Com o passar dos anos fui perdendo o hábito de ir ao Centro de Porto Alegre. Só na obrigação, como a consulta ao oftalmologista, a ida ao Santander Cultural, ao Mercado Público e a Prefeitura. E só. Por uma razão: o risco de assaltos e a impossibilidade de se caminhar, pelo grande número de camelos, oferecendo tudo que é tipo de quinquilharias.
No início de março voltei ao Centro, com um pé atrás, é verdade, mas disposto a cumprir o roteiro que tinha determinado. Iria completar a minha maratona no Centro Popular de Compras, o Camelódromo.
Meu Deus, aquilo lá é imenso!! Não tive pernas nem para conhecer a metade. É muito grande, e pelo que vi tem de tudo que se possa imaginar. A praça de alimentação é pequena, mas com boas opções.
Já está famoso o sanduíche de mortadela. Encontrei um amigo, finíssimo, agarrado em um exemplar. Não indico o nome, porque o legal é procurar e encontrar. Em breve deveremos ter o “fã-clube do sanduíche de mortadela do Camelódromo”.
Não vi nenhum assalto, mesmo com parco policiamento. Otimista, digo que está muito bom caminhar pelas ruas centrais de Porto Alegre. Sei que faltam brigadianos, mas o Governo do Estado poderia determinar que mais PMs fossem colocados em pontos estratégicos.
Outra agradável surpresa é o anúncio da reforma do Chalé da Praça XV. Um projeto audacioso, certamente decidido depois que os camelos deixaram a região. O Largo Glênio Peres, inclusive, está mais civilizado.
Acreditem, vou voltar mais ao Centro. Mas sempre cuidando da carteira.
E o Porto Alegre É Assim! vai acompanhar esta revitalização, torcendo para que seja definitiva.
Grandes obras no Centro Nos últimos anos, principalmente no final da década de 80 e anos 90, muito se falou sobre revitalização do Centro de Porto Alegre. Mas, na realidade, pouco foi feito. Está certo, patrocinaram alguma maquiagem.
Na administração de José Fogaça foi construída uma obra admirável: o Centro Popular de Compras, o Camelódromo, que praticamente terminou com os camelos nas ruas.
E agora é anunciada mais uma etapa da revitalização da Praça XV. O Chalé da Praça XV vai tornar-se realmente um ponto turístico.
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O Camelódromo, oficialmente Centro Popular de Compras, é uma obra fantástica. Não apenas porque terminou com a esculhambação nas ruas centrais, mas reúne num prédio 800 pequenos comerciantes, em espaços de quatro metros quadrados. A plataforma tem 10 mil metros quadrados sobre o terminal de ônibus da Praça Ruy Barbosa. O CPC cruza a avenida Júlio de Castilhos através de uma passarela totalmente coberta até a Avenida Mauá. Na entrada, até escada rolante. E elevadores.
Além dos comerciantes, o CPC conta com o apoio de restaurante popular, farmácia e agência bancária. A edificação possui jardins descobertos, praça de alimentação, sanitários, segurança privada e terminal de ônibus., sistema de segurança por câmeras de vídeo e policiamento.
O camelódromo de Porto Alegre, resultado de investimento privado oriundo de processo de licitação por concessão de uso do espaço público por tempo determinado, foi inaugurado em 9 de fevereiro deste ano.
O horário de funcionamento do Centro Popular de Compras é das 9 às 20 horas, de segunda a sábado.
Uma dica: Não quer comprar nada? Assim mesmo dê uma passada por lá e na praça de alimentação saboreie o melhor sanduíche de mortadela da capital gaúcha. Comparável ao do Mercado de São Paulo.
-------- Está formada uma parceria entre o município e os permissionários do Chalé da Praça XV. O Termo de Aditamento, processo que teve a participação de 11 secretarias municipais e foi aprovado na Câmara Municipal, permitirá a restauração do patrimônio tombado e a completa modernização das instalações do conjunto, qualificando os espaços e os equipamentos e aumentando em 50% a capacidade de atendimento do Chalé.
Será construído um novo salão com cafeteria, além da criação de deques externos e da liberação do terraço e segundo piso para uso exclusivo de mesas. O projeto prevê especial integração entre o Chalé e a Praça XV, incentivando o uso cotidiano pela população e turistas, com melhorias nas condições de manutenção e segurança, especialmente à noite.
A parceria faz parte do programa estratégico Viva o Centro, coordenado pela Secretaria do Planejamento, responsável pela revitalização urbana do Centro Histórico da Capital.
As obras para o espaço prevêem melhorias na pavimentação, iluminação, mobiliário urbano e paisagismo, incluindo as ruas Marechal Floriano e José Montaury, com investimento de 1,8 milhão de reais.
Paço Municipal Quem vem a Porto Alegre tem obrigatoriamente que visitar o Mercado Público. Ao lado do Mercado está o Paço Municipal, o prédio principal da Prefeitura da capital. Lá é onde o prefeito despacha
Não há nenhuma burocracia para entrar. No máximo alguém vai lhe perguntar aonde vai.
- Vou no gabinete do prefeito, é uma boa explicação fria.
Antecipando a sua visita, o repórter fotográfico Ricardo Stricher clicou alguns detalhes do prédio.
Confira:
Morro da Cruz O Morro da Cruz não é propriamente uma atração turística. É apenas um local, do bairro Partenon, onde moram pessoas humildes. Nada além disso.
Mas uma vez por ano recebe um grande número de porto-alegrenses e de visitantes da região metropolitana.
É que na Sexta-Feira Santa os moradores realizam a encenação Auto da Paixão de Cristo, com as últimas horas da vida de Jesus Cristo. O evento começa com uma missa na Igreja São José do Murialdo, segue com o julgamento de Jesus num palco na frente da Igreja, e continua a pé em direção ao Morro, onde acontece a crucificação, e a posterior ressurreição, no alto do Morro. É uma longa trajetória – começa por volta das 14 horas e encerra-se às 18 horas. Neste ano acontece a 49ª encenação da Via Crucis. Envolve mais de cem moradores da região que participam como atores, além de artistas profissionais.
O Auto da Paixão foi criado com o encerramento das Missões, festividade comemorada por religiosos e moradores do bairro Partenon. Em 1960, nas Missões, cerca de 4 mil pessoas, entre missionários e moradores, conduziram uma cruz de madeira de 13 metros de altura e 800 quilos e fixaram-na no alto do morro. A partir de então, aquela comunidade recebeu o nome de Morro da Cruz.
Jesus é interpretado pelo atual vereador Aldacir Oliboni.
O trajeto é de dois quilômetros.
Osório e o Imperador Herói da Guerra do Paraguai, o general Osório foi ministro da guerra no Império e, nessa condição, tinha de despachar com o Imperador D. Pedro II.
Nascido em Conceição do Arroio, hoje município de Osório em sua homenagem, era homem sem papas na língua, mas dotado de senso de humor. Em uma das audiências, enquanto falava dos assuntos dos assuntos da pasta, o Imperador, que já estava envelhecido, começou a cochilar profundamente.
Osório não teve dúvida: deixou a espada cair com grande estrépito, o que fez D. Pedro acordar-se sobressaltado.
Percebendo que o ministro fizera aquilo de propósito, D. Pedro observou ríspido: “Ainda bem que sua espada jamais caiu nos campos do Paraguai”.
Osório devolveu na hora: “Lá não se tinha tempo para dormir, Majestade”.
Apesar dessa rudeza, o Imperador gostava de Osório. Em outra ocasião, D. Pedro recusou-se a assinar a promoção de um oficial. Como Osório insistia, tentou explicar-lhe: “Dizem que ele é muito mulherengo”.
Osório soltou enorme gargalhada e respondeu: “Majestade, se fosse por isso, eu jamais teria passado de soldado raso”.
D. Pedro riu também e a promoção foi assinada.
Os 237 de Porto Alegre Para celebrar os 237 anos da cidade a prefeitura está organizando uma programação diversificada, incluindo atrações como o 24 horas de Cultura e o tradicional Baile da Cidade na Redenção. Nos dias 20 e 21, serão realizados diversos eventos gratuitos em vários pontos da Capital. São mais de 30 atrações em 12 regiões da cidade.
A abertura acontece na Usina do Gasômetro, sábado, 21, às 17 horas, com Charles Master e Tonho Crocco. No mesmo horário, na Praça da Alfândega, shows de Vitor Ramil, Nelson Coelho de Castro e Mônica Tomasi. Também às 17 horas, no Parcão, se apresentam os músicos da The Hard Working Band. Domingo, 22, a Credicard oferece um presente aos gaúchos, trazendo à Capital o projeto Credicard ao Vivo. A atração é o show de Nando Reis, com participação especial da artista revelação da MPB, Ana Cañas. O evento gratuito acontece no Anfiteatro Pôr do Sol. A abertura será às 17 horas, com a banda Tenente Cascavel, que reúne integrantes das bandas TNT e Cascavelettes.
De manhã, às 10 horas, no Parque Farroupilha, Banda Municipal, Frank Solari, Felipe Azevedo, Ângelo Primon e Plauto Cruz fazem a festa para os freqüentadores da Redenção. Na programação de aniversário do Brique, Bebeto Alves e várias atrações culturais. Também no domingo, às 17 horas, Nei Van Soria faz show na Praça da Encol, e Júlio Reny à beira do Guaíba em Belém Novo.
Semana de Porto Alegre – Além das 24 horas de Cultura, a prefeitura está organizando outras atrações para comemorar o aniversário da cidade. Dias 23 e 24, a partir das 18h30min, no Centro Municipal de Cultura (avenida Erico Veríssimo, 307), será realizada a Feira de Livros sobre Porto Alegre.
Dias 21 e 22, sábado e domingo, a Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães estará aberta para atendimento ao público. Lá será lançada a campanha Sócio e Amigo da Biblioteca. Também serão recebidas doações de livros para a Biblioteca da Restinga e os postos de leitura. Dia 24, às 20h30min, no Teatro Renascença, será entregue a Medalha de Porto Alegre. O tradicional baile da cidade na Redenção acontece na noite do dia 28.
Garçons gaúchos e baianos Quando se lembra dos bares, restaurantes e boates da Porto Alegre dos anos 1960 não há como esquecer alguns garçons. Quem não lembra da voz rouca e impaciência do Chamaco, da Taberna do Willy, em Tramandaí? Ou do Luís, do Bar Gilbert's, na avenida Salgado Filho, ou do seu xará da Gauchinha, na Rua da Praia? Ou do Jorginho, da boate Mônica? Não faz muito retirou-se da ativa o Adão, do restaurante Dona Maria, que se orgulhava de ser o mais antigo profissional em atividade. Não parecia ter essa idade toda, até porque pintava o cabelo. Até o final daquela década gloriosa, existia um barzinho maravilhoso na Cristóvão Colombo, 36. Chamava-se Bob's e fazia a melhor torrada que alguém já fez e um estupendo croquete de peixe, servido com molho remolado em cima da casca crocante. O garçom chamava-se Creso e complementava sua renda vendendo cigarros americanos, giletes inglesas e desodorantes franceses. Ele só se irritava quando um freguês de Montenegro, o Fernão Lampert, o chamava de "Creso em cruz, Ave Maria". É blasfêmia, indignava-se.
Pois seu Roberto cansou da lida e vendeu o bar. Quem o comprou tirou o Creso e botou um guri chamado Luís, mais um Luís garçom. Não era do ramo. Certa noite, alguém pediu um Campari. O Luís não se mexeu.
- Então, vai me trazer o Campari ou não?
- Eu estava pensando, doutor, o senhor tem certeza que vai querer beber esse negócio nojento?
Falou isso sem dar sinais que era alguma piada. Estupefato, o cliente renovou o pedido com impaciência.
- Olha, eu vou trazer. Mas fique sabendo que não consigo imaginar como alguém pode beber essa porcaria.
E foi providenciar o pedido com ar indignado. Vá entender. Não demorou muito e o bar fechou de vez, dando lugar ao Isidoro, uma boate, onde reinava a Carmela e o Sérgio Durão Ribeiro.
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Outra história envolvendo garçons foi vivida pelo biólogo porto-alegrense Antônio José Pires Freire, já falecido. Ele foi trabalhar da Embrapa em Itabuna, Bahia, juntamente com outros gaúchos. Depois de alguns meses, eles não aguentavam mais a mesma comida dos restaurantes e botecos da cidade. Aí, saiu no jornal local que abrira uma nova casa, a Frutos do Mar. Freire e a gauchada foram correndo para lá. Um luminoso identificava o lugar, mas não se viam fregueses, só um garçom que dormitava atrás do balcão.
- Moço, pode nos trazer o cardápio?
O cabra acordou sobressaltado.
- Tem não, a casa é nova.
- Certo, mas o que temos para comer? Tem moqueca de siri?
- Tem não, a casa é nova.
- E moqueca de camarão?
- Tem não, a casa é nova. E assim foram indo, pedindo sem sucesso pratos com variações de frutos do mar. Não tinham nada. Impacientes, os gaúchos pediram então qual era o prato da casa.
- Carne de sol - respondeu um orgulhoso garçom.
Já acostumados com as excentricidades baianas, a turma então começou a discutir onde iriam jantar, mas antes queriam beber algo ali mesmo.
- Tem uísque?
- Tem não, a casa é nova.
E aí recomeçou a ladainha. O Frutos do Mar não tinha uísque, Campari, gim, rum, nada.
- E caipirinha, pelo menos tem caipirinha?
Aí o olhar do garçom se iluminou e ele abriu um sorriso de orelhão em orelhão.
- Agora sim, doutor, agora o senhor falou! A nossa cachaça vem da Usina de São Francisco, é de primeira, coisa muito fina!
Em seguida fez uma cara desconsolada e murchou os ombros.
- Se tivesse limão...
De maneiras que o restaurante Frutos do Mar só tinha charque e cachaça. Merecia estar no Guiness ou algo parecido.
* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br
O novo Araújo Vianna O projeto do novo Auditório Araújo Vianna é audacioso. Está previsto um novo telhado fixo, climatização, bar e poltronas de teatro para três mil espectadores. O palco será todo reestruturado, assim com os camarins, banheiros e demais dependências. A reforma custará 10 milhões de reais e deve estar pronta no início do ano que vem. O projeto é do arquiteto Moacyr Moojen Marques, autor do projeto original do auditório, inaugurado em 1964, que é patrimônio histórico de Porto Alegre, e do empresário Carlos Konrath, um dos proprietários da Opus Promoções, empresa vencedora da licitação pública para recuperar o espaço.
Carlos Konrath afirmou que os preços praticados por espetáculos da Opus no auditório serão populares. "Não posso oferecer agora valores, pois cada show depende do artista ou grupo em questão. Note que, no caso de artistas estrangeiros, o mercado é ainda mais variável e hoje, apesar do dólar alto, receberemos mais shows que na época do câmbio favorável, em razão da recessão que atinge a Europa e os Estados Unidos", explicou.
A divisão do calendário entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Opus será equânime nos finais de semana e feriados durante os próximos dez anos de gestão compartilhada. A secretaria ficará com 91 dias (25%) e a Opus com 274 dias (75%).
As melhorias no auditório também incluem reforma nas instalações da Coordenação de Música, da Banda Municipal, do estúdio e da Sala Radamés Gnattali (que passará a ser de multiuso), que continuarão no local e totalmente controladas pela Secretaria.
Quase de Graça Quase.
Sem falsas modéstias, posso afirmar, a partir de comentários que ouço e e-mails que recebo todos os dias, que os dois livros lançados em 2008 são bons. “15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz” e “A Revolução da Minha Janela”.
O primeiro, lançado em outubro, pode ser comprado, por 15 reais, no www.aindamaisfeliz.com. Pode ser enviado para todo o Brasil. No site há uma prévia das histórias. E fotos do lançamento
“A Revolução...” foi lançado no final do ano, em memorável festa no Bar e Restaurante Pedrini. A foto deste espaço foi feita pelo Alfonso Abraham no dia do lançamento. Custa 10 reais.
O leitor do Porto Alegre É Assim! pode receber os dois livros por apenas 20 reais. Basta mandar um e-mail com dados para previdi@previdi.com.br.
Aguardo-os!
Vicente Monteggia Até julho do ano passado, a avenida era um inferno para os moradores e demais usuários. Não tinha acostamento e, pior, uma buraqueira danada. A Prefeitura deu um jeito, fez um recapeamento, e melhorou bastante. Falecido em 1933 e nascido em Laveno, ao sul do Lago Maggiore, na Itália, Vicente percorreu a Tunísia, Marcela, antes de vir para o RS. Foi industrial, agricultor, organizador de empresas, construtor e técnico de estradas.
Iniciou no Estado, em 1892, na região de Veranópolis e Antônio Prado, o movimento cooperativista, com a criação da Società Cooperativa delle Convenzioni Agricoli Industriali, formada por produtores rurais. Dez anos depois surgiu, em Nova Petrópolis, a primeira caixa rural cooperativa da América Latina, fazendo do RS um precursor do cooperativismo no país.
Vicente Monteggia, é o “fundador do moderno centro agrícola”, na Vila Nova, na Barra do Ribeiro, margem direita do Guaíba, a alguns quilômetros da capital.
Monteggia era um entusiasta da Vila Nova. Era grande proprietário na região e doou um bom terreno para que fosse construída uma escola e uma igreja.
A justa homenagem está no bairro Vila Nova.
Os vencedores Assim como foram escolhidas as 7 Maravilhas de Porto Alegre, os leitores do Porto Alegre é Assim! elegeram democraticamente as 7 Delícias de Porto Alegre.
A primeira eleição foi durante 60 dias e os últimos votos computados chegaram no dia 31 de agosto de 2008. No total foram 192.138 votantes.A contagem final apontou o Mercado Público em primeiro lugar, seguido pela Rua da Praia, Guaíba/Pôr-do-Sol, Usina do Gasômetro, Parque da Redenção, Estátua do Laçador e Catedral Metropolitana.
No dia 8 de novembro do ano passado terminou o prazo de também 60 dias para as escolhas das Delícias. E custamos para computar os votos porque foram várias campanhas para a escolha das sete inesquecíveis iguarias da capital gaúcha.
Acreditem, foram 265.422 votos.
Confira abaixo os vencedores:
- Carnes do Outback Steakhouse – no Shopping Iguatemi
- Pizzas na Panela, do Bar Restaurante Pedrini
- Massas em geral, do Atelier das Massas
- Espetinho de Camarão e Queijo (com molho de pimenta), do Mamma Julia – Mercado Público
- Rascatelli ao Suco com Porpeta, do Restaurante Copacabana
- Anchova ou Tainha Recheada com Camarão, do Gambrinus Restaurante – Mercado Público
- Torta de Sorvete, da Confeitaria Torta de Sorvete