Agora em dezembro fizemos três anos no ar. Passou rápido, muito rápido. E cumprimos as nossas metas que, na verdade, não são várias. O propósito é de apenas mostrar Porto Alegre e suas belezas, delícias e suas histórias. Simples.
É impressionante os amigos que temos em todas as partes do mundo. –
Porto-alegrenses, gaúchos e brasileiros desgarrados por vários países, inúmeros cadastrados que nos cobram, inclusive, a atualização mais freqüente. Explico que temos que dar chances para que todos leiam, que novos amigos se juntem – afinal, não lidamos com a notícia do dia-a-dia, como o www.previdi.com.br.
-------- Um bom exemplo disso é a Gladis Rohde, que num dia mandou quatro e-mails, inclusive um em “off”. A série encerrou-se assim: “Este site É DEMAIS !!”.
Legal, não?
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Estamos em pleno verão em Porto Alegre. Quem conhece a cidade sabe o que vou dizer; os que ainda não tiveram o privilégio de vir a capital gaúcha saiba que são dias insuportáveis. Por uma razão: o calor. Só o ar-condicionado resolve. A canícula (gostaram?) é terrível! Até abril é, literalmente, “padecer no paraíso”.
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Os entendidos explicam que o calorão se dá pela cidade ter crescido ao entorno do Guaíba, o nosso rio/lago. Muita umidade, dizem. E a explicação é longuíssima, o que não vem ao caso. O que interessa é que os termômetros sempre ultrapassam os 30 graus. Brincando.
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O porto-alegrense, de verdade, mesmo os adotados, não se preocupam muito com isso. Não dão bola. Muitos passam, de propósito, o verão na cidade. E explicam que tudo fica melhor ainda, porque faltam clientes. Os bares e restaurantes têm sempre lugar, assim como cinemas, parques e por aí vai. Até o trânsito, considerado o pior do Brasil, fica razoável.
Acontece que com as férias de verão, a população se divide: ou vão para o Litoral gaúcho ou para Santa Catarina. Os mais abonados vão para Punta del Leste.
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A maior prova de paixão pela cidade foi dada por um expressivo grupo de jornalistas e publicitários que fundaram a Sociedade dos Amigos de Porto Alegre – SAPA – que se reunia na década de 70, uma vez por semana, para celebrar Porto Alegre.
Viva Porto Alegre! Mesmo suando muito!!
As Delícias de Porto Alegre Assim como foram escolhidas as 7 Maravilhas de Porto Alegre, os leitores do Porto Alegre é Assim! elegeram democraticamente as 7 Delícias de Porto Alegre
A primeira eleição foi durante 60 dias e os últimos votos computados chegaram no dia 31 de agosto. No total foram 192.138 votantes.A contagem final apontou o Mercado Público em primeiro lugar, seguido pela Rua da Praia, Guaíba/Pôr-do-Sol, Usina do Gasômetro, Parque da Redenção, Estátua do Laçador e Catedral Metropolitana.
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No dia 8 de novembro terminou o prazo de também 60 dias para as escolhas das Delícias. E custamos para computar os votos porque foram várias campanhas para a escolha das sete inesquecíveis iguarias da capital gaúcha.
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Acreditem, foram 265.422 votos.
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Para quem ainda não conferiu, estão aí abaixo as vencedoras:
- Carnes do Outback Steakhouse – no Shopping Iguatemi
- Pizzas na Panela, do Bar Restaurante Pedrini
- Massas em geral, do Atelier das Massas
- Espetinho de Camarão e Queijo (com molho de pimenta), do Mamma Julia – Mercado Público
- Rascatelli ao Suco com Porpeta, do Restaurante Copacabana
- Anchova ou Tainha Recheada com Camarão, do Gambrinus Restaurante – Mercado Público
- Torta de Sorvete, da Confeitaria Torta de Sorvete
Festas na Linha Turismo O ônibus da Linha Turismo de Porto Alegre foi especialmente decorado para as festas de fim de ano. O passeio iluminado tem como roteiro a Usina do Gasômetro e a Praça da Matriz. A árvore de Natal de 45 metros de altura, com dois milhões de pontos de luz, está ao lado da Usina.
Centro – Viaduto Otávio Rocha Por mais restrições que possa ter, o Centro de Porto Alegre tem história por todos os lados. Quem não conhece o Centro da capital gaúcha não conhece a cidade. O morador, acostumado a passar pelo “Viaduto da Borges”, como é conhecido o Viaduto Otávio Rocha, não se detém nos belos detalhes da obra e a magnitude da obra de engenharia. Porto Alegre sempre teve grandes prefeitos. Como Otávio Rocha, um pelotense – militar, jornalista e deputado estadual e federal – que nasceu em 1877 e foi prefeito de 1924 a 1928. Sucedeu José Montaury e tinha como meta fazer de Porto Alegre a “Nova Paris”. Planejou avenidas largas, bulevares e rótulas e, para colocá-lo em prática, especialmente na área central, Otávio Rocha mandou derrubar dezenas de casarões e cortiços, que simbolizavam pobreza e atraso. Além disso, ofereceu água tratada e ampliou a iluminação pública. Esta série de reformas fizeram com que Otávio ficasse conhecido como o "reformador" da cidade.
Ele morreu durante seu mandato, em 1928, por complicações de uma úlcera gástrica. Alberto Bins era seu vice e assumiu o cargo.
O Viaduto, na avenida Borges de Medeiros, tem como característica o cruzamento, elevado, da avenida Duque de Caxias. Começou a ser planejado em 1914.
O primeiro Plano Diretor da cidade previu a abertura de uma rua para ligar as zonas leste, sul e central de Porto Alegre, até então isoladas pelo chamado "morrinho" – hoje, a Borges de Medeiros . As escavações que rebaixaram o morro e permitiram a construção do Viaduto tiveram início, então, com o plano de embelezamento da cidade.
A construção só foi decidida em 1926, quando Otávio Rocha, em conjunto com o presidente do RS, Borges de Medeiros, determinaram a abertura efetiva da atual Borges de Medeiros. A abertura da avenida exigiu um rebaixamento considerável no terreno, interrompendo o curso da Duque, e obrigando à criação de uma via elevada para reconstituir sua passagem.
Em 1927 foi aprovado um projeto dos engenheiros Manoel Barbosa Assumpção Itaqui e Duilio Bernardi, e no ano seguinte começaram as desapropriações necessárias. Para realização da empreitada venceu a concorrência a Companhia Construtora Dyckerhoff & Widmann.
Foi concluída em 1932.
O viaduto têm três vãos. No centro, ao nível da avenida, existem dois pórticos transversais com dois grandes nichos, onde há esculturas de Alfred Adloff. Nos dois lados da avenida Borges foram feitas escadarias de acesso até o nível do viaduto, sustentadas por grandes arcadas, onde estão pequenas lojinhas. Os passeios são revestidos de mosaicos de cimento, e o revestimento é de reboco de pó de granito, imitando pedra aparelhada.
As botinas do Barão Lá minha terra, Rio Grande, havia um tipo curioso, cujo nome nunca descobri. As pessoas o chamavam de “Barão” porque, entre suas excentricidades, havia uma inédita plantação de botinas que descrevia com riqueza de detalhes na porta do Café Santos ou da Tabacaria do Lages. Depois de tanta coisa vista neste mundo velho sem porteira, principalmente neste país abençoado por Deus, não duvido de mais nada. Se o Barão colheu alguma botina da sua plantação, não digo que sim nem que não. Mas que o Barão obtinha razoável safra de cigarros e cafezinhos, posso atestar com segurança. Só não percebiam – e eram quase todos, eu diria mais de 70 por cento – os embevecidos com as suas histórias.
Pois um dia, sei lá por que, veio à baila o exercício da medicina. O Barão foi definitivo:
“Não precisa estudar pra ser médico. A bula do remédio já diz pra que serve."
Naquele dia, de tão fascinada ficou a audiência com tanta genialidade, Barão faturou um pacote inteiro de cigarros.
De sobra, botou no bolso um quilo de café em pó...
Jingo
Outro vi um cara esquisito. Bem vestido, ele tentava se esconder atrás de uma árvore e se divertia muito com um enorme e inexplicável congestionamento que invadiu a minha rua, no meio da tarde de uma quarta-feira.
Fiquei intrigada e como adoooooooooro um papinho, resolvi puxar conversa.
Começamos com os assuntinhos de sempre, mas quase me engasguei quando ele se apresentou como Jingo Bells e disse ser, nada mais, nada menos, do que o espírito do Natal em pessoa! É obvio que pensei que o cara era maluco. Mas, quando ele desandou a se exibir e a explicar como agia, vi que naquele papo tinha um fundo de verdade.
Revelou ser ele o responsável por toda esta confusão em que se transforma a nossa vida no final de cada ano. Como se fosse um vírus, toma conta da nossa vontade, provocando uma espécie de epidemia natalina.
Hummm, então é isso? E comecei a entender tudinho, porque este fenômeno anual tinha que ter um fundamento.
Ele contou que a cada ano inicia a contaminação mais cedo.
Vocês devem lembrar que o Natal era no final de dezembro e tinha data e hora pra começar. Começava no dia 24 de dezembro à noite quando o Papai Noel distribuía os presentes (na minha casa, ele sempre aparecia quando eu não estava na sala), quem era católico de verdade ia à missa do galo (fiz até solo da Noite Feliz na Catedral) e jantávamos com a família. Dia 25 era feriado e nos divertíamos com os presentes!
Agora, graças ao Jingo Bells, o espírito do natal, em novembro as luzinhas e os enfeites natalinos invadem as nossas vidas.
Seguindo o papo, ele contou que nos empurra em direção às lojas, aos supermercados, às bancas dos camelôs, aos xópins e às feirinhas de Natal, para onde vamos, alegremente, brandindo nossos reais e nossos cartões de crédito, cheques pré-datados, o 13º salário e até empréstimos bancários.
E sabem por quê? Porque CONSUMIR e CONSUMIR e CONSUMIR se torna se torna uma questão vital!
Não pensem que é por simples acaso que nesta época do ano somos dominados por uma pressa louca. É tudo obra dele, do Jingo Bells, o espírito do natal!
Quando ele ataca, as pessoas são levadas a circular de carro sem nenhuma necessidade e a ficar por onde tem lojas, andando de um lado para outro e para outro e para outro, só pra atrapalhar quem tem mais o que fazer. É por isto que a cidade fica entupida de gente e de carros e às vezes, ele até contrata figurantes para que a confusão aumente.
Contou, também, que é dono de um controle remoto e que quando aperta o botão nós nos sentimos obrigados a ser bondosos, honestos, generosos, alegres, boas mães, bons pais, bons filhos, bons irmãos, bons patrões, enfim, bons TUDO!
O prezado leitor já sentiu isto? Pois é tudo culpa dele, do Jingo Bells, o espírito do Natal!
Outro importante sintoma da epidemia natalina é a enorme necessidade que nos acomete de amar intensamente a todos, todos mesmo: parentes que nunca visitamos, porteiros, seguranças, cobradores dos ônibus, motoristas de táxi, a faxineira e os filhinhos dela, a faxineira do edifício e seus filhinhos, o síndico, o vizinho que reclama do nosso barulho, o outro que faz festas madrugadas adentro, o vizinho que não conserta o vazamento que molha o nosso teto, enfim, precisamos amar a TODOS, mesmo aqueles que achamos insuportáveis durante o resto do ano!
E quem de nós ainda não foi tomado pelo incontrolável desejo de encontrar-se, encontrar-se e encontrar-se com todos os amigos, parentes, colegas, ex-colegas e com todos os etceteras de que nos lembrarmos?
Sim, é preciso confraternizar a qualquer custo (considerando os diferentes sentidos da palavra) e isto só acontece porque ele, Jingo Bells, o espírito do natal, decidiu que este é o momento certo! E para que esta confraternização seja um verdadeiro sucesso é preciso comer e beber, comer e beber, comer e beber, comer MUITO e beber TODAS. Depois, pensaremos novamente em perder peso porque está chegando o verão e precisamos ser magros.
A epidemia natalina provocada pelo Jingo Bells, também apresenta outros sintomas: ímpeto de enfeitar a casa, sorteio de amigo-secreto, compra dos brinquedos da moda (que as crianças vêem na TV, querem porque querem e que são sempre os mais caros da loja), necessidade de comprar roupas novas, de comprar uma TV bem grande, de comprar o novo modelo de celular, ter que planejar a ceia de Natal com o cardápio tradicional... dos Estados Unidos, é claro.
Enquanto isto tudo acontece, os Papais Noeis, profissionais e amadores, quase desmaiam de calor dentro das roupas modelito hemisfério norte, dizendo um assustador “ho, ho, ho”, com um vozeirão de assustar criancinhas.
E os nossos arroubos de generosidade? Durante a epidemia natalina nos lembramos dos velhinhos que moram nos asilos e ninguém visita, das pessoas que não têm o que comer, das criancinhas ansiosas por presentes e carinho, dos doentes nos hospitais, todos carentes de solidariedade, e os corais cantam, cantam, cantam...
Mas, não se iludam porque estes arroubos são só mais um sintoma do ataque anual do Jingo Bells, o espírito do Natal. Passada a epidemia natalina, a maioria de nós volta para o mundinho em que vivemos e/ou sobrevivemos. Um mundinho protegido por grades e seguranças que nos mantém bem longe dos que precisam de nós o ano inteiro.
Fiquei muito impressionada com a criatividade, esperteza e poder do tal Jingo Bells, o espírito do natal. Aliás, no meio da conversa ele me confessou que trabalha há muitos anos para o Banco Mundial, de quem recebe uma pequena ajudazinha financeira. Está até preocupado com a crise.
Ouvindo o que ele me disse, entendi tudo!
Mas, enquanto ninguém pesquisa uma vacina (até porque os cientistas nem sabem o que está acontecendo) sugiro que fiquemos atentos porque esta epidemia natalina provocada pelo Jingo Bells, não tem nada a ver com o verdadeiro Espírito do Natal! * Luciana Torres é arquiteta.
Meus tipos inesquecíveis
Fernando Albrecht* A Seleções do Reader's Digest, revista que vendia milhões de exemplares no Brasil dos anos 50, tinha uma seção chamada "Meu Tipo Inesquecível". E quem não o tem, quem ao longo da vida tem algum personagem que não sai da cabeça e volta à lembrança com freqüência? Não valem pais, tios ou irmãos, mas de personagens que eventualmente passaram pela vida da gente como um raio, mas deixaram mais marcas profundas e indeléveis.
O seu Pata era funcionário de uma estatal qualquer e era muito conhecido no Bar Pedrinho, em Tramandaí. Quando chegava a segunda-feira, o terrível dia de voltar para Porto Alegre e encarar o serviço, seu Pata ia para um boteco que tinha na beira do arroio Camarão, na saída da cidade. Quando algum freguês do Pedrinho passava com seu carro pela ponte, já enxergava de longe seu Pata sentado, tomando sua cervejinha e acenando. E por quê?
- Passei 35 anos da minha vida invejando quem podia ficar na praia na segunda-feira. Jurei para mim mesmo que quando me aposentasse eu ficaria no boteco da ponte, bebendo e abanando para vocês.
Meio cruel, certo, mas era a alegria do velhinho. E os passantes ficavam matutando quando chegaria a vez de fazer o que o Pata fazia. Ele ficou anos levando essa vida, até que um dia sumiu.
Nunca mais alguém o viu ou teve notícias dele.
* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br
15 exemplos de felicidade O jornalista José Luiz Prévidi editou o livro “15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz”. É o segundo trabalho solo. O lançamento foi no dia 13 de outubro, no Bar e Restaurante Pedrini, em Porto Alegre.
- Com este título, é um livro de auto-ajuda?
- Não propriamente, são apenas histórias de pessoas que mudam de forma radical suas vidas com um único objetivo: a busca da felicidade. É um trabalho de ficção, ao contrário do primeiro livro “Tempos do Róseo – Histórias de Jornalistas”.
Prévidi explica que a principal característica de “15 Maneiras...” é a simplicidade, “com alguns dramas, é certo, mas sem angústias, psicologismos ou personagens depressivos”.
A apresentação é feita por três jornalistas.
Juremir Machado da Silva diz que “é impossível não ser ainda mais feliz lendo essas histórias em que o inesperado sempre acontece”.
Jaime Cimenti observa que “o maior mérito foi dar voz as pessoas e idéias de nosso cotidiano”.
E Mário Marona comenta que o colega e amigo “acaba de cometer um atrevido elogio à felicidade e à simplicidade”.
“15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz” foi editado pela Núcleo de Comunicação. Tem formato pocket, 120 páginas. A capa e o projeto gráfico é de Denison Mendes; fotografia de Alfonso Abraham; e revisão de Flávio Dotti Cesa.
O livro pode ser comprado, 15 reais, no site www.aindamaisfeliz.com.
A revolução É quase de graça.
O terceiro livro solo do jornalista José Luiz Prévidi, “A Revolução da Minha Janela”, já está circulando.
Reúne textos produzidos durante o ano e alguns já publicados em jornais, revistas e no site do autor. “Não há ficção. Tudo é rigorosamente verdadeiro – viagens, coleções, Copas do Mundo, cinema e inclusive a história do título. O que não diz respeito direto a mim, é opinião, como o da Feira do Livro de Porto Alegre e o das mutretas no futebol. Dou destaque especial às observações sobre a capital gaúcha”, explica.
Façam o pedido pelo revdaminhajanela@gmail.com ou 51 9179 7449. Estará a venda na Banca da República, na esquina da avenida João Pessoa, em Porto Alegre, e no próprio Pedrini, a partir do dia 30.
A 10 reais.
Osvaldo Aranha É uma das mais importante avenidas de Porto Alegre.
Mas não é uma homenagem a um porto-alegrense. Osvaldo Euclides de Souza Aranha é do Alegrete e morreu no Rio de Janeiro. Estudou Direito no Rio, morou em Paris mas voltou ao Sul.
Em 1923, quando chimangos, aliados de Borges de Medeiros, e maragatos, os opositores da quinta reeleição de Borges, se matavam, ele utou a favor dos republicanos, comandados de Borges de Medeiros.
Em1925 foi prefeito do Alegrete. Dois anos depois elegeu-se deputado federal.
Era muito amigo de Getúlio Vargas.
Em 1934 se desentendeu com o presidente e foi ser embaixador nos Estados Unidos. Mas 1937 não topou o Estado Novo de Getúlio e se mandou de novo. Um ano mais tarde foi ser ministro das Relações Exteriores de Getúlio.
Voltou a cena em 1947, como chefe da delegação brasileira na recém-criada ONU. Presidiu a II Assembléia Geral da entidade que votou pela partilha da Palestina, fato que os judeus e sionistas o admirarem.
Em 1953, no segundo Governo Vargas, voltou a ocupar a pasta da Fazenda. Com a morte do amigo Vargas, Osvaldo se retira do governo e passa a cuidar dos seus negócios pessoais e à advocacia. No governo Jucelino retorna à ONU, à frente da delegação brasileira, para encerrar a carreira pública.
Ingrediente:
1 kg de arroz, 1/2 kg de charque, 1/2 kg de lingüiça, 1/4 kg de toicinho, 3 dentes de alho, 2 cebolas, 1/2 colher de colorau, sal a gosto.
Preparo:
Cortar o charque em iscas finas e deixar de molho por 2 horas, trocando a água duas vezes. Picar o toicinho e a lingüiça e levar ao fogo numa panela espaçosa.
Na mesma panela colocar o charque, os temperos e refogar bem.
Depois juntar o arroz e água fervente que fique três dedos acima dele.
Mexer e provar o sal.
Fogo alto por 3 minutos.
Depois baixar para secar.
Servir acompanhado de salada verde.