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José Luiz Prévidi

O Projeto Porto Alegre É Assim! foi iniciado há pouco mais de dois anos, com a entrada no ar do www.palegre.com. Alguns meses depois, começou a ser estruturada a produção da versão em livro, lançado em junho deste ano. Já foi iniciada a pré-produção do documentário com o mês mesmo propósito.
Agora, nos preparamos para lançar um novo produto, em 2 de setembro de 2009. Uma publicação, que tem como público-alvo o turismo de negócios e de eventos. Um produto, sem similar, para os que chegam à capital gaúcha.
Site, livro, publicação mensal e documentário.
O que mais precisamos fazer para homenagear Porto Alegre?
Uma boa pergunta.
Aceito sugestões.
Quem sabe um programa de rádio?

Vamos lá! Ideias pelo previdi@previdi.com.br.

O prefeito José Fogaça e o ex-prefeito Guilherme Socias Villela nio lançamento do livro Todos jornalistas: Paulo Brito da RBS TV; Monica Leal, secretária da Cultura do RS; e João Bosco Vaz, secretário de Esportes de Porto Alegre
 
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Da Redação

Poema Antigo
O jornalista, pesquisador e escritor Raul Rodrigues Quevedo faleceu em Porto Alegre no dia 28 de junho aos 82 anos. Era conselheiro Honorário da Associação Riograndense de Imprensa e membro atuante do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS.
Em seus textos, Raul reivindicava que o Dia da Imprensa fosse comemorado em 1º de junho, data em que começou a circular o Correio Braziliense, criado em 1808, em Londres, por Hipólito José da Costa. A batalha pela alteração da data, iniciada em 1972, estendeu-se até 1999, quando foi aprovada pelo governo federal através de projeto de lei.
E este foi um de seus grandes feitos: conseguir mudar a data de comemoração do Dia da Imprensa, antes dedicada ao 10 de setembro, em homenagem à Gazeta do Rio de Janeiro.
Era um apaixonado por Porto Alegre. O Poema Antigo de Raul Quevedo foi divulgado pelo www.jayme copstein.com.br:

Há em Porto Alegre muitas ruas
minhas velhas conhecidas.
Não desta – talvez doutras vidas.
São as ruas mais antigas,
sinuosas, misteriosas,
onde cruzavam carruagens,
palanquins com sinhazinhas
nos ombros viris de escravos.
E no langor das madrugadas
quando o dia se anuncia,
vejo vultos me acenando.
É como quem se reencontra.
Há tal familiaridade e jeito
(nessas aparições macabras)
que chego a pensar que um dia,
num já remoto passado,
fui as sombras que me acenam
e hoje sou o seu fantasma.

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Da redação

Estação Porto Alegre
A Prefeitura e a Viação Ouro e Prata iniciam os lançamentos do programa Estação Porto Alegre em cidades do interior do RS. O projeto incentiva o turismo na capital, objetivando que as pessoas usufruam da programação cultural, opções de lazer, de compras e da variada oferta gastronômica que é oferecida o ano inteiro. Tem também como objetivo atrair os turistas especialmente nos fins de semana, quando a ocupação hoteleira cai.
De janeiro a maio deste ano, a taxa média foi de 35,88%, representando uma queda de 30,7% em relação à média dos dias úteis, de 51,79% de leitos ocupados.
A capacidade instalada do setor é de 13 mil leitos.
O programa oferece, por meio de nove agências de turismo credenciadas, pacotes de viagem rodoviária com descontos e pagamento parcelado. Além da passagem mais barata, o turista pagará menos na diária de hoteis, em 35 restaurantes conveniados, em ingressos para shows em espaços como o Opinião e Pepsi On Stage, peças de teatro e várias outras opções culturais e de lazer.
Entre elas estão passeios de barco no Guaíba (foto), city tour no ônibus de dois andares Linha Turismo, exposições no Museu de Arte do RS, o Museu da Fundação Iberê Camargo e o Museu de Ciências e Tecnologia da PUC.
Há ainda as opções do Futebol Tur, com visitas guiadas aos estádios Olímpico e Beira-Rio, e do Sport Day Use, que dá acesso aos principais clubes sociais e recreativo para esportes ou atividades físicas.

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Da redação

Cavalhada
O bairro Cavalhada percorre uma longa faixa desde o Cristal até Vila Nova e Ipanema, zona sul. No século XVIII, o sesmeiro André Bernardes Rangel teve suas terras expropriadas para a criação de um campo para a guarda da cavalhada pertencente à Fazenda Real, a serviço de Porto Alegre. Por ter atuado por 20 anos com esses propósitos, o local ficou conhecido como Cavalhada d’el Rey ou Campo da Cavalhada.
Com a devolução do rincão André Rangel, a Fazenda Real se transferiu para Viamão. Entretanto, houve denúncias de que André teria conseguido a devolução de uma terra pela qual já havia obtido indenização, mas aquelas terras não voltaram à posse governamental. Assim como a maioria dos bairros da Zona Sul, a Cavalhada sofria com as dificuldades de comunicação com o centro da cidade.
Os moradores precisavam se deslocar a pé ou por carroças até o bairro de Teresópolis para conseguir embarcar no bonde que partia da região em direção ao Centro. A única via de acesso então era a Estrada da Cavalhada, que abrangia todas as atuais avenidas Carlos Barbosa, Teresópolis, Nonoai e Cavalhada, ligando o bairro da Azenha a Ipanema, então uma região praticamente rural.
A partir da década de 50, com o asfaltamento da Estrada, se tornaram populares no bairro as corridas de “baratinha”, que percorriam a rua Otto Niemayer até a Tristeza, passavam pela Pedra Redonda e Ipanema e retornavam pela Estrada da Cavalhada, nas chamadas “12 horas de Porto Alegre”. Com o crescimento urbano, cada trecho da Estrada da Cavalhada foi separado com uma designação própria, e a avenida Cavalhada (foto) passou a ser assim denominada por lei de 1957.
Com o crescimento do bairro, na década de 70, o Arroio Cavalhada (foto acima), um dos mais longos de Porto Alegre (nasce próximo ao Sanatório Belém, em Belém Velho, até desembocar no rio Guaíba) se tornou muito poluído e sujeito a inundações e desmoronamentos nas margens. Atualmente, o arroio segue com graves problemas de poluição.
Fazem parte do bairro grandes loteamentos como Parque Madepinho e Jardim das Palmeiras. A duplicação das avenidas Cavalhada e Eduardo Prado estimulou a construção de condomínios fechados durante a década de 90, diferenciando uma parte do bairro. Com isso, o comércio, que já se localizava nas principais avenidas do bairro, apresentou um novo crescimento, tornando a Cavalhada praticamente auto-suficiente.

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Jayme Copstein *

O Boeira
O jornalista Luiz Carlos Vaz me escreve, tocado pela lembrança de Nelson Boeira Faedrich (foto ao lado), o Boeira na intimidade. Estivemos juntos no Diário de Notícias e no Correio do Povo, os três e muitos outros companheiros – seria volumoso como uma lista telefônica, se citasse toda a gente daquela época – mas Vaz reclama do esquecimento a que a obra de Boeira tem sido relegada: "O que me revolta, com relação ao Nelson, é que, a par de toda a sua genialidade como pintor e artista gráfico, nunca vi nenhuma obra sua no Museu de Artes. Por que será?" – ele pergunta.
Suponho que bastariam os desenhos inspirados pelos Contos Gauchescos, de Simões Lopes Netto, para mostrar seu talento de colorista, mas não me atrevo a usurpar o direito de resposta a quem cabe. Prefiro falar das habilidades técnicas do Boeira, na pré-história das artes gráficas, quando o computador sequer era um sonho. Hoje, o Photoshop automatiza a seleção das cores a partir de uma imagem escaneada.
Naquele tempo, Boeira queimava três clichês com a mesma chapa fotográfica e com o desbastador (uma pequena lâmina) recortava em cada clichê a cor que devia imprimir. Além da paciência franciscana, exigia a formação, em algum recanto do cérebro, do que hoje chamamos imagem virtual e que aparece no monitor.
É evidente, não teria nenhum sentido, com a tecnologia disponível, ressuscitar toda a trabalheira para obter uma policromia. Até me argumentam: aliviado de tarefas "menores", sobra ao artista mais tempo para se dedicar à criação. Olho em redor, entretanto, e fico sem resposta para outra pergunta: será que, sobrando tempo, falta talento e inspiração?

* Jayme Copstein é jornalista, radialista, escritor e editor do www.jaymecopstein.com.br

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Da Redação

João Bosco vem aí
Foi confirmado o show do João Bosco Quarteto no 4º Festival de Inverno. O espetáculo será realizado dia 31, no Teatro do Bourbon Country.
A programação do Festival já homenageava a gaúcha Elis Regina com dois espetáculos. O primeiro com Jair Rodrigues, parceiro de primeira hora da estrela. Depois com Renata Adegas interpretando canções imortalizadas pela maior cantora do Brasil.
João Bosco não poderia faltar nessa merecida homenagem à Elis. Ele já admitiu em várias entrevistas que foi Elis Regina quem primeiro lhe ofereceu uma chance de brilhar. Em contrapartida, o músico devolveu a ela composições fascinantes, como O Bêbado e a Equilibrista, que teve grande sucesso.
O Festival de Inverno vai até 3 de agosto, com 19 shows, 11 cursos, oficinas, palestras e um ciclo de cinema.
A venda de ingressos acontece de 21 a 24, das 10 às 20 horas, exclusivamente na Usina do Gasômetro (avenida Presidente João Goulart, 551), com preços entre R$ 10,00 e R$ 20,00. As inscrições para os cursos já estão abertas no Centro Municipal de Cultura (avenida Erico Verissimo, 307).

 
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Fernando Albrecht*

Nos tempos de dona Palmira
Nestes tempos em que animais, especialmente os cães, tem uma enormidade de ONGs e associações a protegê-los, vem à memória a figura de dona Palmira Gobbi (foto ao lado). Era a legítima mulher faca-na-bota. Nos anos 1960 e 1970, era sempre um prato cheio para a mídia porto-alegrense. Sem papas nem bispos na língua, enfurecia-se com quem maltratava animais.
Não ficava nisso.
Várias vezes ela e seu inseparável chicote iam às ruas para detonar algum carroceiro que espancava o cavalo. É de sua inspiração uma lei, que consta vigir até hoje, obrigando carroceiros a colocarem chapéus nos cavalos no verão.
Ela tinha um horário fixo no final da tarde em uma rádio e a produção gostava de criar o contraditório, botar alguém para discutir e trocar farpas.
Conta o jornalista Cristiano Dartsch que, certa vez, Palmira foi provocada no ar por uma desafeta que, exacerbada, provocou ao microfone:
- Está querendo me dizer que sou uma cadela?
E a Palmira:
- Antes fosse, minha senhora. Antes fosse!!

* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br

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Da Redação

Vale uma visita
Foi inaugurada a Sorveteria Beijo Frio no segundo piso do Mercado Público, loja 60 e ao lado da Casa de Doces de Pelotas.
A loja é fruto de convênio firmado em 2008 entre a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio e a Associação de Mulheres Solidárias da Zona Norte. A iniciativa surgiu após a realização dos cursos profissionalizantes promovidos pelo Projeto de Economia Solidária da Secretaria.
A loja inicialmente funcionará com 12 colaboradoras. Além do tradicional sorvete e salada de fruta da Banca 40, o Mercado agora passa a ter o sorvete artesanal produzido por mulheres da Zona Norte.

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Da redação

Promoção quase de graça
Para os leitores do Porto Alegre é Assim! os livros “15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda Mais Feliz” e “A Revolução da Minha Janela” estão em promoção.
O primeiro, lançado em outubro de 2008, era comprado por 15 reais. “A Revolução...” foi lançado no final do ano, em memorável festa no Bar e Restaurante Pedrini. Custa 10 reais.
Pois bem, os dois livros estão sendo vendidos por 20 reais.
Envie uma mensagem ao previdi@previdi.com.br e você receberá as informações de como proceder.



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Da redação

Assis Brasil
A mais importante avenida da zona norte da cidade.
Tem vários livros publicados com todas as suas atividades. Um resumo:
O homenageado é  o Joaquim Francisco de Assis Brasil. Nascido em São Gabriel, em julho de 1857 morreu em dezembro de 1938. Foi quase tudo na vida: advogado, político, orador, escritor, poeta, prosador, diplomata e estadista.E tinha muito terra, herdadas de seu pai, Francisco de Assis Brasil..
Republicano de carteirinha. Fundou o Partido Libertador, deputado e membro da junta governativa do RS em 1891.
Juntamente com o Barão do Rio Branco, assinou o Tratado de Petrópolis, que assegurou ao Brasil a posse do Acre.
Em 1872, já órfão de pai, partiu para Pelotas, ficando interno no Colégio Taveira Júnior. Em 1874 freqüentou, em Porto Alegre, o Colégio Gomes, onde estudou os preparatórios.
Em 1876 matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Em 1877, Assis Brasil publicou seu primeiro livro, Chispas, com versos da adolescência. Depois editou História da República Rio-grandense, onde fez a defesa da Revolução Farroupilha de 1835.
Em 1882 formou-se em direito e voltou para o RS, onde foi um dos fundadores do Partido Republicano Rio-grandense. Foi eleito deputado provincial (estadual) em dois biênios: 1884 - 1886 e 1886 - 1888.
Em 1889, proclamada a República, foi eleito deputado à Assembléia Nacional Constituinte. Promulgada a constituição, renunciou ao seu mandato. Convidado pelo marechal Deodoro da Fonseca para fazer parte do primeiro ministério constitucional, recusou o convite.
Em consequência do golpe de estado de Deodoro, a situação no Rio Grande do Sul tornou-se anormal, tendo o presidente do estado Júlio de Castilhos abandonado o poder. Foi constituída então uma Junta Governativa, da qual Assis Brasil fez parte. Como único membro presente da junta, assumiu o governo.
Foi nomeado ministro plenipotenciário do Brasil na Argentina; depois foi transferido para a China, mas não chegou a assumir o posto, porque o presidente Prudente de Morais o mandou para Portugal.
Transferido para os Estados Unidos em 1898, ficou até 1902, quando foi enviado para a Embaixada do Brasil no México.
Em 1905, o Barão do Rio Branco removeu-o para a Argentina, onde se tornava necessária a presença de uma personalidade de prestígio para desfazer intrigas surgidas contra o nosso Ministro das Relações Exteriores.
Em 1906, ao lado de Joaquim Nabuco, Presidente do Congresso Pan-Americano realizado no Rio de Janeiro, dirigiu os trabalhos como Secretário-Geral.
Em 1907 pediu aposentadoria.
Aí fundou sua granja de Pedras Altas. Ele liderou, no final do século XIX, a fundação da associação Pastoril de Pelotas, a associação agropecuária mais antiga do Estado. Depois vieram as associações de São Gabriel, de Bagé e, finalmente, em 1919, a de Alegrete.
Em 1908 fundou, com seu amigo Fernando Abbott, o Partido Republicano Democrático. Depois viveu retirado da atividade política até que, em 1922, o seu nome foi lançado como candidato de oposição a Borges de Medeiros.
Em 1928, com Raul Pilla fundou o Partido Libertador. Em 1929, o presidente Washington Luís pretendeu impor à nação uma candidatura impopular e Assis Brasil aconselhou o Partido Libertador a cerrar fileiras em torno de Getúlio Vargas, então presidente do Estado, que se opunha ao candidato oficial e prometera aceitar o voto secreto.
Em 1930 Washington Luís foi deposto e Getúlio Vargas assumiu o poder como Chefe do Governo Provisório, do qual Assis Brasil fez parte como ministro da Agricultura, cargo ao qual renunciou em protesto contra o empastelamento do Diário Carioca, por pessoas ligadas ao tenentismo.
Em 1932, foi o grande idealizador do Codigo Eleitoral, baseado em sua obra Democracia representativa. Do voto e do modo de votar. Neste código está a primeira menção a urna eletrônica, quando o mesmo levanta a hipótese da utilização de uma máquina de votar. Em 1934 foi mandado em missão especial a Buenos Aires, para ocupar a Embaixada do Brasil, acéfala desde o movimento revolucionário argentino de 1930.
Em agosto de 1938 adoeceu em consequência de uma gripe. O seu coração, de 80 anos, não resistiu. Na noite de 24 de dezembro, no seu Castelo de Pedras Altas, faleceu.
Seu pensamento mais conhecido:
"A vida dos bons e justos é feita mais de renúncias do que de conquistas."


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Da Redação

Os vencedores
Assim como foram escolhidas as 7 Maravilhas de Porto Alegre, os leitores do Porto Alegre é Assim! elegeram democraticamente as 7 Delícias de Porto Alegre.
A primeira eleição foi durante 60 dias e os últimos votos computados chegaram no dia 31 de agosto de 2008. No total foram 192.138 votantes.A contagem final apontou o Mercado Público em primeiro lugar, seguido pela Rua da Praia, Guaíba/Pôr-do-Sol, Usina do Gasômetro, Parque da Redenção, Estátua do Laçador e Catedral Metropolitana.
No dia 8 de novembro do ano passado terminou o prazo de também 60 dias para as escolhas das Delícias. E custamos para computar os votos porque foram várias campanhas para a escolha das sete inesquecíveis iguarias da capital gaúcha.
Acreditem, foram 265.422 votos.
Confira abaixo os vencedores:

- Carnes do Outback Steakhouse  – no Shopping Iguatemi


- Pizzas na Panela, do Bar Restaurante Pedrini


- Massas em geral, do Atelier das Massas


- Espetinho de Camarão e Queijo (com molho de pimenta), do Mamma Julia – Mercado Público


- Rascatelli ao Suco com Porpeta, do Restaurante Copacabana


- Anchova ou Tainha Recheada com Camarão, do Gambrinus Restaurante – Mercado Público


- Torta de Sorvete, da Confeitaria Torta de Sorvete


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