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Parcial: Delícias mais votadas
José Luiz Prévidi

Está a mil a votação para a escolha das 7 Delícias de Porto Alegre.
Existem verdadeiras campanhas para que alguns prazeres da mesa sejam eleitos. Mais de 40 indicações, milhares de votos.
A idéia das 7 Delícias surgiu em função de várias indicações para as 7 Maravilhas da capital gaúcha (Edição 23). Para a eleição das Maravilhas não foram considerados votos desta categoria, claro, como para o cachorro da Princesa, o bauru do Trianon, o chope do Tuim, a picanha do Na Brasa, a pizza de panela ou o bolinho de queijo do Pedrini, o peixe e o filé acebolado do Gambrinus, o talharim do Copacabana, o bolo de carne do Naval, a feijoada do Plazinha, entre outros.
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Felizmente, todos os votantes entraram no espírito da promoção. Duas regras:
Delícias são unanimidades.
Delícias não são sinônimos de sabores estranhos ou exóticos.
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Em tempo: “Delícias da Tia Carmem” não foram consideradas.
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A escolha das Delícias da capital gaúcha está sendo feita através deste espaço e do www.previdi.com.br, em local destacado, durante 60 dias. O resultado final será divulgado no dia 8 de novembro e os sete vencedores receberão um documento comemorativo.
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Da Redação

Delícias: As 10 mais votadas

Por enquanto, as 10 Delícias mais votadas. Não esqueça que são apenas 7 Delícias de Porto Alegre.
Vale lembrar que o processo eleitoral termina em 8 de novembro.
Atenção: a relação não está em ordem alfabética e não há a nada a ver com o número de votos.
- Sanduíche Aberto, da Toca do Ratão - avenida Protásio Alves

- Pizza na Panela, do Bar Restaurante Pedrini - avenida Venâncio Aires

- Massas em geral, do Atelier das Massas - Rua Riachuelo

- Torta de Sorvete, da Confeitaria Torta de Sorvete - rua Padre Chagas

- Rascatelli ao Suco com Porpeta, do Restaurante Copacabana - praça Garibaldi

- Espetinho de Camarão e Queijo (molho de pimenta), do Mamma Julia – M. Público

- Tainha Recheada com Camarão, do Restaurante Gambrinus – Mercado Público

- Os Sorvetes da Banca 40 – Mercado Público

- Filé à Parmegiana, do Restaurante Tudo Pelo Social – avenida João Alfredo

- Bolinho de Bacalhau, do Bar Naval – Mercado Público

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Da redação
Linha Turismo
A Secretaria Municipal de Turismo passa a oferecer duas opções de passeio no Linha Turismo desde o dia 19 de outubro, quando passa a vigorar o horário de verão. Além do city tour tradicional de 80 minutos por atrativos de áreas mais próximas ao Centro, o ônibus panorâmico, que circula de terças a domingos, realizará a opção de passeio pela Zona Sul da cidade.
Agora, com dois horários
Este novo roteiro será oferecido às 14 e às 16 horas. Nos demais horários operados pelo  ônibus, às 9, 10h30min e 18 horas, o passeio terá o trajeto tradicional.
As saídas nas duas opções ocorrem junto ao terminal localizado na Travessa do Carmo, 84, bairro Cidade Baixa, mesmo endereço de venda das passagens. No trajeto convencional, as passagens custam R$ 8,00 no primeiro piso e R$ 10, 00 no andar panorâmico. No Linha Turismo Zona Sul, com duração aproximada de 1 hora e 50 minutos, os ingressos custarão R$ 10,00 e R$ 15,00, respectivamente. Para as duas opções de roteiro, podem ser feitas reservas pelo telefone 3212-1628.
O city tour na Zona Sul foi realizado experimentalmente entre 15 de novembro de 2007 e 2 de março de 2008, quando transportou 5,2 mil passageiros. O roteiro percorre dez bairros, como Praia de Belas, Assunção, Tristeza, Ipanema, Vila Nova, Belém Velho e Glória, passando por atrativos como a Fundação Iberê Camargo, o Calçadão de Ipanema e o Santuário Mãe de Deus, no alto do Morro da Pedra Redonda, de onde os passageiros podem ter uma visão de quase 360º de Porto Alegre.


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Da redação
O templo mórmon no bairro
Chácara das Pedras
O bairro Chácara da Pedras foi criado oficialmente em 1959. Mas os primeiros moradores chegaram na região no final do século 19 e até os anos 50 a área era pouco habitada. Por que as “Pedras” na denominação? Simples, era uma área “tapada” de pedras, não servia para plantar nada.
Nos anos 70, pelo baixo preço dos terrenos, começaram a ser construídas belas mansões e as incorporadoras, antevendo as possibilidades, investiram em grandes áreas.
Uma panorâmica da Chácara

Até que na década de 80 foi construído o Shopping Iguatemi e aí o bairro tomou forma. Toda a região foi valorizada e começaram a ser construídos grandes edifícios. Hoje, o bairro faz parte da zona nobre da cidade, onde as residências e edifícios apresentam bela arquitetura, sobretudo os localizados na avenida Nilo Peçanha.
Até hoje a Chácara das Pedras guarda características residenciais, e a região tem um bom comércio e serviços, além de várias áreas verdes. No bairro tem também o Shopping Bourbon Country, inaugurado em 20001. Atualmente é um dos bairros mais valorizados da cidade.

 

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Jayme Copstein *

Na alça de mira

O projeto do Pontal
Merece aplausos a liminar do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Eugênio Couto Terra, interrompendo a tramitação de projeto na Câmara Municipal que aleija Porto Alegre, desfigurando a área do antigo Estaleiro Só.
A liminar foi solicitada pelo vereador Beto Moesch e concedida diante da flagrante ilegalidade na origem do crime que se deseja perpetrar contra a cidade. Afora vício de origem – não pode ser proposto por vereadores – encharcou-se de imoralidade ao tramitar de maneira irregular, antes de entrar na pauta de votações.
Passou apenas por duas, das quatro comissões permanentes da Câmara, e obteve aprovação apenas na de Constituição e Justiça, da qual fizeram parte proponentes da aberração. A outra Comissão, a de Economia/Mercosul, o rejeitou.
"Um crime contra cidade"
A orla do Guaíba é área de preservação ambiental em toda a sua extensão. A comunidade decidiu que seria assim em 2002, quando foi aprovada a Lei 470, estabelecendo o limite de apenas um pavimento para construções no local.
O canhonaço que se pretende desferir contra o porto-alegrense, elevando o limite para prédios de 43 metros de altura, tem componentes do conto de vigário: sob a sedução de promover progresso e embelezamento da cidade, o projeto se apropria, indebitamente, da paisagem que é de todos, presente de Deus, para vendê-la aos poucos que puderem pagar mais pelos luxuosos apartamentos a serem construídos nos espigões.

* Jayme Copstein é jornalista e escritor. Edita o www.jaymecopstein.com.br e é colunista do diário O Sul.

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Da redação
Feira do Livro
A 54ª Feira do Livro do Livro de Porto Alegre acontece de 31 de outubro a 16 de novembro. Como no último ano, as atividades da programação geral da Feira estarão distribuídas em vários locais do entorno da Praça da Alfândega, como o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Memorial do Rio Grande do Sul e Santander Cultural. A Área Infantil e Juvenil da Feira continuará funcionando no Cais do Porto. 
A Feira do Livro de Porto Alegre é uma das mais antigas do país. Sua primeira edição ocorreu em 1955 e seu idealizador foi o jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias. Inspirado por uma feira que visitara na Cinelândia, no Rio de Janeiro, Marques convenceu livreiros e editores da cidade a participarem do evento.
O objetivo era popularizar o livro, movimentando o mercado e oferecendo descontos atrativos. Na época, as livrarias eram consideradas elitistas. Por esse motivo, o lema dos fundadores da primeira Feira do Livro foi: Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo.
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A Praça da Alfândega era um local muito movimentado na Porto Alegre dos anos 50 e de 400 mil habitantes. E, no dia 16 de novembro de 1955, era inaugurada a 1ª Feira do Livro, com 14 barracas de madeira instaladas em torno do monumento ao General Osório.
Na segunda edição do evento, iniciaram as sessões de autógrafos.
Na terceira, passaram a ser vendidas coleções pelo sistema de crediário. Nos anos 70, a Feira assumiu o status de evento popular, com o início da programação cultural. A partir de 1980, foi admitida a venda de livros usados. E, na década de 90, conquistou grandes patrocinadores, estimulados pelas leis nacional e estadual de incentivo à cultura.
 
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Fernando Albrecht*

A princesinha da lagoa
(publicado em 10 de outubro no Jornal do Comércio)

A lagoa, princersinha do mar?

O coleguinha José Luiz Prévidi, que faz sucesso com seu site www.previdi.com.br, está lançando um livro chamado "15 maneiras diferentes de ser ainda mais feliz". Autógrafos na segunda-feira, às 19h, no Restaurante Pedrini na Venâncio Aires, 205. É seu segundo trabalho solo e parece que falta só plantar uma árvore para completar aquela coisa de plantar filho, ter uma árvore e...perdão, é o contrário.
Prévidi nasceu em Copacabana, embora gaúcho.
Deve saber bem onde ficam as belezas do Rio de Janeiro, ao contrário de um figurão da política gaúcha dos anos 70 que foi nomeado chefe do Escritório do RS no Rio. Essa instituição vinha dos tempos em que o Rio era Capital Federal.
Bueno. O tal figurão, bageense, poeta, tribuno e boêmio, chegou no aeroporto Santos Dumont e foi recebido por Éldio Macedo, porto-alegrense que, nos velhos tempos, foi dono de boate na Independência. Embarcaram no Opala chapa branca e foram rumo ao escritório.
No caminho, ele viu aquela água toda e cantarolou a clássica música.
- Cooopacabaaana princesiiinhaaa do maaaar...
Éldio voltou-se para o banco traseiro e remendou.
- Chefe, isso não é Copacabana e o mar, é a Lagoa Rodrigo de Freitas.
O chefe fechou a cara. E daí em frente, o chefe passou solenemente a ignorar as sugestões de Éldio, fosse no que fosse.
Desfez todo o romantismo da coisa.

* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br

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Da Redação

O livro “15 Maneiras Diferentes...”
(Notícia do dia 14 de outubro no www.aindamaisfeliz.com)
Estou com dor nas pernas, pelo senta-e-levanta. Te mete!
Foi, isso mesmo, uma festa e não uma “sessão de autógrafos”.
Muita gente foi buscar um exemplar do “15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz”, na segunda, dia 13, no Bar e Restaurante Pedrini, em Porto Alegre.
Chovia muito. Mesmo assim, muita gente foi lá. Lotamos a parte externa do Pedrini. Lotado mesmo – antes das sete horas as pessoas começaram a chegar e pra lá da meia-noite ainda tinha gente.
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Foi uma festança. Mais de 200 pessoas.
Amigos – e alguns de mais de 30 anos –, amigos da internet, autoridades, vereadores, conhecidos, colegas jornalistas, vizinhos da Cidade Baixa, leitores do previdi.com.br e, muito legal, pessoas que jamais tinha visto na vida. Por isso a dor terrível nas pernas, pelo senta-e-levanta.
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Não sei se foi uma decisão acertada, mas não estarei nos autógrafos da Feira do Livro de Porto Alegre. Não gosto do formato dessa melancólica Feira. Mas o Wilson Scortegagna, da Wilson-Wilson Distribuidora de Livros, que vai colocar a obra nas livrarias, vai também oferecer o “15 Maneiras...” na Feira. Pelo menos na Banca 31, né Wilson?
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Antes da Feira – nas principais livrarias só na semana que vem – o livro pode ser comprado aqui, logo aí abaixo, e no www.previdi.com.br.
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As fotos da festa, de Alfonso Abraham, estão no www.aindamaisfeliz.com
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Outras informações:
O jornalista José Luiz Prévidi editou o livro “15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz”. É o segundo trabalho solo. O lançamento foi no dia 13 de outubro, no Bar e Restaurante Pedrini (avenida Venâncio Aires, 204 – quase esquina Lima e Silva).
- Com este título, é um livro de auto-ajuda?
- Não propriamente, são apenas histórias de pessoas que mudam de forma radical suas vidas com um único objetivo: a busca da felicidade. É um trabalho de ficção, ao contrário do primeiro livro “Tempos do Róseo – Histórias de Jornalistas”.
Prévidi explica que a principal característica de “15 Maneiras...” é a simplicidade, “com alguns dramas, é certo, mas sem angústias, psicologismos ou personagens depressivos”.
A apresentação é feita por três jornalistas.
Juremir Machado da Silva diz que “é impossível não ser ainda mais feliz lendo essas histórias em que o inesperado sempre acontece”.
Jaime Cimenti observa que “o maior mérito foi dar voz as pessoas e idéias de nosso cotidiano”.
E Mário Marona comenta que o colega e amigo “acaba de cometer um atrevido elogio à felicidade e à simplicidade”.
“15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz” foi editado pela Núcleo de Comunicação. Tem formato pocket, 120 páginas. A capa e o projeto gráfico é de Denison Mendes; fotografia de Alfonso Abraham; e revisão de Flávio Dotti Cesa.


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Da redação

A Redenção do Ricardo
O fotógrafo Ricardo Stricher inspirou-se no Parque Farroupilha para a sua 12ª exposição fotográfica, "Redenção", que foi inaugurada no último dia 17, na Galeria Mario Quintana – após os bloqueios, no corredor de acesso à plataforma da Estação Mercado do Trensurb, no centro de Porto Alegre.
Com mais de oito mil árvores, várias espécies de pássaros e diversos monumentos, a Redenção, que completou 73 anos este ano (19 de setembro) recebe quatro milhões de visitantes por ano. E com tanto desmatamento e problemas ambientais acontecendo no mundo, Stricher procura "congelar o belo de hoje" e apresentá-lo ao público.
São pessoas, crianças, animais, monumentos, flores e sombras. É uma contribuição que prova que "todos podem conviver em paz e em desenvolvimento pleno", diz o fotógrafo, que se considera "um eterno aprendiz", mantendo-se "sempre atento, na busca incansável pelo melhor ângulo, para deliciar o olhar do espectador".                
Ricardo Stricher tem 52 anos e seu nome associado a inúmeros trabalhos em fotografia, cinema, teatro e música. É fotógrafo da Prefeitura Municipal de Porto Alegre há 32 anos e já trabalhou na Câmara Municipal de Porto Alegre, no Palácio Piratini, na Zero Hora e, como freelancer, em diferentes jornais e revistas locais e nacionais, tendo sido, também, fotógrafo do Fórum Social Mundial 2005.


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Da redação

Nilo Peçanha – “Paz e Amor”
A principal avenida do bairro Chácara das Pedras. Mas atravessa outros bairros.
É mais uma daquelas “homenagens” a quem não tem nada a ver com o RS e muito menos com Porto Alegre. Não sei ao certo, mas jamais deve ter vindo ao Sul do país – talvez tenha passado por aqui para ir ao Uruguai.
Nilo Procópio Peçanha nasceu em 1867 em Campos, no Rio de Janeiro. Formou-se na Faculdade de Direito do Recife.
Sabe-se lá a razão da tal homenagem, mas Nilo participou das campanhas abolicionistas e republicanas e, em 1890, elegeu-se deputado constituinte. Em 1903, foi eleito presidente do Estado do Rio de Janeiro e, em 1906, participou como vice-presidente da chapa de Affonso Penna. Com a morte do presidente, assumiu o cargo aos 41 anos. Seu governo, que durou um ano e três meses, foi marcado por uma disputa sucessória entre São Paulo e Minas Gerais pelo poder.
Consta que a oligarquia paulista lançou Rui Barbosa para suceder Peçanha, em aliança com a Bahia, enquanto a oligarquia de Minas Gerais se aliou com o Rio Grande do Sul (pode ser por aí, não?) e apoiou o marechal Hermes da Fonseca.
Lançou o lema "Paz e Amor" como forma de tentar criar um governo de conciliação das forças políticas que lutavam entre si na época, mas houve muitos protestos e mortes na Capital Federal durante sua estada no Governo.
Tentou a presidência de novo em 1921, como candidato da chapa Reação Republicana, de oposição às oligarquias estaduais, mas foi derrotado.
Morreu em 1924, no Rio de Janeiro.

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Clábio Gomes*

Arroz de Galpão
 
Ingrediente:
1 kg de arroz, 1/2 kg de charque, 1/2 kg de lingüiça, 1/4 kg de toicinho, 3 dentes de alho, 2 cebolas, 1/2 colher de colorau, sal a gosto.

Preparo:
Cortar o charque em iscas finas e deixar de molho por 2 horas, trocando a água duas vezes. Picar o toicinho e a lingüiça e levar ao fogo numa panela espaçosa.
Na mesma panela colocar o charque, os temperos e refogar bem.
Depois juntar o arroz e água fervente que fique três dedos acima dele.
Mexer e provar o sal.
Fogo alto por 3 minutos.
Depois baixar para secar.
Servir acompanhado de salada verde.

* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br


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