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Sete Maravilhas!
José Luiz Prévidi

Sete Maravilhas! – segunda parcial
De segunda a segunda continuam chegando votos de todas as partes do mundo. Todos querem escolher as 7 Maravilhas de Porto Alegre.
Final de junho. Foram computados 14.389 votos.
Para quem não sabe, é simples votar: logo aí embaixo, na seção “Facpa – Fã-Clube de Porto Alegre” há um grande banner. É só se identificar e escrever a sua Maravilha. Quantas vezes quiser. O mesmo processo está a disposição no www.previdi.com.br, no final das Notícias do Dia.

Atenção!!
Baixou o centralismo democrático e a comissão organizadora teve que tomar algumas decisões.
1º - Alguns votos não foram computados, por não estarem de acordo com as regras do concurso. Deve ficar claro que a comissão aprova integralmente estes votos inválidos, mas para outro concurso que será realizado no segundo semestre.
Exemplos: o cachorro da Princesa, o bauru do Trianon, o chope do Tuim, a picanha do Na Brasa, a pizza de panela do Pedrini, o peixe do Gambrinus, o talharim do Copacabana, o bolo de carne do Naval, a feijoada do Plazinha, entre outros.
Repetimos: todas estas sugestões, e muitas outras, estarão no concurso 7 Delícias de Porto Alegre.
2º - A comissão organizadora também decidiu considerar o Estádio Olímpico (“avalanche da geral”) e o Estádio Beira-Rio como “Maravilhas Hours-Concours de Porto Alegre” – portanto, fora da disputa.

Vamos lá, chega de conversa!
As Maravilhas de Porto Alegre mais votadas até o final de junho:
- Guaíba/pôr-do-sol
- Parque da Redenção
- Mercado Público
- Estátua do Laçador
- Casa de Cultura Mario Quintana
- Catedral Metropolitana
- Theatro São Pedro
- Rua da Praia
- Brique da Redenção
- Cais do Porto

Vai! Continue votando!!

Foto do repórter fotográfico Alfonso Abraham, o Espanhol.

 
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facpa! topaz?
Da redação

Contatos

Vereador Guilherme Barbosa
O resumo abaixo está bem fiel ao que foi aprovado. Tratava-se de projeto do vereador Beto Moësch protocolado ainda em 2004.
Manifestei-me da tribuna a favor do mesmo (quase toda a nossa bancada votou assim) e apresentei uma emenda que retirava a possibilidade das águas servidas serem, depois, usadas em parques e praças, pois poderiam significar perigo para as pessoas.
P.S. - Aproveito a oportunidade para dizer, Prévidi,  que desisti de apresentar o projeto de proibir a lavagem das calçadas pois não tem como fazer a fiscalização e cobrar, pois o DMAE é uma autarquia e não tem poder de polícia. Poderia ser feito, sim, uma forte campanha pelo Departamento para o uso racional do nosso precioso líquido.
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A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou o projeto de lei que institui o Programa de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas nas Edificações. A iniciativa prevê a captação, armazenamento e utilização da água da chuva e das águas servidas (da pia, do chuveiro, do tanque, etc.) para serviços de limpeza, manutenção de jardins e descarga de vasos sanitários. Além disso, estabelece a instalação de hidrômetros individuais para medição do volume de água consumido nos condomínios.

Delton Castro
Adorei as 7 Maravilhas de Porto Alegre. Muito bom, espero que mais camaradas contribuam. Principalmente para novos pontos.
Quanto aos galetos, sanduíches abertos, os melhores, porque não sei realmente quem foram os primeiros, tenho na memória o sanduíche aberto do Beerstube com um porquinho imperdível e o melhor galeto hoje está na Grande Porto Alegre, é o do Capri em São Leo. Pode sair e procurar, inclusive com o melhor sagu de sobremesa. Depois de São Leo somente no Alvorada em Caxias.
E o sanduba Farroupilha no Restaurante Farroupilha na esquina da Fernando, antiga Arvoredo com Borges? Pelo que sei este foi o primeiro de Porto nesta especialidade.
Na parte superior do Mercado Publico, infelizmente não gravei o nome, mas quem for não tem perdida, tem um restaurante que serve um pastel de bacalhau que é uma loucura. Vale a caminhada.
Prometo novas revelações!

Fernando Albrecht
Por partes: o Capri realmente é antigo mas não o mais velhinho. O Bierstube é mais novo também já nos anos 50 eu comia sanduba aberto no Urso Branco, na Pinto Bandeira quase Alberto Bins (o prédio foi demolido não faz muito). Quanto ao primeiro, depois de muita luta, descobri que o pioneiro, ou um dos, foi um bar na Cristombo Colóvão (gostou?), um casal de holandeses. Esqueci o nome, mas voltarei ao assunto.
OK com o Farroupilha, fechou faz quatro anos, por aí. Hoje, o melhor é do Pedrini. Queijo e presunto + lombinho com fatias de verdade, não apenas leves traços, fatias translúcidas.

Clarice Ledur
Como contribuição às 7 Maravilhas de Porto Alegre:
Conheces o restaurante João de Barro, na Vila Nova? O proprietário é um médico aposentado, o Marco, que tinha uma casa no local e que curtia especialmente nos finais de semana. Montou um restaurante, com música ao vivo, jazz, piano, etc... com freqüentadores do nível do Plauto e Ivone Pacheco, só para ficar entre estes que me recordo do nome, porque desfilam muitos nomes da nossa boemia por lá, que a minha memória deixou passar...
Antes, abria todos os domingos. Agora só abre um domingo sim, um não, com reservas. É muito lega . Eu, inclusive, já cozinhei lá. A gente come junto a um parreiral, toma vinho de uva plantada e colhida pelo proprietário, com queijos e fiambres também produzidos por ele.
A comida é feita por ele e/ou pela sócia, uma japonesa, sempre uma salada, um arroz, uma carne e sobremesas tipo sagus, doces de calda, cremes.... (aceita a contribuição de amigos à frente do fogão).
Estou te anexando o mapa, caso tenhas interesse.

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Da redação

Parque Saint Hilaire
O nome do Parque Saint Hilaire é uma homenagem ao biólogo francês Augustin François Cesar Provensal Saint´Hilaire, que contribui para os estudos da flora e da fauna no RS. Esteve por aqui em 1820.
A história do parque confunde-se com a utilização da área. Criado oficialmente em 1947, como Jardim Botânico Municipal, foi enquadrado no Sistema Nacional de Unidades de Conservação em 2003, passando a chamar-se Parque Natural Municipal Saint Hilaire.
O Parque possui uma área de 1.148 hectares. Está entre os municípios de Viamão e Porto Alegre, no prolongamento da avenida Bento Gonçalves, e é administrado pela Prefeitura da capital gaúcha desde 1976.
Conta com quatro canchas de bocha, três quadras de vôlei, quatro de futebol  de campo, três de futebol society e duas quadra de futebol de salão, além de 120 churrasqueiras. A entrada é gratuita.
Está inserido na área de domínio da Mata Atlântica. A flora nativa foi modificada no período compreendido entre 1944 e 1946, antes da criação do parque, quando foram plantadas cerca de 450 mil árvores, de diferentes variedades de eucaliptos. Atualmente, há 120 hectares de Eucalyptus sp e 10 hectares de Pinus sp.
É importante destacar o papel dos banhados formados após a construção da Barragem Lomba do Sabão, que permanecem em constante evolução e já representam um refúgio para nidificação de várias espécies.
Foram identificadas no Parque 56 espécies distribuídas em 27 famílias, mas estima-se que esse número ultrapasse as 161 espécies, dentro de 54 famílias.
Entre as espécies vegetais ameaçadas, encontra-se a canela-preta e, em vias de extinção, a corticeira da terra e as figueiras do gênero Ficus.
Também é um refúgio para a vida silvestre da região metropolitana, com uma biodiversidade composta por 12 espécies de mamíferos, 47 de répteis, 23 de anfíbios e 14 espécies de peixes.
As fotos são do repórter fotográfico Ricardo Stricher.

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Da redação

Chácara da Fumaça
Oficialmente, a denominação e atuais limites do bairro Mário Quintana são novos, designados através da lei municipal. Mas a história dos seus primeiros habitantes está na antiga Chácara da Fumaça que, posteriormente, agregou-se ao bairro através da lei que o oficializou. A Chácara da Fumaça está na zona norte de Porto Alegre, e começou a ser constituído na última década do século XIX. Em 1896 foi idealizado o primeiro loteamento com 144 hectares, que já recebeu a denominação de Capão da Fumaça.
A instalação de chácaras na região incorpora a denominação de Chácara da Fumaça ao lugar, mas essa não é a única versão para o nome, existindo entre seus moradores mais antigos outras versões. Até os anos 1960, eram poucos os moradores do atual bairro, sendo as famílias distribuídas entre a densa vegetação. Contudo, o aumento populacional de Porto Alegre, característico desse período, vem acompanhado do problema habitacional, fazendo com que a administração pública inicie, nos anos 80, projetos de infra-estrutura e habitacionais para a área da antiga Chácara.
Mas o projeto de loteamento proposto pelo governo municipal dependia dos fatores naturais da região, em função da área repleta de eucaliptos. No sentido de acelerar as obras, os moradores da região se organizaram em grandes mutirões em conjunto com DEMHAB, na década de 80, visando o seu desmatamento para conclusão das casas.
Em função do grande de número de pessoas deslocadas para o bairro, ocorreu ali um surto populacional: em menos de uma década, a antiga Chácara “explode”, trazendo uma série de conseqüências e necessidades para seus moradores , criando-se no bairro novas instituições (cooperativas, associações, serviços públicos), que passam a prestar os mais variados serviços à comunidade.
Quanto a suas opções de lazer, a que mais se destaca é o Parque Chico Mendes (foto), criado em 1991: além de ser uma área de preservação ecológica onde os moradores da região podem ter contato com a natureza, são oferecidas diversas quadras para atividades esportivas.
(Prefeitura de Porto Alegre)

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Jayme Copstein *

Visconde de Camamu e o Prosódia
Jayme Copstein*

Passo todos os dias pela Ponte da Azenha, cujas obras de reconstrução estão concluídas, e note-se que falo em reconstrução e não em restauração porque não se tem conta de quantas vezes a travessia foi destruída por sucessivas enchentes e depredações. Aliás, os vândalos já recomeçaram o trabalho, pichando sua parte inferior, até mesmo antes da reinauguração.
Como se vê, não é a Ponte da Azenha que é histórica, mas o sítio por onde ela se estende, pois ali se travou o primeiro combate da Revolução de 1835, no dia 19 de setembro, e também onde se registrou a primeira baixa, jornalista, por sinal: Antônio José da Silva Monteiro, mais conhecido como “Prosódia”.
Não nos alvorecemos, porém, em protestos. Prosódia não estava fazendo cobertura para o jornal “Mestre Barbeiro”, que fundara em janeiro daquele ano e onde desancava a lenha nos liberais sem dó nem piedade. Meteu-se no bochincho por engajado e fanático.
O apelido viera dos adversários, como represália, antes, quando ainda redigia o “Periódico dos Pobres”, em cujas páginas se destacava como poeta satírico, de bons versos, porém de palavreado agressivo, a ponto de se tornarem insultuosos. Naquela noite de 19 setembro de 1835, Prosódia foi arrebanhado com outros 25 soldados da Guarda Nacional pelo major José Egídio Gordilho de Barbuda, Visconde de Camamu, para acabar com os “desordeiros” acampados nas proximidades da Ponte da Azenha.
Montado em garboso alazão e envergando vistoso chapelão de penachos, para intimidar os “bagunceiros”, tendo o Prosódia como ajudante-de-ordens, Camamu se tocou para a ponte e foi surpreendido por não se tratar do ajuntamento que ele esperava dispersar com sua simples presença, mas de força militar postada estrategicamente. Quando respondeu à pergunta da sentinela – “Quem vem lá?” – com a insolência de alguns palavrões e uma descarga de fuzilaria, que aliás não acertou ninguém pela má pontaria dos seus carabineiros, recebeu de troco uma carga de lanceiros que pôs sua tropa em debandada.
Em pânico, Camamu saltou do cavalo e se embrenhou por uma cerca de unhas-de-gato das proximidades, deixando o chapelão para trás. Um pouco depois, chegava ao Palácio do Governo, todo lanhado, roupas rasgadas, descabelado, enquanto a sentinela farroupilha exibia na ponta de lança o chapelão, dizendo que era uma “marmita de penacho”.
O Prosódia, que também perdera o cavalo e saíra correndo, não teve sorte. Alcançado por um lanceiro, não quis render-se quando recebeu ordem de prisão. Respondeu com um tiro à queima-roupa. Como era atirador bisonho, mesmo a curta distância, errou a pontaria e foi morto com um lançado.
Apesar da tragédia, Camamu é a nota hilariante do episódio, descrito por Alfredo Ferreira Rodrigues, e também por Coruja Filho (Dr. Sebastião Leão), Assis Brasil e Ramiro Barcellos. Ao chegar sujo e ensangüentado ao Palácio, a sentinela de plantão na porta, assustada, deixou cair a arma, que disparou. Sobreveio o pânico. Os sinos da igreja tocaram o alarma, como se a cidade estivesse prestes a ser invadida por um grande exército.
Explicando o fiasco, Camamu disse que seus bravos soldados da Guarda Nacional tinham sido atacados por uma tropa de 400 homens e não havia como resistir. Há discrepâncias entre os historiadores quanto ao número exato. Assis Brasil fala em 200, mas esse era o total dos soldados farroupilhas acampados nas proximidades da Ponte da Azenha. Intervieram no combate apenas 25, dispostos em posições estratégicas, porque desde cedo sabia-se que os caramurus iam atacar naquela noite.
A Tomada da Ponte da Azenha é uma obra de Augusto Luiz de Freitas, de 1922.
Foto Ponte da Azenha – Ricardo Giusti

* Jayme Copstein é jornalista e radialista. Colabora no www.coletiva.net. É colunista do jornal O Sul e apresentador do programa 'Paredão', na Rádio Pampa. Seu livro mais recente é "A Ópera dos Vivos", editado em janeiro deste ano.

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Da redação

Festival de Inverno de Porto Alegre
O 3º Festival de Inverno acontece entre os dias 21 e 28 de julho em diferentes teatros da cidade. São 17 shows com dez bandas e 22 solistas, seis cursos de alto nível com especialistas de grandes universidades, e o ciclo de cinema O Brasil Segundo Cacá Diegues, com palestras que incluem a presença do cineasta. Fernando Morais falará sobre o fenômeno Paulo Coelho.
 A programação acentua outra vez seu sotaque platino com shows de Jorge Drexler, Pedro Aznar e Ultratango, mais os professores Ariel Schettini e Daniel Link, da Universidade de Buenos Aires. O baixista inglês John Greaves completa a ala internacional. A abertura do evento acontece no dia 17 com Bebeto Alves e Banda no Teatro do SESC.
Jorge Drexler é sem dúvida o carro-chefe, mas a fama de Pedro Aznar entre os amantes da música instrumental gaúcha, bem como as incursões tecnológicas da Ultratango, o apelo das canções de Vinícius, Chico Buarque e Dorival Caymmi na voz do Quarteto em Cy, os malabrarismos melancólicos do britânico John Greaves e a união da guitarra de Edgard Scandurra às vozes de Bruno Gouveia, Thedy Correa com a reação em cadeia de Jonathan serão um páreo duro para o oscarizado cantante de Al Otro Lado del Rio. Além de Nei Lisboa e Ná Ozzetti, que reeditam uma parceria amplamente consagrada nos palcos de Porto Alegre.
As grandes revelações do último prêmio Açorianos de Músicas darão seu recado no palco do Teatro de Câmara, com Izmália, Fruet e Os Cozinheiros, Cartolas, Pata de Elefante, Fausto Prado e Casas de Asas, onde também se apresentam os consagrados Acústicos & Valvulados e a The Hard Working Band. O festival ainda apresenta o carioca Rodrigo Maranhão, ganhador do Grammy de melhor música brasileira em 2006. E o projeto Encontrabanda levará ao palco a Banda Municipal de Porto Alegre e dez solistas (Angelo Primon, Felipe Azevedo, Frank Solari, Geraldo Flach, James Liberato, Marcelo Caminha, Olinda Alessandrini, Plauto Cruz e Renato Borghetti).
Além do Teatro de Câmara, os espetáculos acontecerão no Teatro do Bourbon Country, na Reitoria da UFRGS, no Teatro do SESC e no Renascença.
As inscrições para os cursos começam no dia 7 de julho e a venda de ingressos no dia 14, ambas no Centro Municipal de Cultura (av. Erico Verissimo, 307). O Teatro do Bourbon Country também venderá ingressos a partir do dia 14, mas apenas para os seus shows.
A programação se completa com um ciclo de cinema dedicado à obra do cineasta carioca Cacá Diegues, enfocando os filmes que formam um painel do Brasil do fim dos anos 60 até o momento. Ao final das sessões, haverá debates com especialistas e no dia 25 o próprio Cacá Diegues conversará com a platéia na Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro.

 
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Fernando Albrecht*

Sebastião, o Imbatível
Fernando Albrecht*

O melhor contador de causos, em qualidade, quantidade e capacidade de contá-los em poucas linhas, é o jornalista Sebastião Nery. Não tem igual. Para começar, é uma figuraça. Baiano de nascimento, conseguiu a proeza de ser vereador na Bahia, deputado estadual por Minas Gerais e deputado federal pelo Rio de Janeiro, é mole?
Nas pescarias patrocinadas pela GM no Pantanal, jornada que reúne cerca de 100 jornalistas, Sebastião passava as madrugadas contando histórias vistas, ouvidas ou protagonizadas. Numa madrugada dessas, no restaurante do barco "Pérola do Pantanal", Sebastião contou casos do pai do humorista Agildo Ribeiro, Barata Ribeiro, que virou nome de rua no Rio.
Após a morte de Stálin, desiludido com o PC soviético, ele se mandou para Salvador para refletir. Começou a freqüentar a redação do jornal A Tarde, onde Nery trabalhava e, em seguida, teve um caso com uma repórter do jornal.
Certa noite, a repórter telefonou assustada para o chefe, dizendo que o homem estava tendo um troço. Imediatamente mandaram um médico para o hotel. Quando ele lá chegou, Barata Ribeiro estava deitado na cama, suando, mal.
- Doutor, eu sei que estou tendo um derrame, meu lado esquerdo está paralisando. Por favor, me bota o pau para o lado direito...
Foto - ex-capitão Agildo da Gama Barata Ribeiro nasceu em 1905, no Rio de Janeiro.

* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br

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Da Redação

Conheça os túneis verdes
Novos patrimônios naturais e ecológicos de Porto Alegre foram oficializados no sábado, dia 28 de junho, pelo prefeito José Fogaça. Pelo tombamento dos Túneis Verdes do Moinhos de Vento, passaram a ser Áreas de Uso Especial os trechos das ruas Dona Laura, Miguel Tostes, Dr. Florêncio Ygartua, Mariante, Casimiro de Abreu, Barão do Santo Ângelo e  Luciana de Abreu.
Fogaça observou que a iniciativa é uma demonstração de respeito à cultura dos porto-alegrenses e faz com que a prefeitura reforce seu compromisso com a preservação da cidade. "Mais do que uma paisagem, há uma história que deve ser respeitada e a partir de hoje este ambiente natural não pode ser fragmentado ou modificado, pois está protegido por lei", afirmou. O prefeito elogiou ainda a parceria com a comunidade da região e destacou a atuação e o empenho da equipe de funcionários da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. "São sentinelas da preservação ambiental na cidade", disse.
Conforme Fogaça, outras áreas do município também serão tombadas em breve. "A busca por soluções comuns e construtivas para a prefeitura e as comunidades faz com que as políticas públicas sejam mais eficientes", disse. Fogaça citou como exemplo o caso da construção do Conduto Álvaro Chaves, em que os moradores concordaram com o deslocamento do traçado do projeto original, visando a preservação de árvores e áreas verdes nos bairros atingidos pela obra.

Ruas Tombadas
Rua Dona Laura -  compreendido entre a Avenida Goethe e a Rua Miguel Tostes.
Rua Miguel Tostes - compreendido entre a Rua 24 de Outubro e a Rua Castro Alves
Rua Dr. Florêncio Ygartua -  compreendido entre a Rua 24 de Outubro e a Rua Dona Laura
Rua Mariante -  compreendido entre a Rua 24 de Outubro e a Rua Castro Alves
Rua Casimiro de Abreu - compreendido entre a Rua Ramiro Barcelos e a Rua Mariante
Rua Barão do Santo Ângelo - compreendido entre a Rua Fernando Gomes e a Rua Hilário Ribeiro
Rua Luciana de Abreu  -  compreendido entre a Rua Santo Inácio e a Rua Padre Chagas.
(Além destas ruas, outros três túneis verdes já foram tombados na cidade, localizados nas ruas Marquês de Pombal, Gonçalo de Carvalho e J. Mendes Ouriques
).
Foto Ricardo Giusti

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Da redação

Exposição Aldemir Martins
Uma rara oportunidade de conferir exposição individual de Aldemir Martins, artista cearense falecido em fevereiro de 2006. Tinha 83 anos. São 20 trabalhos – oito telas, gravuras e desenhos produzidos ainda nos anos 90, além de esculturas em acrílico e bronze.
A exposição é uma homenagem da Bublitz Galeria de Arte ao artista que expôs quatro vezes naquele espaço.
Aldemir Martins viveu por muitos anos em São Paulo. Na década de 40 participou da criação do Grupo ARTYS e da SCAP – Sociedade Cearense de Artistas Plásticos, junto com outros pintores, como Mário Barata, Antonio Bandeira e João Siqueira. Ale, de São Paulo, viveu no Rio de Janeiro e em Roma.
A natureza e a gente do Brasil foram temas sempre presentes. Nos desenhos de cangaceiros, nos peixes, galos, cavalos, nas paisagens, frutas e até na sua série de gatos, transparece uma brasilidade.
Destacam-se na carreira de Aldemir Martins participações como na Bienal de São Paulo, em 1951; na Bienal de São Paulo, em 1955, quando recebeu o Prêmio de Desenho, no IV Salão de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, em 1955, quando recebeu a Pequena Medalha de Ouro na Bienal de Veneza, em 1956, premiado na Modalidade de Desenho no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1957 e em 1959, quando recebeu o prêmio de Viagem ao Estrangeiro. Também foi premiado com o Jabuti – Capista em 1959, e ainda participou na Bienal de São Paulo, em 1975.

Bublitz Galeria de Arte
Rua Vicente da Fontoura, 2600
Rio Branco - Porto Alegre
 (51) 3029-0109
De 23/06 a 19/07/2008 - De segunda a sexta, das 9 às 19 horas; sábado, das 9 às 16 horas
Entrada franca

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Da redação

Visconde de Camamu
Essa rua nem um taxista experiente sabe. Só se morar ou trabalhar nas imediações. Mas é uma transversal das avenidas Landell de Moura e Padre Reus, no bairro Tristeza. Cabe o registro neste espaço, porque o Jayme Copstein, na seção Personagem, trata do Visconde.
José Egídio Gordilho de Barbuda, o 1° Visconde de Camamu, nasceu em Chamusca, Portugal, em agosto de 1787. Morreu na Bahia em fevereiro de 1830. Teve uma vida de aventuras. Foi político e militar brasileiro.
Entrou para o corpo de Artilharia em Portugal com 12 anos de idade. Veio para o Brasil como tenente da Legião de Caçadores da Bahia.
Entrou para o corpo de Artilharia em Portugal com 12 anos de idade. Veio para o Brasil como tenente da Legião de Caçadores da Bahia.
Entrou para o corpo de Artilharia em Portugal com apenas 12 anos. Veio para o Brasil como tenente da Legião de Caçadores da Bahia.
Casou-se com Caetana Augusta de Vasconcelos Gordilho de Barbuda. Pai do 2º visconde de Camamu, José Egídio Gordilho de Barbuda Filho.
General, comandante do exército pacificador na Bahia em 1822.
Foi presidente das províncias do Rio Grande do Sul, de 14 de janeiro a 4 de novembro de 1826, e da Bahia, de 11 de outubro 1827 a 28 de fevereiro de 1830, quando foi assassinado.
Nos 10 meses que esteve em Porto Alegre não teve muito sucesso.
Leia o breve relato abaixo (na verdade, um resumão do texto do Jayme Copstein, aí em cima).
Tomada de Porto Alegre pela Ponte da Azenha: Na ponte da Azenha, ás 23 horas da noite do dia 19 de setembro de 1835, os farroupilhas, comandados pelo Capitão Manoel Vieira da Rocha, conhecido por Cabo Rocha, enfrentaram as forças imperiais do Visconde de Camamu, comandante da guarda do Palácio do Governo da Província.

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Clábio Gomes*

Fondue de carne

Ingredientes:


1 kg. de contra-filé cortado em cubos -1/2 litro de óleo de canola
Molhos prontos: pimenta ou tabasco, wasabi, shoyu, tártaro, mostarda tipo dijon, molhos para salada (dressing)
Molhos preparados (ver abaixo)
Pão Italiano


Preparo:

Colocar o óleo na panela, levar ao fogo para aquecer.
O ponto correto de aquecimento é quando um pequeno pedaço de pão começa a fritar no óleo.
Leve a panela de óleo ao rechauld, na mesa.
Cada pessoa mergulha um pedaço de carne no óleo, deixa cozinhar, retira e mergulha no molho de sua preferência.


Molhos preparados:
Cebola: misture 1/2 pacote de sopa creme de cebola com 1/2 lata de creme de leite light.
Rosé: misture em proporções iguais mostarda, maionese e catchup.
Mostarda: misture 2 colheres de chá, de mostarda dijon com 1/2 lata de creme de leite.
Vermelho: misture 2 colheres de sopa, de salsa picada, 1/2 xícara de catchup, 1/2 xícara de pão triturado.
Alho: misture 1/2 xícara de maionese com 2 colheres de chá, de pasta de alho e sal


SERVA COM OS MOLHOS E PÃO ITALIANO EM PEDAÇOS

* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br


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