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Um roteiro profissional
José Luiz Prévidi

Essa é muito legal.
Porto Alegre, Gramado e Bento Gonçalves vão disputar juntas o mercado e pela primeira vez unem suas potencialidades para vender um pacote diferenciado. Batizado de “Caminhos Temperados - Charme e Cultura do Sul”, o novo produto foi apresentado no 29° Encontro Comercial Braztoa, evento anual da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo que aconteceu no final de março em São Paulo.
A divulgação do roteiro integrado foi no dia 28, durante o Encontro de Conhecimento, rodada de negócios que reuniu representantes de agências de turismo de 27 estados e cidades brasileiras com 28 operadores nacionais. A apresentação institucional do produto e das agências de viagem gaúchas, que farão sua comercialização, foi feita pelo secretário de Turismo do RS José Heitor Gularte, e pelo secretário de Turismo da capital gaúcha, Luiz Fernando Moraes.
Às agências, duas de cada cidade, coube o trabalho comercial de apresentar as características e vantagens competitivas do novo produto. Os operadores nacionais farão avaliações técnicas, preparando os roteiros turísticos para a comercialização na Rodada de Negócios da terceira edição do Salão de Turismo – Roteiros do Brasil, que ocorrerá em junho, na capital paulista.
Agências operadoras: Fellini Turismo e Rota Cultural, de Porto Alegre; Terra e Brocker, de Gramado; Opzionne e Valle Verde, de Bento Gonçalves.
A foto deste espaço, de Alfonso Abraham, mostra um tipo de canoa construída no bairro Ilha da Pintada muito usada na cidade e trazida pelos portugueses há dois séculos. Ainda prevalece seu designer, pela facilidade de construção: é “o fusca da água”

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Da redação

Fanáticos e apaixonados
É um momento único quando completamos mais um ano de vida – mesmo que pelas mais diversas razões não se anuncie a data. Por que único? Ora, meu Deus, porque trocamos de idade. Querendo ou não nos transformamos.
Assim também acontece com as cidades.
Tivemos e temos muito o que comemorar nestes 236 anos de Porto Alegre.
Poderia dar mil razões.
No entanto, veja estes números do IBGE, referentes a 2006. As populações:
São Paulo - 11.016.703
Rio de Janeiro - 6.136.652
Salvador - 2.711.372
Fortaleza - 2.416.920
Belo Horizonte - 2.399.920
Brasília - 2.383.784
Curitiba - 1.788.559
Manaus - 1.688.524
Recife - 1.515.052
Porto Alegre - 1.444.939
Estas são as 10 capitais mais populosas. Há alguns anos ficaríamos preocupados. Porque a nossa capital está em 10º lugar. Afinal, já fomos a terceira, a quarta e a quinta mais populosa, em momentos diferentes.
Hoje, não, é motivo de alegria. Que beleza, não? Temos menos de um milhão e meio de habitantes!
Significa que temos menos problemas do que Salvador e Fortaleza, por exemplo. Não vamos nem falar em São Paulo e Rio. Não nos interessa os graves problemas de Belo Horizonte.
Só temos que torcer para ficar por aí. Está bom assim – e, cá entre nós, já temos problemas demais.

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Até cinco de abril pode ser conferida a exposição “Outras Cores de Porto Alegre”, dos fotógrafos Gilberto Simon e Ricardo Zanella. Tem como proposta mostrar prédios, revelando ângulos, muitas vezes desconhecidos da maioria das pessoas.
“Outras Cores de Porto Alegre” é composta de 32 fotos inéditas, em tamanhos 30 x 40 e 18 x 24cm, em preto e branco, sépia e em cores, algumas possuindo efeitos digitais que salientam detalhes de fachadas, estátuas, janelas, portas e outros.
A exposição estreou na Câmara Municipal de Porto Alegre, em 17 de março e, agora, está no Terraço III do Mercado Público Central, como parte das comemorações dos 236 anos de Porto Alegre.

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Gente, descobri vocês, sem querer, e achei o  máximo. Sou Guia de Turismo e me identifiquei muito com os assuntos. Só tenho vergonha de mostrar o outro lado de POA, monumentos sujos, muro da Mauá, Cais relegado, Dilúvio sujo, Projeto Koester parado e a lista continua.....
Mas, mesmo assim, PORTO ALEGRE È DEMAIS !!!FELIz NIVER !!!!!
Abraços
Gladia Rohde - gladis@grantour.tur.br

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Prévidi, homem de Deus, este site está tudo de bom: colaboradores da mais alta qualidade, imagens que merecem mais do que um rápido passar de olhos e receitas...
Beijo e um domingo de Páscoa especialíssimo.
Catia Bandeira

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Beleza cara.
As fotos são muito boas.
A do Abraham, aquela do pôr-do-sol no velho cais do porto (central) é um show de retrato.
Sim, eu disse retrato, pois assim se dizia no meu tempo de retratista.
Também a história da loira do Plazinha, que eu já tinha lido no Fernando, é muito boa.
Finalizando, precisas atualizar com mais freqüência.
Jorge Loeffler

Fotos de Ricardo Stricher.

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Da redação

Parque Marinha do Brasil
Na área em que hoje o porto-alegrense aproveita a estrutura e as belezas do Parque Marinha do Brasil poderia ter tido outro destino. Uma lei de 1963 destinou a área, aterrada do Lago Rio Guaíba, para a construção de casas e pequenos edifícios. Bem, aí se arrependeram e outra lei, de 1967, definiu que seria construído um parque. O projeto foi dos arquitetos Rogério Malinsky e Ivan Mizoguchi.
A urbanização da área foi feita dentro do projeto Renascença, que destinou recursos para construção e reformas no Menino Deus.
O Parque, com 715 mil metros quadrados, foi inaugurado em 1978, tendo, como principais características, equipamentos para esportes, com pistas de skate e patinação, e um amplo passeio interno para caminhadas. Foi inaugurado pelo prefeito Guilherme Socias Villela (na foto com o prefeito José Fogaça).
Fotos, abaixo, de
Ricardo Stricher.

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Da redação

Belém Velho
É um dos bairros mais antigos da cidade. Está na zona Sul. Foi fundado por descendentes de açorianos, que mantiveram características próprias como casas baixas e rentes às calçadas, ruas estreitas e a capelinha, sem a menor suntuosidade.
O nome Belém Velho deve-se a devoção de Nossa Senhora de Belém, incentivada por uma das primeiras moradoras, Francisca Maria de Jesus. Em 1830 foi construída a capela, em homenagem a Nossa Senhora de Belém. Ao redor da capelinha começou a formar-se o que seria mais tarde um admirado bairro de Porto Alegre.
Na virada do século, famílias que moravam mais no centro da capital começaram a comprar e construir casas em Belém Velho para veraneio de famílias, mas ainda existia muita atividade agrícola. O ruim era que o poder público não investia nas vias de acesso ao bairro, mesmo sendo precárias as estradas.
A partir da década de 1930, três instituições se instalaram no bairro, ligadas à saúde pública e assistência social – Sanatório Belém, Amparo Santa Cruz e Instituto São Benedito. Infelizmente, muita gente deixou a região por considerar o “bairro insalubre”.
Além da capela, outros pontos são atrações do bairro: o antigo casario em frente à praça, com suas figueiras centenárias, um cenário ideal para se respirar um pouco da história das antigas sesmarias e de episódios da Revolução Farroupilha, a fazenda que pertenceu a Flores da Cunha e a fazenda que pertence à família Chaves Barcelos.
Belém Velho continua sendo um dos bairros com menor densidade demográfica (algo em torno de 10 mil moradores) e tendo como uma de suas principais características, ainda hoje, o uso produtivo da terra.

 

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Jayme Copstein *


Boemia antiga
Desde o dia em que Caim sentou uma porretada na cabeça de Abel (suponho, a Bíblia não é muito explícita a respeito), o ser humano começou a ter necessidade do sonho para fugir da crueza da vida.
Então inventou os bares, aonde a gente vai pra jogar conversa fora, incluindo a vã filosofia salvadora do mundo, apesar da robusta certeza de que o mundo não se perderá tão cedo.
Mas é preciso coragem para só se pensar na vida e não na morte, para que a fumaça do bar não vire nevoeiro e as nossas fantasias não se transformem em fantasmas, quando não em assombrações. Ao contrário do que as pessoas práticas dizem, é preciso ter os pés muito bem plantados no chão para se poder sonhar.
Tito Tajes (já se mandou do mundo) e eu, plantões do velho Correio do Povo, saíamos para os bares da madrugada, no tempo em que isso era apenas aventura e não temeridade. Em poucas horas, fundávamos impérios jornalísticos, fazíamos megafortunas, enriquecíamos todas as mulheres – as bonitas, por mérito, as feias, por caridade.
Falíamos ao amanhecer, quando íamos curtir o porre nos braços das bem-amadas, as que, afora cuidar dos filhos, discutiam vinténs com o quitandeiro para fazer o milagre diário de multiplicar o parco (acho que porco, também) fim de mês. 
Que seria do mundo sem a fantasia?
Mero entrechocar de Bushes e Bin-Ladens.
Decididamente, não me serviria.

* Jayme Copstein é jornalista e radialista. Colabora no www.coletiva.net. É colunista do jornal O Sul e apresentador do programa 'Paredão', na Rádio Pampa. Seu livro mais recente é "A Ópera dos Vivos", editado em janeiro deste ano.

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Da redação

Baile da Cidade
Foi uma grande festa. Numa noite de temperatura agrdável, o porto-alegrense participou ativamente do Baile da Cidade. Doi no sábado, 5 de abril.
Veja aos fotos do Ricardo Stricher:

Alegria na capital

No último dia 26, os moradores de Porto Alegre comemoraram os 236 anos de fundação da cidade.
Alfonso Abrahan é um repórter fotográfico e apaixonado por Porto Alegre. Confira as duas fotos do Alfonso Abraham, o Espanhol.
As duas outras fotos são de Cristine Rochol e Luciano Lanes (Prefeitura).

Estas, abaixo, são do Ricardo Stricher.


 
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Fernando Albrecht*

O homem que adivinhava
O Carvalho era especialista em adivinhações. Bastava alguém das rodas do Bar Leão ou adjacentes, na Rua da Praia, chegar com alguma dúvida que ele já vinha com a solução. Se alguém contava algum causo antes mesmo de chegar à metade o Carvalho se antecipava.
- Deixa eu ver...ele ficou com a mulher, foi isso?
E aí ria como ninguém. Contar piada perto do Carvalho era desastroso. Nem bem engrenava uma primeira, o contador via o efeito hilário despencar porque o xarope do Carvalho já antecipava o fim.
- Deixa eu ver...aí o papagaio cantou a freira, foi isso?
Nas poucas vezes em que não adivinhava o desfecho, dizia que já conhecia a piada e não queria estragar o prazer de quem a contava. Mas isso foi uma ou duas vezes só.
Certa noite muito chuvosa, Carvalho chegou levemente preocupado. Pediu o conhaque Dreher de sempre e desta vez não antecipou fim de piada de ninguém. O que teria havido? Olho fixo no copo, começou a contar que tinha chegado em casa altas horas e a mulher não estava. Deitou na cama, se enfureceu, se preocupou e rezou, pela ordem. Horas depois, a sua primeira-dama ("uma santinha, essa minha mulher!") chegou silenciosamente e foi logo explicando que tinha ido no velório de uma prima.
O Carvalho deu um talagaço e se preparou para contar o resto da história. Aí alguém deu um golpe baixo.
- Deixa eu ver...tu levou uma guampa, foi isso?

* Fernando Albrecht é colunista do Jornal do Comércio, comentarista da Band AM e editor do www.fernandoalbrecht.com.br

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Da Redação

Um passeio que é uma loucura
Claro que alguém que tiver curiosidade em conhecer um hospital construído no século 18 e que tem as mais impressionantes histórias deve, pelo menos, dar uma passada pelo São Pedro, na avenida Bento Gonçalves.O Hospital Psiquiátrico São Pedro foi fundado com o nome de Hospício São Pedro. Iniciou suas atividades com 25 doentes mentais que estavam “depositados” na Santa Casa de Misericórdia.
O São Pedro foi o primeiro hospital psiquiátrico da cidade. A construção foi iniciada em dezembro de 1879. A primeira parte foi concluída em 1884. E o quinto e último pavilhão foi concluído em 1903.
Curiosidade: em 1884 foi visitado pela Princesa Isabel.
Na época, considerava-se grande avanço colocar em hospital pessoas indevidamente trancafiadas em cadeias. No auge, o hospital chegou a abrigar mais de cinco mil pessoas. Hoje, está sendo desativado.

 

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Da redação

Brique - Fotos de Ricardo Stricher
O Brique da Redenção, tradicional feira de Porto Alegre, comemorou 30 anos no final de março. Shows musicais, desfiles de carros antigos e outras apresentações artísticas marcaram a data.
O prefeito José Fogaça circulou por toda a extensão da avenida José Bonifácio, acompanhado da esposa Isabela e do secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio, Idenir Cecchim. Fogaça entregou certificados de participação aos expositores, em homenagem a data.
Estava presente também Guilherme Socias Vilella, que foi prefeito de Porto Alegre na época em que o Brique foi criado. "Representa mais do que um espaço dedicado ao artesanato e outras atividades. É o ponto de encontro oficial de todos os porto-alegrenses", observou Vilella. Conforme o ex-prefeito, a idéia inicial do Brique tomou como exemplo a feira do bairro San Telmo, em Buenos Aires, e outras feiras de Londres.
O Brique recebe cerca de 50 mil visitantes por final de semana, das 9 às 18 horas. Foi inaugurado em março de 1978 como "Mercado de Pulgas", com 40 expositores. Em 1982, surgiu a Feira de Artesanato do Bom Fim e o Arte na Praça. Atualmente, trabalham no local 180 expositores de artesanato, 70 de antiguidades, 40 de artes plásticas e dez de gastronomia.
O secretário Cecchim  informa que, além da tradicional feira do domingo, a Prefeitura inaugurou oficialmente, em outubro do ano passado, o Brique de Sábado. Ao todo, 423 expositores foram cadastrados pela Smic para comercializarem seus produtos no sábado, das 9 às 16 horas.

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Da redação

Felicissimo de Azevedo
Antes de tudo, é bom que se diga que Felicissimo – que nome, hein? – era uma idealista. Um republicano como poucos. Um tanto rebelde, é verdade.
Felicíssimo Manuel de Azevedo nasceu em setembro de 1823 em Porto Alegre. Morreu em julho de 1905. Foi casado com Maria Leocádia Da Silva, também porto-alegrense.
Tiveram oito filhos – e parece que os dois se vingaram dos nomes que receberam.
Josefina Amália, Rangelina Amália, Felicíssimo Filho, Honorina Amália, Elisa Amália, Honório, Maria Amália e Astrogildo César.
Os pais o mandaram ao Rio de Janeiro aos 12 anos para trabalhar no comércio. Não se acostumou ao trabalho e resolveu ser ourives. Retornou a Porto Alegre como ourives e logo se casou com a Leocádia.
Serviu no comissariado do exército na Guerra contra Rosas, ao final da qual se estabeleceu em Jaguarão, onde abriu um comércio, sem sucesso. Tentou então diversos concursos públicos, conseguindo uma vaga na Secretaria da Fazenda. Não ficou por muito tempo.
Voltou para o Rio, em 1880, onde formou-se em Odontologia.
Foi eleito primeiro presidente do Clube Republicano, fundado por ele, pelos irmãos Apolinário Porto Alegre e Apeles Porto Alegre, Luís Lessegneur, Júlio Pacheco e Orlando Coelho.
Membro do Partido Republicano Riograndense, começou a trabalhar no jornal A Federação, logo após sua fundação, onde escreveu crônicas municipais com pseudônimo de Fiscal Honorário.
Foi o primeiro vereador republicano eleito pelos porto-alegrenses, em 1887. Completamente rebelde, renunciou no ano seguinte.

Foi membro da primeira junta municipal, escolhida logo após a Proclamação da República para governar Porto Alegre, sendo o primeiro administrador municipal a receber salário. Permaneceu a frente da administração da cidade até 21 de novembro de 1891.
Por incrível que possa parecer, o filho mais jovem, Astrogildo César, foi o orgulho da família Azevedo.
Ao concluir a Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro, em 1889, foi para Santa Maria, onde iniciou a clinicar. Participou no combate a peste bubônica, peste pneumônica, varíola e gripe espanhola.
Construiu um hospital que hoje leva o seu nome.
Foi intendente de Santa Maria e trouxe o engenheiro Saturnino de Brito para fazer o projeto de saneamento que serviu de modelo para outros municípios, já no século passado. Fez a primeira cirurgia cesariana em Santa Maria, no hospital que construiu, em 1911.
Curiosidade: Joaquim Francisco de Assis Brasil, Julio de Castilhos e Joaquim Pereira da Costa eram estudantes de Direito em São Paulo. Criaram o jornal “A Evolução”, de orientação republicana. Nos anos 1880, Castilhos e amigos voltaram a Porto Alegre. A pretensão era de fazer uma “agitação republicana sistemática”. Tiveram sucesso, ainda mais porque Felicissimo de Azevedo e João da Matta Coelho tinham sido eleitos vereadores republicanos.
Sérgio da Costa Franco, historiador e jornalista, conta que “após a República, e por influência de Felicissimo de Azevedo, o Caminho do Meio (hoje a avenida Protásio Alves) foi oficialmente denominado Estrada do Capitão Montanha, em homenagem ao Capitão Alexandre José Montanha, do Exército Português, que foi o primeiro urbanista, engenheiro, topógrafo e agrimensor da Vila de Porto Alegre. Na Estatística Predial de 1892, essa via pública aparece apenas com dez prédios térreos registrados, indício certo de que continuava sendo um caminho rural”.
A rua Felicissimo de Azevedo está no bairro Higienópolis.

 

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Clábio Gomes*

Como está chegando a época de um friozinho gostoso, faremos um especial de cremes e sopas:

Creme de ervilha

Ingredientes:

1 pacote de sopa de ervilha -1 litro de água -100 g de bacon em cubos -1 lata de ervilha -2 colheres de sopa de margarina -sal e pimenta a gosto -1 cebola picada.

Preparo:

Refogue na margarina, a cebola e o bacon, adicione a água.
Quando estiver quente acrescente a sopa creme e sem parar de mexer, deixe ferver até encorpar.
Adicione as ervilhas e os temperos.
Pronto é só servir bem quente com pão italiano.

* É Chef de Cuisine – clabio@terra.com.br


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