* |
Um bandido de 1968
Todos os jornalões dedicaram muito espaço para relembrar o turbulento maio de 1968, em especial a rebelião dos jovens franceses. Mas pouco ou quase nada se escreveu sobre como era a Porto Alegre de 1968, a vida, as comidas e bebidas, a noite. Julinho era o bandido da moda, manchete diária dos jornais, um assaltante com QI acima da média.
Numa noite de sábado de 1968, Julinho cansou de fugir da Polícia, segundo contou para o comando que vos escreve, e resolveu se entregar sem luta, sem tiros, na boa. Foi para uma boate muito freqüentada por policiais, a Caverna, na Farrapos, de propriedade de Marion Croaré Amarante, depois dona da Gruta Azul.
Deu mole de propósito.
Sentou numa mesa, convidou duas mulheres e esperou o inevitável. Os policiais presentes não acreditavam que o bandido mais procurado do estado estava lá, bem à mão. O Julinho era muito parecido com o Julinho. Numa mesa ao lado, um rapaz estava de olho numa das mulheres. Julinho então o convidou para sentar, beberam e bateram papo. Morador de Canoas, não tinha a mais remota idéia da fria em que estava entrando. Meia hora depois, caiu a ficha, veio um exército de policiais que prenderam a dupla.
O azarado foi preso e devidamente "interrogado". Só ficou inteiro porque Julinho livrou sua cara contando como se conheceram casualmente na boate, que não era cúmplice ou amigo etc e tal. Pelo sim pelo não, mesmo assim os policiais o levaram para o xadrez da 2ª DP, na Azenha, onde pernoitou numa agradável cela com vista para a Cabo Rocha, uma rua que era um muquifo só.
Um jornalista foi entrevistá-lo de madrugada.
- Mas como você senta com o bandido mais procurado do estado logo na Caverna?, perguntou o jornalista.
- E eu vou saber? Eu nem mesmo sei quem é Julinho! Só estava de olho na mina, o cara me convidou, apresentou a mulher, pagou a bebida...
Com os olhos arregalados, não sabia se chorava pelo susto ou ria porque o pior tinha passado. No fundo, Julinho tinha bom coração. Imagina se ele diz aos policiais que o canoense era do time.
Uma coisa é certa: esse aí nunca mais sentou com estranhos em mesa de boate.
* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br
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| Da Redação |
Pedrini
Antes de completar 50 anos, nada como uma guaribada a capricho. Uma reforma planejada para que a clientela se sinta ainda melhor. Hoje, quem vive sem ar-condicionado? Não, mas não é só isso: cozinha e banheiros planejados; um salão mais espaçoso, com cadeiras confortáveis, mesas espaçosas, tudo feito para o prazer dos clientes.
Este é o novo Bar e Restaurante Pedrini, que não deixa de ser o Velho Pedrini, com o espetacular chope da Brahma, a Pepsi, os bolinhos de queijo e bacalhau, os filés, as massas, as pizzas na panela, tudo como há 48 anos. Um lugar que encanta os moradores das redondezas e também os jornalistas e os bons políticos.
O Novo Pedrini continua no endereço do Velho Pedrini, na avenida Venâncio Aires, 204, quase esquina com a Lima e Silva. E agora tem até estacionamento, na avenida Lima e Silva antes de chegar a Venâncio Aires (do lado direito).
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| Da redação |
Manuel de Araújo Porto Alegre
A mostra apresenta obras das Coleções da Aplub, do Museu Júlio de Castilhos e do MARGS. Documentos que apresentam as diversas facetas de Manuel de Araújo Porto Alegre que desempenhou papel fundamental, como professor e intelectual, na mobilização das artes plásticas brasileiras no século XIX também compõem a exposição.
O artistas foi professor, pintor, poeta, historiador, crítico, teatrólogo, arquiteto, caricaturista, cenógrafo, orador e diplomata. Foi aluno de Debret, cursou a Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e estudou arquitetura e pintura em Paris.
Ao retornar da Europa, foi nomeado professor da Academia de Belas Artes. Posteriormente, foi designado por D. Pedro II para ser pintor da Câmara Imperial. Expôs, em 1836, no Museu do Louvre, e, em 1832 e 1833, na Escola de Belas Artes de Paris. Manuel de Araújo Porto Alegre incentivou uma geração de artistas brasileiros como o pintor Victor Meirelles, autor da célebre A Primeira Missa no Brasil.
Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS)
Praça da Alfândega, s/n°
Horários: Até 29 de junho - De terça a domingo, das 10 às 19 horas.
Entrada é grátis. |
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| Da redação |
Alberto Bins
Antes uma curiosidade: Sabe por que o Hotel Plaza São Rafael tem este nome? Não sabe? Pois acreditem que a avenida Alberto Bins, onde está o hotel, chamava-se São Rafael e a Câmara de Vereadores resolveu homenagear o primeiro porto-alegrense a comandar a Prefeitura da cidade.
Alberto nasceu, em 1869, e morreu, em 1957, em Porto Alegre. Bem de vida, era filho de um próspero comerciante. Tanto que estudou na Inglaterra e Alemanha.
Sua primeira atividade a valer foi como sócio majoritário da E.Berta & Cia., fundada por Emmerich Berta, que tinha como forte a fabricação de cofres, fogões, camas. Modernizou os processos de trabalho, tendo importado máquinas e matéria-prima da Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra. Seus produtos eram vendidos em todo país.
Cheio de atividades: foi presidente da Associação Comercial, fundador do Banco Pelotense e do Centro da Indústria Fabril. Participou até da criação da finada Varig.
Foi quatro vezes deputado estadual, vice-intendente eleito, na administração de Otávio Rocha. Em 1928 este morreu e Alberto o substituiu. Candidato ao cargo no mesmo ano, foi eleito com folga.
Alberto Bins inaugurou a Hidráulica Moinhos de Vento. Em 1935 comandou a realização da Exposição do Centenário da Revolução Farroupilha, na Redenção.
Dois anos depois, com o estado Novo de Getúlio Vargas, Alberto largou a política e foi cuidar de suas empresas. |
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| Clábio Gomes* |
Creme de cebola
Ingredientes:
1 colher de sopa de margarina - 500 gr. de cebolas - 300 gr. de batatas
1 litro de caldo de carne -1 gema -1 colher de sopa de nata - noz moscada,
sal e pimenta a gosto.
Preparo:
Derreta a margarina e acrescente as cebolas, deixando-as alourar ligeiramente, até ficarem transparentes.
Junte as batatas cortadas em cubinhos e o caldo de carne.
Assim que levantar fervura, deixe cozinhar cerca de meia hora, com a panela tampada.
Tempere com sal, pimenta e noz moscada.
Reduza a puré.
Bata a gema com a nata e acrescente, pouco a pouco, algumas colheres do puré.
Adicionar cuidadosamente esta mistura à sopa, para que não talhe, mexendo sempre e deixar cozinhar por mais 2 minutos, sem ferver.
Atenção: sirva com pão italiano
* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br
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