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Foi uma votação empolgante
José Luiz Prévidi

Começa a circular no dia11 de setembro o Jornal Porto Alegre é Assim!. Não foi fácil este trabalho inicial, simplesmente porque é um novo produto. Mas nos baseamos nos mais de dois anos que editamos este site.
As seções: Assim é Porto Alegre, Eu lembro, Uma Rua, Um Bairro, Maravilhas e Delícias, Bom e Barato, Bons Tempos, Um Personagem, Entrada Franca, Na TV e Rádio, Um Passeio, Uma Sugestão, Eventos e o espaço do repórter-fotográfico Ricardo Stricher, na contracapa.
Serão 16 páginas de muita informação.
Basicamente, o Jornal será distribuído nos hoteis da cidade. Prioritariamente, para atingirmos o turista de eventos e de negócios. Também estará a disposição em alguns pontos comerciais. Gratuitamente.
Por enquanto é isso.

 
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facpa! topaz?
Da Redação

Um frio de lascar
Este inverno em Porto Alegre está quase inominável. Estúpido, na verdade.
Indagamos um dos mais respeitados meteorologistas do Brasil sobre este inferno de inverno.
O professor Eugenio Hackbart, da MetSul Meteorologia escreve:

Prévidi, a tua impressão sobre o frio é a mesma da maioria das pessoas. Há muito tempo não fazia tanto frio. Leitores escrevem para a nossa coluna Tempo e Clima do Correio do Povo perguntando quando vai acabar o frio, sinal de que está sendo desconfortável, no mínimo. Campo Bom estabeleceu na segunda-feira um recorde. Desde o início dos registros na estação do Inmet na cidade em 1984 nunca tinha havido três dias seguidos com temperatura negativa.
No sábado, a mesma estação indicou 1,8ºC abaixo de zero, marca idêntica a de 14 de julho de 2000 como a menor desde o início dos registros em 1984. Nossa nova estação em São Leopoldo, no Parque Imperatriz, mostrou 3,8ºC abaixo de zero. Isso mesmo. Quase 4ºC abaixo de zero na Grande Porto Alegre. Só que por ser uma estação nova, ainda não tem base de dados histórica para comparações. Busquei, contudo, os dados antigos da desativada estação de Taquara – clima semelhante a Campo Bom – e vi que entre 1945 e 1974 o recorde de julho foi 2,5ºC abaixo de zero e nos últimos 10 dias de julho 1,2ºC negativo.
Sinto-me à vontade em atestar que poucas vezes nas últimas décadas se registrou tanto frio na Grande Porto Alegre na segunda quinzena de julho. Em Porto Alegre, na sexta, no final do dia, os termômetros indicaram 0,9ºC na Lomba do Pinheiro. No sábado, fez 1,1ºC abaixo de zero no Aeroporto Salgado Filho. No domingo, a mínima chegou a 0,3ºC abaixo de zero em Belém Novo. Na segunda, a temperatura ficou na coluna positiva, mas caiu a 1,3ºC em Belém Novo. E nesta terça-feira bateu em 1,6ºC positivo em Belém Novo. Cinco dias na Capital de temperatura negativa ou perto de 0ºC. É muito!!!
A impressão tua de que não fez frio assim nos anos 90 e no começo da década atual, contudo, é apenas parcialmente correta. O inverno de 1996 foi rigorosíssimo, sobretudo o mês de julho. Em 2000, igualmente tivemos um inverno rigoroso com uma onda de frio em julho com amplitude no Brasil maior do que essa de agora. Em 1990, tivemos outro inverno muito gelado. Em 1991, no fim de julho e começo de agosto, uma potente massa de ar polar nos alcançou.
Foi quando nevou com acumulação no Uruguai pela última vez. Em 1994, certamente estará lembrado, a neve chegou a bloquear estradas na Serra na segunda semana de julho. Foi quando ocorreu a rebelião do Central em Porto Alegre. Caiu neve granular na cidade naquele dia. Um dos mais tensos dias da Capital foi também um dos mais gelados de sua história. Em 1999, nevou nos Aparados e em São Joaquim na metade de abril, a neve mais precoce até hoje documentada no país. 
Entre 2001 e 2005 tivemos invernos menos rigorosos, exceção feita a 2004 que foi mais frio. A partir de 2006, contudo, iniciamos uma sequência de invernos rigorosos, acompanhando o começo de um período de águas mais frias no Oceano Pacífico e de maior cobertura de gelo na Antártida. No dia 4 de setembro de 2006, nevou em mais de uma centena de municípios gaúchos.
Em 2007, o inverno parecia não ter fim. Começou cedo – menor temperatura máxima até hoje registrada em maio em Porto Alegre – e terminou tarde com a mais forte onda de frio na Argentina em novembro desde 1914. Foi em julho de 2007 que nevou na cidade de Buenos Aires como não se via há 89 anos. No ano passado, julho foi ameno, mas passamos pelo junho mais frio da década. E em setembro de 2008 o Sul gaúcho viu a maior nevada das últimas décadas.
E, agora, este ano. Já na primeira semana de 2009 a natureza deu mostras que poderia trazer mais tarde. Porto Alegre teve a menor máxima em janeiro desde o início dos registros em 1919. Faltam alguns dias ainda para terminar o mês, mas estamos trabalhando com a idéia de que o bimestre junho/julho (núcleo do inverno) em 2009 somente encontrará comparação em termos de frio na história recente em 1988 e 1996.
Finalmente, um detalhe acerca das manchetes do dia. A gripe A é notícia durante um inverno rigoroso no Rio Grande do Sul. Na Espanhola, em 1918, o Rio Grande do Sul passou por um dos invernos mais gelados da sua história. Foi quando ocorreu o recorde de mínima de Porto Alegre de 4ºC negativos, história contada no teu mais recente livro.
Em Torres, relataram os jornais da época, a água de açudes congelou. Em Torres, não em Ausentes. Um detalhe final. Este 2009 entrou nesta terça-feira para a lista dos 10 anos com menor atividade solar no último século, lista esta que já inclui 2007 e 2008. Estamos um profundo mínimo solar, o que muitos estudos mostram impacta o clima do planeta, sobretudo diminuindo a temperatura. Quantos recordes de calor tivemos no Rio Grande do Sul recentemente? Nenhum!
Agora, Porto Alegre teve a menor máxima em 100 anos para maio em 2007 e a menor máxima para janeiro em 100 anos no mês de janeiro neste ano. Sem mencionar os vários eventos extremos de frio, que apesar de não terem superado os recordes de mínima do passado, incomodaram nós gaúchos. Imagina, meu caro, se não houvesse “aquecimento global”.
Frio de vez em quando até é gostoso, mas já passou da conta neste ano.
Fecho contigo!!

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Da redação

Parcão
Antes da história: o Parcão é o Parque Moinhos de Vento. Mas todo mundo fala Parcão, mesmo. Tem 11,50 hectares.
O nome do Parque Moinhos de Vento tem sua origem no século XVIII, quando Antonio Martins Barbosa, vindo de Minas Gerais, estabeleceu-se com seu moinho de vento, no espigão onde hoje se situa a Avenida Independência.
 O decreto 2419, que desapropria a área do parque, destinando-a ao município, foi assinado pelo então prefeito José Loureiro da Silva em setembro de 1962. Em novembro de 1972, o prefeito Thompson Flores assinou o decreto 3703, denominado o local de Parque Moinhos de Vento.
O Parcão oferece opções de lazer como jogging, patinação, quadras de futebol, tênis, vôlei e aparelhos de ginástica. Para o público infantil estão à disposição equipamentos de recreação artesanais feitos de toras de eucalipto e uma biblioteca infantil.
O parque conta ainda com uma réplica de moinho açoriano ao estilo dos que existiam no bairro, elemento que constitui uma atração turística. No moinho, funciona a Biblioteca Infantil Ecológica Maria Dinorah.

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Da redação

Moinhos de Vento
É um bairro tradicional de Porto Alegre. Ganhou este nome devido aos moinhos instalados na região para produção de farinha de trigo.
O crescimento do bairro teve impulso em 1893, com a implantação da linha de bonde Independência. A abertura do Prado Independência, em 1894, foi outro fator que colaborou para o crescimento do bairro. Em 1959, o prado foi transferido para o Cristal, onde está até hoje e, em seu lugar, surgiu o Parque Moinhos de Vento, o Parcão.
A construção da Hidráulica Moinhos de Vento, em 1904, possibilitou a abertura de diversas ruas. Na divisa com o bairro Independência, foi inaugurado em 1927 o Hospital Alemão que, 1942, passou a se chamar Hospital Moinhos de Vento.
É um bairro nobre. Uma das últimas construções foi o prédio do Hotel Sheraton, agregado ao Moinhos Shopping.
É muito arborizado.
Têm muitas lojas e prédios comerciais, e boas opções de diversão e lazer. Estão lá famosas ruas e avenidas como Goethe, Fernando Gomes, Padre Chagas, Hilário Ribeiro e a 24 de Outubro, o coração comercial, que abriga uma série de lojas interessantes.
O Parque Moinhos de Vento (está na seção Um Passeio) é um ótimo lugar para a prática de exercícios. No bairro também estão localizados a Associação Leopoldina Juvenil e o Grêmio Náutico União.
Um dos prédios mais tradicionais do bairro é o edifício Colonial, construído na década de 1950, inicialmente para abrigar a família de Tasso Bolivar Dias Corrêa, maestro e figura influente na arte local, fundador do Instituto de Belas Artes de Porto Alegre.

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Jayme Copstein *

Teoria e prática do Pimba
Lembro vagamente de um técnico da seleção brasileira, criador do sistema infalível para derrotar o adversário. Resumindo, fulano passava para beltrano, que tocava para siclano, que entregava para mengano que... “Pimba!” – fazia o gol.
Um filósofo de pernas tortas, chamado Garrincha ouviu atento a dissertação, com o silêncio dos sábios. Depois, apenas perguntou: “O adversário não joga?”
Lembrei da Teoria do Pimba ao ler a notícia de que os ladrões não mais poderão roubar obras de arte porque a Câmara de Deputados acaba de aprovar o Estatuto dos Museus. Donde se deduz que, até agora, eles só estavam proibidos de fazê-lo, por isso é que faziam.
De agora em diante, não. Com aplicação do Pimba, serão obrigados a respeitar os sistemas de segurança que os museus, públicos ou privados, por imposição do Estatuto, não poderão deixar de criar.
Claro, falta combinar a segunda parte com os gatunos, mas para isso há tempo: os museus receberão prazo de cinco anos para instalar os sistemas de segurança. Como o projeto ainda tem de ser aprovado pelo Senado, o prazo só começa a ser contado depois disso. Devem transcorrer alguns “cinco anos” até que aconteça.
O projeto além de definir o que é museu – Que bom! Até agora, todos o ignorávamos – cria também um Fundo Nacional de Desenvolvimento dos Museus.
Não foi dito e, portanto, não há quem saiba de onde virão os recursos do fundo. Mas também não tem a menor importância porque igualmente o projeto não define as condições para aplicar o dinheiro.

* Jayme Copstein é jornalista, radialista, escritor e editor do www.jaymecopstein.com.br

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Da Redação

Porto Alegre em Cena
A venda de ingressos para o 16º Porto Alegre em Cena começa no dia 30, no Centro de Eventos BarraShoppingSul, ao preço único de R$ 20, com desconto de 50%. As reservas podem ser feitas pela Internet, no site www.poaemcena.com.br. De 8 a 25 de setembro, o festival apresentará em Porto Alegre 58 espetáculos, 21 deles internacionais, 22 nacionais e 15 produções do RS.
Entre as atrações estrangeiras figuram produções de nove países: Uruguai (6), Argentina (3), Canadá (3), Chile (2), França (3), Itália, Israel, Portugal e Colômbia. Um dos destaques da programação é a peça Quartett (de Heiner Müller), dirigida por Bob Wilson, com a atriz Isabelle Hupert
(foto), vencedora do prêmio de melhor atriz nos festivais de cinema de Berlim (2002), Cannes (1978 e 2001) e Veneza (1988 e 1995). Ganhou o César de melhor atriz do cinema francês em 1996, prêmio do qual é a recordista de indicações: 13 no total. É a atriz com o maior número de filmes que competiram em Cannes (16 filmes) e uma das quatro que conquistou o prêmio de melhor atriz por duas vezes neste festival. Quartett será encenada de 23 a 25, no Teatro do Sesi.
Os espetáculos nacionais virão de sete estados: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo. O Porto Alegre em Cena é uma realização da prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, com patrocínio da Petrobras, Braskem, Caixa, Multiplan e BarraShoppingSul. Apoio cultural da Funarte, Ministério do Turismo e Panvel Farmácias.
Entre as atrações internacionais, o diretor e cineasta Patrice Chéreau traz duas montagens: La Douleur, e Le Grand Inquisiteur. Do Canadá, três espetáculos estarão presentes: Crépuscule des Océans, da companhia Daniel Léveillé Danse; In Paradisum, da Coleman Lemieux & Compagnie’s, e Kiss Bill, da portuguesa radicada no Canadá Paula Vasconcellos. Kiss Bill abre o festival no dia 8 de setembro, no Teatro do Bourbon Country. Também com destaque está o incrível grupo israelense The Voca People, um fenômeno que saiu da internet. Pela primeira vez no Brasil, o grupo traz uma mistura de grupo vocal, performances e coreografias.
O teatro do RS vem bem representado com espetáculos que concorrem ao Prêmio Braskem em Cena. E, mais uma vez, estará presente o Projeto de Descentralização, que se consolida como uma iniciativa que deu certo. Todos os anos bons espetáculos visitam as regiões da descentralização, levando arte e cultura para essas comunidades.

 
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Fernando Albrecht*

A peruca e o Leitão
Careca que se preze assume sua condição e não usa peruca, embora muita gente opte por usar este estepe capilar. Na maioria das vezes, fica ridículo, porque a peruca é tão bem feita que está na cara – ou na cabeça – que é uma falsa cabeleira. Alguns ainda cometem o exagero de passar algum fixador na falsidade. Aí é de doer.
Um dos freqüentadores bissextos da Mesa Um do Bar Pelotense usava uma peruca no capricho. Só quem o conhecia bem sabia que debaixo daquela cabelama toda havia um reluzente crânio, com cobertura menor que o deserto de São João do Alegrete. Quando ele entrava no bar, o doutor Zeca Coronel sempre cochichava no ouvido de alguém.
- A peruca é tão perfeita que tem até caspa.
Causo puxa causo. Certa tarde, o advogado Jorge Ely e um amigo de poucas letras, que fora lhe dar uma mordida, saíram do restaurante Dona Maria rumo ao escritório do primeiro. Na Rua da Praia, Ely encontrou um famoso jurista chamado Leitão. Cumprimentou-o com o respeito que a figura merecia e a seguir apresentou-o ao amigo.
- Prazer, Osvardo.
- Prazer, doutor Leitão.
“Osvardo” olhou bem o jurista, com um impecável terno preto salpicado de caspa nos ombros.
- Leitão é?
E passou a limpar com a mão o terno do recém-apresentado.
- ...e com farofa...
Ely queria matar o sujeito. E ali mesmo disse ao Osvaldo que podia esquecer a grana que pensava receber.

* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br

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Da Redação

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Da redação

Uma exposição legal
Com o apoio da Secretaria Municipal da Cultura, a pinacoteca Barão de Santo Ângelo e a Pró-Reitoria de Extensão da Ufrgs, por meio do Departamento de Difusão Cultural, mostra até 26 de setembro a exposição Total Presença – Pintura, no Paço Municipal. As obras estão em dois espaços simultaneamente: na pinacoteca do Instituto de Artes da Ufrgs (rua Senhor dos Passos, 248 – 1º andar) e no Paço Municipal (praça Montevideo, 10 – Centro).
A mostra é a terceira edição de uma série e integra a temporada do Projeto Uniarte e do Programa Unicultura da pinacoteca. Com a curadoria de Blanca Brites, a proposta da exposição é trazer à visitação todas as obras existentes neste acervo, independente de sua importância estética, histórica, técnica ou de conservação. São obras que, por necessidade de preservação, são desconhecidas do público.

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Da redação

Hilário Ribeiro, nada hilário
A Hilário Ribeiro é, hoje, uma rua fashion de Porto Alegre. No bairro Moinhos de Vento.
Nada a ver com o professor e escritor Hilário Ribeiro de Andrada e Silva, um porto-alegrense que nasceu no primeiro dia do ano de 1847. Não era fashion. Nada de hilário. Ralou muito. Percorria o Brasil divulgando seus livros didáticos.
Fez o que se chamava de “ensino preparatório” em Porto Alegre e foi para o Rio de Janeiro para cursar medicina. Por uma doença teve que retornar à cidade natal e dedicar-se ao magistério.
Tinha uma escolinha na Azenha, onde estudou o padre e inventor Landell de Moura. Fundou, com o colega Apolinário Porto Alegre, o Instituto Brasileiro. Foi também professor de desenho na Escola Normal.
Participou da importante instituição Partenon Literário, e autor de peças de teatro e poesias. Mas o seu sucesso veio com as cartilhas e livros didáticos. Tornou-se muito conhecido com os Livros de Leitura, e Cartilha Nacional para ensino simultâneo de leitura e caligrafia.
Fez muito sucesso com a obra Brasil Pitoresco, amplamente ilustrada.
Foi para o Rio de Janeiro, para ocupar o cargo de professor do Liceu de Artes e Ofícios.
Morreu por lá, no primeiro dia de outubro de 1886.

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Da Redação

Os vencedores
Assim como foram escolhidas as 7 Maravilhas de Porto Alegre, os leitores do Porto Alegre é Assim! elegeram democraticamente as 7 Delícias de Porto Alegre.
A primeira eleição foi durante 60 dias e os últimos votos computados chegaram no dia 31 de agosto de 2008. No total foram 192.138 votantes.A contagem final apontou o Mercado Público em primeiro lugar, seguido pela Rua da Praia, Guaíba/Pôr-do-Sol, Usina do Gasômetro, Parque da Redenção, Estátua do Laçador e Catedral Metropolitana.
No dia 8 de novembro do ano passado terminou o prazo de também 60 dias para as escolhas das Delícias. E custamos para computar os votos porque foram várias campanhas para a escolha das sete inesquecíveis iguarias da capital gaúcha.
Acreditem, foram 265.422 votos.
Confira abaixo os vencedores:

- Carnes do Outback Steakhouse  – no Shopping Iguatemi


- Pizzas na Panela, do Bar Restaurante Pedrini


- Massas em geral, do Atelier das Massas


- Espetinho de Camarão e Queijo (com molho de pimenta), do Mamma Julia – Mercado Público


- Rascatelli ao Suco com Porpeta, do Restaurante Copacabana


- Anchova ou Tainha Recheada com Camarão, do Gambrinus Restaurante – Mercado Público


- Torta de Sorvete, da Confeitaria Torta de Sorvete


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Da Redação

------7 Maravilhas de Porto Alegre ------

1º - Mercado Público

2º - Rua da Praia

3º - Guaíba/Pôr-do-Sol

4º - Usina do Gasômetro

5º - Parque da Redenção

6º - Estátua do Laçador

7º - Catedral Metropolitana


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